Há livros que nos dizem muito, Foco do Daniel Goleman é destes que queremos ler e dizer a todos que dizem se sentem "dispersos" por favor leia. Com uma abordagem elucidativa, apresentando dados científicos sem ser chato, traz dicas preciosas e práticas que podemos praticar em nossas vidas no imediato.
Aviso logo que é o tipo de livro que se começa a ler e não se consegue parar.
Com uma escrita bastante consistente, traz exemplos claros de como podemos conseguir maior excelência em nossas vidas, quando gerenciamos a nossa atenção para realmente aquilo que é realmente importante na vida pessoal e profissional.
Recomendo vivamente à TODOS, dispersos ou não.
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Formação Liderança/Gestão de Equipas de Sucesso e o Eneagrama!
Falar sobre o tema Liderança por si só constitui para mim, uma grande alegria, apesar do desafio por ser um dos temas que mais meu pai trabalhou em sua vida profissional.
Quando eu preparava a formação, me emocionei bastante pois fui atrás de muito material que meu pai deixou e que sempre conversávamos. Foi mesmo uma homenagem à ele.
Seres humanos fantásticos, bastante disponíveis, interessados e que se dispuseram a olhar para Liderança sob a ótica do Eneagrama e Gestão Positiva das Equipas. Foi brutal.
Tivemos momentos maravilhosos pelos quais sinto-me profundamente grata.
À todos os formandos que são líderes de sucesso desejo que possam fazer a diferença.
Obrigada de coração à cada um de vocês e ao meu amado pai que me inspirou e continuará a me inspirar em tudo o que fizer, sempre com muito amor.
Quando eu preparava a formação, me emocionei bastante pois fui atrás de muito material que meu pai deixou e que sempre conversávamos. Foi mesmo uma homenagem à ele.
Seres humanos fantásticos, bastante disponíveis, interessados e que se dispuseram a olhar para Liderança sob a ótica do Eneagrama e Gestão Positiva das Equipas. Foi brutal.
Tivemos momentos maravilhosos pelos quais sinto-me profundamente grata.
À todos os formandos que são líderes de sucesso desejo que possam fazer a diferença.
Obrigada de coração à cada um de vocês e ao meu amado pai que me inspirou e continuará a me inspirar em tudo o que fizer, sempre com muito amor.
quarta-feira, 13 de março de 2013
Dica de Filme: Face to Face
Imagem retirada de http://www.c7nema.net/entretenimento/3-outros-filmes/12588-fantasporto-2013-face-to-face-por-diana-martins.html
Estive no Festival de Cinema FantasPorto 2013. A princípio fiquei meio desconfiada pois na minha imaginação seriam apenas filmes de terror(que eu detesto), decidi arriscar e ainda bem que estou aberta ao novo.Fui surpreendida com o filme australiano chamado Face to Face, dirigido por Michael Rymer(não sei se já saiu no Brasil e qual o nome que teve ou terá ).
Baseado em fatos reais. O filme aborda a história de um jovem que foi despedido do seu trabalho por ter tido uma crise de raiva.Após a demissão decide bater no carrão do patrão, um Jaguar.Isso é só o mote para o que vem pela frente...
O filme faz uma análise simples e direta do comportamento dos diversos funcionários da empresa, inclusive do Líder, um empresário de uma empresa de andaimes.
Fatores como clima organizacional, resolução de conflitos, assédio moral, assertividade (ou a falta dela), problemas com as chefias(que vemos todos os dias no nosso dia a dia pelas empresas seja em Portugal, no Brasil e como no filme na Austrália), má gestão da empresa, problemas de comunicação, gerando uma enorme desmotivação e as consequências desse mix no ambiente de trabalho e consequentemente no familiar. A mediação do conflito fica ao cargo de um conselheiro que está impecável em seu papel.
O filme foi contagiante, comovente, arrancou lágrimas e foi aplaudido por todos que estavam na sessão do Rivoli.
Foi dos melhores filmes que assisti nos últimos tempos, sobre a temática da gestão de RH (ou a falta dela) e as suas consequências, de forma tão bem contada.
