sexta-feira, 19 de abril de 2013

Partilhar Felicidade!

A ideia é bastante original a empresa de gelados(sorvetes) criou um gargalhômetro na linda cidade de Pirenópolis, no estado de Goiás -Brasil.
Vemos que basta apenas um estímulo e toda a gente adere, o riso é mesmo contagiante.
Assistam o vídeo abaixo e experimentem sorrir mais, em seguida partilhem seus sorrisos e vejam a consequência de um clima mais harmonioso, para si próprio e para o mundo. Experimente!

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Defina o Caminho

"Se você gosta de examinar tudo, procure selecionar o que lhe faz mais feliz.
Faça isso com atenção, com vistas a um hoje e a um futuro especial que você deve construir.
Apenas acumular informações é esforço desnecessário a confundir os objetivos.
Selecione o que tem valor e mérito, que ajuda, acrescenta e faz luz, alegria e otimismo. Depois, siga nos bons propósitos, em direção a um progresso que bate bem com jeito de ser.
Quem não sabe para onde vai, fica paralisado ao ver estradas pela frente."
Do Livro Otimismo todo dia
Lourival Lopes

quarta-feira, 17 de abril de 2013

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Reação Diferente

Somos nós quem escolhemos como queremos reagir emocionalmente diante das situações da vida. É um facto.
Diante de uma situação negativa, escolho reagir de forma diferente.
O texto abaixo é a prova disso.Nos convida a uma outra AÇÃO.
REAÇÃO DIFERENTE
Como você costuma reagir quando as coisas dão errado? Se você programa um final de semana na praia, e a chuva estraga o passeio; se você esperava receber o salário para realizar um sonho, comprando algo especial e uma despesa extra arruinou esta possibilidade como você reage?
Você costuma ficar chateado por horas e até dias, por que teve um pequeno acidente no trânsito, o carro não ficou pronto, o salário atrasou?
Se você reage assim, com certeza fica infeliz muitos dias durante o mês.
Entretanto, existem pessoas que sabem extrair dos fatos mais difíceis de suas vidas, coisas muito positivas.
Uma dessas pessoas é Liana Müller Borges. Uma arquiteta paisagista de sessenta anos que um dia teve sua casa assaltada por bandidos que a fizeram refém. Ela foi obrigada, sob a mira de uma arma, a dirigir seu veículo até um esconderijo em uma favela. Durante três horas, ela foi mantida prisioneira em um barraco. Pela janela, enquanto aguardava por sua liberdade, ela pôde olhar algumas crianças que brincavam em um rio sujo, nas proximidades.
Ela sempre se incomodara com a pobreza do país. E naquelas horas, ali prisioneira, se pôs a pensar: "por que todas as crianças não podem crescer com saúde e educação, como meus filhos?"
Horas mais tarde ela foi resgatada. Voltou para casa. Mas, alguns dias depois, retornou à favela. Foi batendo de porta em porta, perguntando aos moradores o que eles mais necessitavam. Ela queria ajudar. Queria mudar aquele estado de coisas.
A primeira providência, atendendo ao pedido das mulheres que trabalhavam fora do lar, foi construir uma creche. Um ano depois, com os recursos conseguidos e a mão de obra da favela, foi inaugurada a creche.
Liana foi trabalhar como voluntária. Ela não desejava somente resolver o problema, delegando o trabalho a outros. Ela queria fazer parte daquele projeto. Passou a trabalhar com as mães, dando-lhes aulas sobre higiene e saúde. Dez anos depois, Liana continua seu trabalho. Hoje, em parceria com empresas e a prefeitura, a associação que ela criou ampara a criança e oferece programas profissionalizantes, beneficiando os quatro mil habitantes da favela.
Um sequestro, um grande susto, algo ruim. Mas, aquela mulher soube captar a mensagem de necessidades do local e transformou um pesadelo em um belíssimo sonho concretizado, que atende e salva muitas outras vidas.
Pense nisso!
Quando você passa pela rua e se depara com quadros de dor, miséria e abandono, já se perguntou o que você pode fazer a respeito?
Já pensou que cada um de nós é responsável pelo estado de felicidade ou infelicidade do semelhante?
Pode ser que você não consiga realizar uma grande obra, mas pode começar atendendo o próximo que está mais próximo.
Você já tentou ajudar seu colega de trabalho? Você sabe das dificuldades que ele atravessa?
E na sua vizinhança? Não existe alguém para ajudar, amparar, servir?
Não deixe que a sua infelicidade lhe impeça de ver as coisas como realmente são. Melhor do que isso: compare e descobrirá como você tem muitas coisas para ser feliz e fazer os outros felizes.
Pense nisso! Mas pense agora.
Fonte: Revista Seleções do Reader´s Digest , junho/2000, pág. 8

