sábado, 5 de março de 2011
DIFICULDADE EM ENCONTRAR PROFISSIONAIS - Parte II
sexta-feira, 4 de março de 2011
DIFICULDADE EM ENCONTRAR PROFISSIONAIS - Parte I
quinta-feira, 3 de março de 2011
O que é o TEDx
terça-feira, 1 de março de 2011
Limpeza Emocional

1. Responsabilize-se pelo que você está sentindo. Quando você se percebe reagindo emocionalmente a outra pessoa geralmente está refletindo alguma característica que você ainda não reconheceu inteiramente na sua própria natureza. Quando você aceita a responsabilidade por suas emoções e deixa de ser um grande conjunto de reflexos condicionados você não vai ser mais vulnerável às opiniões de cada pessoa que você encontra.
2. Identifique a emoção. “Eu sinto…..” Pode ser raiva, tristeza, dor, traição, rejeição, desesperança, etc. Defina e descreva tão claro quanto possível o que você está sentindo.
3. Testemunhe um sentimento em seu corpo. Emoções são pensamentos associados com as sensações físicas. Nossos pensamentos disparam reações corporais, liberando químicas, que tem vida nelas mesmas. A expressão fisiológica de estresse não pode ser instantaneamente descartada. Ao invés da energia da emoção deve ser dissipada antes que a emoção possa ser mais processada. Simplesmente observe o sentimento. Permita sua atenção envolver a sensação em seu corpo. Pela simples experiência da sensação física parte da carga emocional vai se dissipar permitindo a você ouvir a mensagem que a emoção carrega.
4. Liberar a emoção. Tente escrever ou verbalizar sobre seus sentimentos. Faça um diário com esse propósito. Permita que memórias de situações similares despertem e escreva sobre elas também. Use a linguagem que melhor descreve o que você está sentindo. Permita expressar-se completamente sobre como você se sente na situação.
5. Libere emoções através de um ritual. Andar, alongar-se, dançar livremente, ouvir musica, respire profundamente – qualquer coisa que lhe ajude a descarregar a emoção de sua fisiologia. Permita ao seu corpo desintoxicar-se. Reconheça essa liberação em voz alta permitindo que gentilmente deixe seu corpo.
6. Compartilhe a emoção com mais alguém. Identifique um bom ouvinte, alguém que possa ser empático sem tentar resolver ou julgar seu problema. Permita-se estar confortável com essa pessoa.
7. Rejuvenesça! Faça alguma coisa boa para si mesmo. Uma massagem, ouvir musica, comprar-se um presente, comer uma refeição deliciosa. Nutra-se. Demanda consciência e comprometimento com o crescimento pessoal enfrentar o processo de liberação emocional. Assim recompensa-se pelo seu bom trabalho.
Como grandes atores shakespearianos desempenhamos papéis através do curso de nossa vida. Como pai, mãe, amante ou amigo, cada papel tem um começo, um meio e um fim. Quando nos entendemos como observadores eternos dos papeis que desempenhamos podemos desfrutar cada parte sem sermos obscurecidos tanto pelas cenas boas como pelas ruins.
(Autor desconhecido)
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Dinâmica de Grupo, há controvérsias
É um dos assuntos mais polêmicos em RH.
Muitos candidatos não gostam de dinâmica de grupo, mas especialistas em RH a defendem
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
por Lucas Toyama
Maria Augusta Jordão não pode ouvir falar em dinâmica de grupo. Reservada, ao longo de um processo seletivo para uma empresa do setor de telemarketing, ela precisou se apresentar na frente de um grupo de 20 pessoas, fazendo malabarismos com três bolas de tênis ao mesmo tempo em que respondia perguntas elaboradas pela equipe avaliadora. A justificativa para a atividade era a de testar sua concentração e habilidades manuais. “Foi um absurdo e totalmente desnecessário”, conta. Ela até passou para a etapa seguinte, no entanto, desistiu da vaga. “Não saí na hora porque o clima era muito tenso e eu fiquei intimidada, mas assim que deixei a dinâmica, decidi não voltar nunca mais”, explica.
O caso de Maria Augusta e sua opinião sobre o que com ela aconteceu são mais comuns do que se pensa. Há sempre uma historinha em relação às dinâmicas de grupos e, junto delas, um sem-número de pessoas que as odeia. “A técnica da dinâmica de grupo é ainda uma caixa-preta para a maioria dos candidatos, portanto é natural sentir desconforto diante de uma situação que você não entende e não pode administrar”, afirma Jacqueline Resch, consultora em RH.
Ela destaca, no entanto, que, se bem conduzida, a dinâmica torna-se uma importante ferramenta de seleção. “As pessoas muitas vezes não entendem a relação dos exercícios que fazem com aquilo que irão fazer na empresa ou com as competências requeridas para o cargo. Se bem utilizadas, elas são um excelente instrumento de avaliação do aspecto comportamental do candidato”, diz. “Contudo, há ainda aqueles que não se sentem à vontade em se expor diante de um grupo desconhecido”, relata. Para esses, o jeito é avaliar a pertinência do exercício e, friamente, tomar uma decisão, consciente das implicações dela – entenda-se, a eliminação no processo seletivo.
Para Elaíce Farias Shinoda, da Steer Recursos Humanos, consultoria especializada na seleção de profissionais “as atividades em grupo solicitadas durante o processo são capazes, sim, de mostrar características e habilidades que serão necessárias para determinada vaga”. Ela, contudo, concorda que pode haver exageros, evidência de um processo mal elaborado. “O que queremos observar nesses processos é interação entre os candidatos. Vamos buscar sinais de liderança, capacidade de trabalho em equipe ou o contrário, tudo dependendo do perfil que a vaga em questão exige”, diz Elaíce.
Veja o que as especialistas apontam como vantagens e desvantagens das dinâmicas de grupo:
Vantagens
- Oportunidade de demonstrar seu comportamento e como se relaciona em grupo.