Recomendo para todos que se interessam por Relacionamento Interpessoal, Comunicação, Relações de Trabalho, Liderança, Motivação e Gestão de Pessoas.
Agora é esperar para ver se vai passar no circuito normal de cinema ou se sairá em dvd. Vamos torcer, pois vale e muito a pena a reflexão.
Assistam o trailer.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Construir Seu Caminho
"Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar para atravessar o rio. Ninguém exceto tu!"
Nietzsche
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Dica de Livro: Venda Seu Peixe
Você tem dificuldade em vender seu produto ou serviço? Tem vergonha ou medo de se expor? Pensa que podem vê-lo como um pretensioso, arrogante? Acha que outros clientes surgirão apenas por um bom trabalho que você venha a fazer? Tem dificuldade em estabelecer contato com alguém que poderia lhe indicar uma oportunidade de emprego, por achar que estará a ser muito invasivo?
Se alguma dessas questões estão ou estiveram na sua cabeça, você não é o único a pensar assim.
Muitas vezes temos a crença de que fazer propaganda de seu trabalho é algo negativo, que se alguém tem que descobrir que você é bom, é porque outras pessoa indicarão que você fez e foi ótimo. Não descarto essa possibilidade que é verdadeira. Só que se ninguém sabe o que você faz, não o conhecem, como poderão fazê-lo? Saber "vender seu peixe" ou melhor seus serviços profissionais é competência fundamental para ter sucesso. A pessoa não precisa se tornar um arrogante-egóico só que é de extrema importância que outras pessoas saibam o que ela faz.
Algumas pessoas usarão o Facebook para capitalizar novos contatos profissionais e novos trabalhos. Sou réu confessa, estou a aprender a aceitar que a rede de Mark Zuckerberg pode ser positiva neste sentido, tudo depende do fim que damos à ela. Ainda ontem conversava com uma amiga que dizia isto, que o que sinto é uma "crença". Sim eu sei.Para quebrar uma crença lá estou a fazer a divulgação do meu trabalho também. É mais um canal de "propaganda", novos contatos, que surgem, novas oportunidades, não dá para negar isto.
Quando o livro Venda Seu Peixe, de José Augusto Minarelli foi lançado há mais de 10 anos, época em que li, fiquei impressionada com a forma do autor abordar a questão da venda e aí não podemos pensar em venda apenas daquela pessoa que vai a um estabelecimento comercial adquirir um bem, mas sim da venda de seus serviços, caso você tenha algo a oferecer e nós sempre temos.
Lembre-se existe venda quando se está em busca de um emprego. No momento que a pessoa está fazendo uma entrevista ele está vendendo ao selecionador suas qualidades e aptidões.
O livro tem uma linguagem simples, direta e com certeza auxiliará para que tenha uma nova visão de como fazer o seu melhor e ser reconhecido por isso.
Recomendo!
Se alguma dessas questões estão ou estiveram na sua cabeça, você não é o único a pensar assim.
Muitas vezes temos a crença de que fazer propaganda de seu trabalho é algo negativo, que se alguém tem que descobrir que você é bom, é porque outras pessoa indicarão que você fez e foi ótimo. Não descarto essa possibilidade que é verdadeira. Só que se ninguém sabe o que você faz, não o conhecem, como poderão fazê-lo? Saber "vender seu peixe" ou melhor seus serviços profissionais é competência fundamental para ter sucesso. A pessoa não precisa se tornar um arrogante-egóico só que é de extrema importância que outras pessoas saibam o que ela faz.
Algumas pessoas usarão o Facebook para capitalizar novos contatos profissionais e novos trabalhos. Sou réu confessa, estou a aprender a aceitar que a rede de Mark Zuckerberg pode ser positiva neste sentido, tudo depende do fim que damos à ela. Ainda ontem conversava com uma amiga que dizia isto, que o que sinto é uma "crença". Sim eu sei.Para quebrar uma crença lá estou a fazer a divulgação do meu trabalho também. É mais um canal de "propaganda", novos contatos, que surgem, novas oportunidades, não dá para negar isto.