domingo, 14 de abril de 2013

Suas Qualidades e Defeitos

A respeito de outra pessoa, não pense ser superior porque ela tem defeitos e você não.
Todos têm mais qualidades do que defeitos. Saiba apreciar as qualidades e faça uma to de respeito e amor.
Quanto mais identificar os pontos positivos dos outros, quanto mais amá-los, mas vem deles igual consideração.
A boa consideração gera a boa consideração e a má, gera a má; é a lei da reciprocidade, do intercâmbio. Se se dedicar a anotar e se prender aos defeitos deles, sentir-se-á atraído a ser como eles, fazendo mal a si mesmo.
É um grave defeito não ver os próprios defeitos.
Do Livro: Otimismo todo dia
Lourival Lopes

sábado, 13 de abril de 2013

sexta-feira, 12 de abril de 2013

A Verdadeira Liberdade

Imagem do Google
Verdadeira Liberdade
"Muitos de nós pensamos que liberdade é poder fazer tudo o que queremos, mas a verdade é que não podemos fazer tudo que queremos. Existem leis, físicas e espirituais regendo nossas vidas e ações. Podemos querer voar, mas se nos jogarmos de um prédio, a lei da gravidade certamente prevalecerá.
Nossa liberdade é verdadeira quando as circunstâncias externas não nos afetam. É a deliciosa libertação que sentimos, quando, independentemente do que acontecer ao nosso redor, mantemos com firmeza nosso desejo de nos tornarmos a melhor versão de nós mesmos.
Liberdade é vivenciar a escolha de sentir uma felicidade que vem de dentro – e de escolher compartilhar, independente de qualquer coisa".
Yehuda Berg

quinta-feira, 11 de abril de 2013

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Vítimas do Hábito

Imagens retirada de imagens para face
Excelente reflexão para quem esqueceu a leveza da vida, a sua criança interior e caiu no piloto automático.
Vítimas do hábito
Existem pessoas que encontram muita dificuldade em fazer pequenas mudanças em seus hábitos.
Pessoas que têm suas coisas bem arrumadas e nos lugares certos, sempre na mesma posição e, de preferência, na mesma ordem.
Seguem sempre pelos mesmos caminhos, frequentam os mesmos restaurantes e pedem os pratos já conhecidos.
Encontram sempre os mesmos amigos, torcedores do mesmo time, e conversam com os que trabalham em profissões semelhantes.
Geralmente ouvem a mesma rádio, assistem os mesmos canais de televisão, e variam pouco a programação.
De certa forma, isso as faz sentirem-se seguras. Arriscar não é do seu feitio.
Por outro lado, pessoas assim acabam sendo vítimas do hábito e têm grande dificuldade para resolver problemas. A menos que sejam problemas já conhecidos.
Isso gera ansiedade, depressão e baixa auto-estima quando precisam encontrar solução para situações inesperadas e sua criatividade é solicitada
Ah, se esses adultos pudessem se ver quando tinham a desenvoltura dos seus 5 ou 6 anos de idade...
Era uma idade em que a criatividade brotava por todos os poros.
Não faltava solução para problema algum. Não havia perigo que não fosse afastado com um disparo de água, com seu revólver de brinquedo.
Não havia guerra que não pudesse ser vencida com algumas bolinhas de papel, arremessadas com um elástico esticado na ponta dos dedos.
Agora são executivos, homens e mulheres de negócio...
Pessoas que precisam mostrar seriedade.
Todavia, esquecem-se de que seriedade não quer dizer sisudez nem falta de um sorriso nos lábios.
Essas reflexões nos fazem lembrar um garoto de setenta e poucos anos, homem público, respeitável profissional reconhecido no mundo inteiro, que se diverte brincando com um bilboquê, ou andando de balanço.
Podemos até imaginar a felicidade dos seus netos ao ver o avô brincando como um garoto...
Esse homem é um ilustre professor, psiquiatra, educador e escritor brasileiro.
Ninguém imagina que um homem desses não seja um profissional sério só porque não assassinou o menino que corria pelos quintais, fazia piruetas e despencava dos galhos das árvores de vez em quando.
Não podemos crer que esse profissional seja menos competente só porque todas as vezes que se sente inseguro, chama o menino que habita seu ser, e este vem e lhe dá a mão.
Podemos imaginar justamente o contrário: uma grande capacidade de resolver conflitos e problemas.
Uma pessoa assim tem grande criatividade, leveza e satisfação em tudo o que faz.
Seus escritos exalam um suave perfume de jardim em flor. Suas ideias fluem com a suavidade da brisa das manhãs primaveris.
É de pessoas assim que o mundo precisa.
Homens e mulheres confiantes, alegres, honestos, descomplicados, leves...
Pense nisso!
A seriedade é uma característica do espírito. Um sorriso não a destrói. Um rosto fechado não a garante.
Pense nisso, e considere que a criança que habita em você pode lhe ajudar a encontrar a felicidade que há muito você vem procurando.

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.