- Em entrevistas individuais, os candidatos não têm tantas chances de emitir opiniões e exteriorizar aspectos de comportamento como liderança, empreendedorismo, criatividade, capacidade de atuar em situações-limite.
- A dinâmica pode ser aproveitada para candidatos conhecerem outras pessoas, trocarem ideias, fazerem networking.
- A cada dinâmica, o candidato consegue aprimorar sua capacidade de se incluir e de trabalhar em grupo.
- Por ser um processo de várias horas, a dinâmica não permite que o candidato se porte de uma maneira “treinada” por muito tempo. A real essência de cada um sempre vem à tona.
Desvantagens
- Algumas empresas dão explicações superficiais sobre o processo e não dão feedback quando a seleção termina, o que não agrega ao processo de aprendizado do candidato que procura emprego.
- Muitas pessoas na mesma dinâmica e apenas um selecionador para observar o comportamento de todos pode ser ruim. O ideal é trabalhar com números menores de pessoas, de forma que o observador consiga avaliar e dar atenção a todos.
Candidatos muito tímidos, que têm dificuldade de se expor em público e dizer opiniões podem perder lugar para um profissional que pode ser até menos competente, porém mais desinibido. Caberá sempre ao selecionador saber identificar as reais qualificações e atitudes dos candidatos presentes.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
MANTENHA SUA EMPREGABILIDADE EM ALTA
Retirado de www.canalrh.com.br
Como se manter atraente para o mercado de trabalho
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Não basta ser competente, é preciso ser atrativo ao mercado de trabalho. É o que garante Laerte Cordeiro, especialista da Laerte Cordeiro Consultores em Recursos Humanos, ao indicar que os profissionais devem ficar atentos ao seu nível de empregabilidade. "Empregabilidade é o nível de atendimento, por parte de qualquer executivo, das contínuas e mutáveis exigências profissionais impostas pelo mercado de trabalho", diz. A receita para os executivos atuais é, então, manter um conjunto integrado de qualificações que as empresas procurem, seja no mercado ou em seu próprio quadro de funcionários. "Hoje em dia, não basta ser competente e ter conhecimento técnico na área de opção para assegurar alta empregabilidade. O mercado exige também a competência gerencial que leva a resultados e a competência humana e cultural que resulta numa relação produtiva com pessoas e organizações", explica.
O problema, segundo o especialista, é que muitas vezes as pessoas só se preocupam com a empregabilidade na hora que têm de procurar um novo emprego. "A recomendação é que todo executivo procure testar sua empregabilidade e aprenda a enfatizar seus pontos fortes. A acomodação pode levar a um desastre na carreira."
Dicas
Para ajudar a manter a empregabilidade nas alturas, o especialista dá cinco dicas de ouro:
- Ver e ser visto é essencial. Ir a eventos de headhunters ajuda a saber o que o mercado esperado profissional e, assim, se preparar para se encaixar em vagas futuras.
- Estar de olho nas vagas de emprego, mesmo sem estar procurando uma nova posição, é importante. O profissional fica a par do que o mercado exige na hora de trazer um novo funcionário ao quadro.
- Congressos, simpósios, reuniões, palestras e fóruns que tragam ao conhecimento o que as empresas de determinada área espera de seus executivos é de grande importância. Também, pesquisar em livros e revistas especializados em gestão de pessoas ajuda a saber sobre as inovações dos processos de recrutamento e o que os recrutadores entende como bons profissionais.
- Manter o currículo turbinado é fundamental. Assistir a cursos e a palestras em sua área de atuação permite ao executivo estar bem-preparado para alçar novos voos.
- Manter abertos os canais de networking para que as pessoas informem o que acontece à volta, no mercado de trabalho, e o que as empresas requisitam, é outra atitude recomendada.
Empregabilidade a mil
- Alta escolaridade formal.
- Investimento pessoal no aprimoramento profissional.
- Conhecimentos sólidos em tecnologia da informação.
- Proficiência em inglês e espanhol.
- Experiência profissional.
- Trajetória coerente de ascensão hierárquica.
- Competência no relacionamento interpessoal.
- Bons conhecimentos gerais.
- Bom relacionamento interpessoal.
- Visão globalizada.
- Conhecimentos de técnicas gerenciais modernas
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
AS ORGANIZAÇÕES POSITIVAS

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
SEMPRE HÁ UMA SAÍDA
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
COLOCANDO ORDEM NAS ABÓBORAS - METÁFORA

COLOCANDO ORDEM NAS ABÓBORAS
Era uma vez um cocheiro que dirigia uma carroça cheia de abóboras.
A cada solavanco da carroça, ele olhava para trás e via que as abóboras estavam todas desarrumadas.
Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar. Mal reiniciava sua viagem, vinha outro solavanco e... Tudo se desarrumava de novo.
Então ele começou a ficar desanimado e pensou: "jamais vou conseguir terminar minha viagem!
É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas!".
Quando estava assim pensando, passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras e ele observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás: as abóboras que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco.
Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do local onde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares.
Assim também é a nossa vida: quando paramos demais para olhar os problemas, perdemos tempo e deixamos de aproveitar as coisas boas do caminho.
Autor desconhecido (Fonte: Grupo Recursos Humanos em Ação)
domingo, 6 de fevereiro de 2011
CONSULTORIAS DE RH EXAGERAM NA DOSE