Quando o livro Venda Seu Peixe, de José Augusto Minarelli foi lançado há mais de 10 anos, época em que li, fiquei impressionada com a forma do autor abordar a questão da venda e aí não podemos pensar em venda apenas daquela pessoa que vai a um estabelecimento comercial adquirir um bem, mas sim da venda de seus serviços, caso você tenha algo a oferecer e nós sempre temos.
Lembre-se existe venda quando se está em busca de um emprego. No momento que a pessoa está fazendo uma entrevista ele está vendendo ao selecionador suas qualidades e aptidões.
O livro tem uma linguagem simples, direta e com certeza auxiliará para que tenha uma nova visão de como fazer o seu melhor e ser reconhecido por isso.
Recomendo!
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Dica de Livro: Winning Teams Winning Cultures

Ganhei o livro agora neste final de 2011, de um amigo brasileiro(Obrigada Nando!) vive na América há mais de 20 anos e conhece bem a cultura americana, o modo de trabalhar das e nas empresas e me presenteou com um livro que dou a dica. Estou lendo e farei o comentário posteriormente.
Winning Teams Winning Cultures (Equipes vencedoras Culturas vencedoras)
Larry Senn e Jim, Hart
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Livro: Leve seu Gerente ao Cinema - Filmes que Ensinam
O que a área de Recursos Humanos tem a ver com cinema? Tudo. Não à toa existem tantos filmes com o tema demissão, downsizing, recrutamento & seleção, ética, treinamento, empreendedorismo, responsabilidade social muito mais.
Para os apaixonados pela sétima arte, o cinema tem um lado terapêutico, uma forma de expressão que consegue nos fazer refletir, trazer novas ideias para um tema que se fossemos apenas pensar de forma literal não chegaríamos a uma conclusão criativa para enxergar um outro lado de uma questão. Quantas vezes ao assistir um filme conseguimos nos transportar e repensar sobre a questão sobre um outro prisma?
O livro Leve Seu Gerente ao Cinema traz em cada página o roteiro de filmes clássicos e atuais para serem debatidos na empresa, na família, sozinho ou acompanhado. A autora Myrna Silveira Brandão consegue fazer isso com um brilhantismo ímpar.
É um livro é essencial para quem trabalha com pessoas, são filmes para a VIDA.
Recomendo.
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sexta-feira, 24 de junho de 2011
Diferenças culturais e valores profissionais

Operários — 1933
óleo/tela 150 X 205cm,
óleo/tela 150 X 205cm,
"Tarsila do Amaral -1933"Col. do Gov. do Estado de São Paulo
Fonte da imagem: www.paineldosaber.com.br
A matéria abaixo foi retirada na íntegra do Canal RH
O diretor da Robert Half para a América Latina, Ricardo Bevilacqua, ressalta que algumas características dos brasileiros em relação à carreira se assemelham mais aos povos asiáticos do que aos europeus. Para 34% dos brasileiros e 37% dos profissionais de Dubai, por exemplo, assumir responsabilidades e ter melhores condições para o desenvolvimento da carreira são motivadores para a troca de emprego, considerando a mesma remuneração e o mesmo pacote de benefícios. Os percentuais dos dois países ficaram bem acima da média mundial, que foi de 24%. Países como Áustria, República Checa, Suíça e Holanda ostentaram índice ainda mais baixo: apenas 20% dos entrevistados disseram que mudariam de emprego em troca de condições de aprimoramento profissional e maiores responsabilidades.
A busca por qualidade de vida justificaria a mudança de emprego para 37% dos entrevistados na média de todos os países pesquisados. No Brasil, esse aspecto é importante para 32% dos entrevistados. Em Dubai, a relevância cai para 11%. Naquele país, os profissionais consideram a reputação da marca da empresa como o segundo atrativo para a troca de emprego, com 27% de preferência.
Nos países europeus, por outro lado, a perspectiva de qualidade de vida afeta a decisão de mais de 40% dos entrevistados na maioria dos países: França (44%), Bélgica, Holanda e Itália (42%), República Checa (41%) e Suíça (40%). A qualidade de vida influenciaria menos a decisão de austríacos (39%), luxemburgueses (33%) e alemães (26%).
Diferenças culturais
O CEO global do Great Place to Work, José Tolovi Jr., entende que o resultado da pesquisa confirma uma diferença cultural que pode ser percebida em uma simples visita a empresas brasileiras e europeias. “Para os europeus, o trabalho é um mal necessário, pois o lazer é que realmente motiva o ser humano. No Brasil e em outros países da América Latina, assim como nos Estados Unidos, existe uma maior valorização do esforço para se superar crises ou para se obter sucesso na vida e na carreira”, observa. Ele faz questão de ressaltar, porém, que essa é uma tendência cultural e não uma regra aplicável a 100% nem dos brasileiros, nem dos europeus.
Tolovi comenta que as diferenças no comportamento profissional também são afetadas por contingências econômicas, históricas e sociais mais amplas. Ele observa que, no Brasil, por exemplo, é possível ascender socialmente por meio do trabalho, enquanto, na Europa, as classes sociais são mais estáveis, com poucas diferenças salariais, o que desestimula o esforço extra. Além disso, o europeu, de modo geral, quer ganhar o justo para viver dentro de seus referenciais sociais e aproveitar ao máximo a vida, enquanto outros países acreditam que o esforço pode resultar em melhoria de vida. “É basicamente uma questão de ambição e nós, das Américas, somos muito mais ambiciosos do que os profissionais da Europa”. No Japão, por outro lado, há uma espécie de ambição coletiva. Tolovi informa que lá, “trabalha-se muito, e duro, porque o país e a empresa, nessa ordem, são mais importantes que a família”.
Para o consultor científico do Instituto Qualidade de Vida, Artur Zular, a diferença da relação entre carreira e qualidade de vida para europeus e brasileiros tem raízes culturais relacionadas com a maturidade histórica dos países e com a percepção de futuro. “O Brasil é um país jovem e imaturo, no qual as pessoas chegam ao mercado de trabalho muito cedo e com uma ansiedade pelo crescimento, a ponto de colocar a carreira muito acima da qualidade de vida e até da própria saúde”.
Zular acredita que isso advém de uma sensação de insegurança em relação ao futuro. “Os brasileiros só começaram a acreditar agora que têm um futuro. Antigamente, as pessoas morriam trabalhando”, lembra. Na Europa, por sua vez, o padrão cultural é mais consolidado e os indivíduos pensam no bem-estar biopsicossocial no presente e no futuro. Por isso exigem mais qualidade de vida agora, visando garantir sua manutenção por mais tempo.
www.canalrh.com.br
A forma como cada profissional encara aspectos da carreira guarda relação direta com a cultura e com a sociedade nas quais ele está inserido. Assim, brasileiros são mais preocupados com a carreira do que europeus, que priorizam a qualidade de vida. Os brasileiros também estão entre os poucos que consideram o crescimento profissional e maiores responsabilidades como motivadores para a mudança de emprego, mesmo com igual remuneração. As conclusões são da pesquisa sobre mercado de trabalho elaborada pela consultoria Robert Half, que ouviu executivos do Brasil, Áustria, Bélgica, República Checa, Dubai, França, Alemanha, Itália, Luxemburgo, Suíça e Holanda.Aspectos culturais determinam valores profissionais
quarta-feira, 8 de junho de 2011
por Daniela Lessa
O diretor da Robert Half para a América Latina, Ricardo Bevilacqua, ressalta que algumas características dos brasileiros em relação à carreira se assemelham mais aos povos asiáticos do que aos europeus. Para 34% dos brasileiros e 37% dos profissionais de Dubai, por exemplo, assumir responsabilidades e ter melhores condições para o desenvolvimento da carreira são motivadores para a troca de emprego, considerando a mesma remuneração e o mesmo pacote de benefícios. Os percentuais dos dois países ficaram bem acima da média mundial, que foi de 24%. Países como Áustria, República Checa, Suíça e Holanda ostentaram índice ainda mais baixo: apenas 20% dos entrevistados disseram que mudariam de emprego em troca de condições de aprimoramento profissional e maiores responsabilidades.
A busca por qualidade de vida justificaria a mudança de emprego para 37% dos entrevistados na média de todos os países pesquisados. No Brasil, esse aspecto é importante para 32% dos entrevistados. Em Dubai, a relevância cai para 11%. Naquele país, os profissionais consideram a reputação da marca da empresa como o segundo atrativo para a troca de emprego, com 27% de preferência.
Nos países europeus, por outro lado, a perspectiva de qualidade de vida afeta a decisão de mais de 40% dos entrevistados na maioria dos países: França (44%), Bélgica, Holanda e Itália (42%), República Checa (41%) e Suíça (40%). A qualidade de vida influenciaria menos a decisão de austríacos (39%), luxemburgueses (33%) e alemães (26%).
Diferenças culturais
O CEO global do Great Place to Work, José Tolovi Jr., entende que o resultado da pesquisa confirma uma diferença cultural que pode ser percebida em uma simples visita a empresas brasileiras e europeias. “Para os europeus, o trabalho é um mal necessário, pois o lazer é que realmente motiva o ser humano. No Brasil e em outros países da América Latina, assim como nos Estados Unidos, existe uma maior valorização do esforço para se superar crises ou para se obter sucesso na vida e na carreira”, observa. Ele faz questão de ressaltar, porém, que essa é uma tendência cultural e não uma regra aplicável a 100% nem dos brasileiros, nem dos europeus.
Tolovi comenta que as diferenças no comportamento profissional também são afetadas por contingências econômicas, históricas e sociais mais amplas. Ele observa que, no Brasil, por exemplo, é possível ascender socialmente por meio do trabalho, enquanto, na Europa, as classes sociais são mais estáveis, com poucas diferenças salariais, o que desestimula o esforço extra. Além disso, o europeu, de modo geral, quer ganhar o justo para viver dentro de seus referenciais sociais e aproveitar ao máximo a vida, enquanto outros países acreditam que o esforço pode resultar em melhoria de vida. “É basicamente uma questão de ambição e nós, das Américas, somos muito mais ambiciosos do que os profissionais da Europa”. No Japão, por outro lado, há uma espécie de ambição coletiva. Tolovi informa que lá, “trabalha-se muito, e duro, porque o país e a empresa, nessa ordem, são mais importantes que a família”.
Para o consultor científico do Instituto Qualidade de Vida, Artur Zular, a diferença da relação entre carreira e qualidade de vida para europeus e brasileiros tem raízes culturais relacionadas com a maturidade histórica dos países e com a percepção de futuro. “O Brasil é um país jovem e imaturo, no qual as pessoas chegam ao mercado de trabalho muito cedo e com uma ansiedade pelo crescimento, a ponto de colocar a carreira muito acima da qualidade de vida e até da própria saúde”.
Zular acredita que isso advém de uma sensação de insegurança em relação ao futuro. “Os brasileiros só começaram a acreditar agora que têm um futuro. Antigamente, as pessoas morriam trabalhando”, lembra. Na Europa, por sua vez, o padrão cultural é mais consolidado e os indivíduos pensam no bem-estar biopsicossocial no presente e no futuro. Por isso exigem mais qualidade de vida agora, visando garantir sua manutenção por mais tempo.
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quarta-feira, 30 de março de 2011
Divulgando A Ponte Mattoso

É impressionante como o facto de estar em Portugal, não me impede de conhecer pessoas maravilhosas no Brasil.
Apresento Roberto Mattoso, Coach em Vida, Poeta, Compositor, Músico, Palestrante em RH, Liderança, e mais, muito mais. Temos uma lista de afinidades.
Flávia Mello jornalista e amiga, fez essa ponte, literalmente.
Pra já temos muito trabalho aqui em Portugal, em Niterói, no Brasil e se calhar no mundo.
É um prazer imenso poder partilhar tantas coisas boas com você Mattoso.
Divulgo a bela entrevista na TV, canal 17 da NET Brasil.
É realmente um prazer conhecer você Mattoso.
Como você disse versos e abraços.
Seja bem vindo!!!
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