quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

2 ENGENHEIROS E 8 MILHÕES

Tive a oportunidade de conhecer pessoalmente o fantástico Educador Mário Sérgio Cortella, no Congresso RH-Rio da Associação Brasileira de Recursos Humanos.
Vale a pena!


MENSAGEM: MENOS

Veio de uma super amiga do Brasil.

MENOS
de Jairo Larroza

Desejo a você um novo ano com menos.
Menos ansiedade, menos inimizades,
menos coisas entulhando sua casa,
e menos compromissos que não acrescentam nada.

Menos hipocrisia, menos coisas no armário,
menos mágoas, menos enfermidade circulando no sangue,
menos dores de cabeça, menos traiçoeiras fantasias,
menos dúvidas sobre o que é fundamental.

Desejo a você um ano com menos.
Menos correria inútil,
menos culpa,
menos medo do futuro,
menos cumprimentos constrangidos,
menos coisas que se podem comprar,
menos dívidas, menos cobranças,
menos crítica, menos raiva,
menos vazio na alma.

Desejo a você a subtração do que faz morrer.
Desejo a você a presença incomparável do Cristo,
que nasceu, viveu, morreu e ressuscitou
para nos dar o perdão total, a vida eterna.

Tudo, menos o mal.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

O QUE FAZ O MEDO? METÁFORA

O que faz o medo

Num país em guerra havia um rei que causava espanto. Sempre que fazia prisioneiros, não os matava.

Levava-os para uma sala onde havia, de um lado, um grupo de arqueiros, e do outro uma imensa porta de ferro

sobre a qual se viam gravadas figuras de caveiras cobertas de sangue. Nesta sala o rei colocava-os em círculo

e dizia-lhes então:

- Vocês podem escolher entre morrer atravessados pelas flechas dos meus arqueiros ou passarem por aquela porta e serem lá trancados por mim!

Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros.

Ao terminar a guerra, um soldado que por muito tempo servira o rei, dirigiu-se ao soberano:
- Senhor, posso-lhe fazer uma pergunta?
- Diga, soldado.
- O que há por detrás da assustadora porta?
- Vá lá, e veja com os seus próprios olhos.

O soldado abre então vagarosamente a porta e, à medida que o faz, raios de sol vão entrando e iluminam o ambiente... E, finalmente, descobre altamente surpreendido que...

... a porta se abria sobre um caminho que conduzia à LIBERDADE!!!

O soldado admirado apenas fica a olhar para o seu rei, que diz:
- Eu dava-lhes a escolha, mas preferiam morrer a arriscar-se a abrir esta porta.

(autor desconhecido)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

PROMESSAS E METAS PARA O ANO NOVO

Sempre que estamos próximos do ano novo sentimos uma incrível motivação para realizar novos votos, promessas e metas. Também costumamos sentir um arrependimento por aquilo que gostaríamos de ter feito e não fizemos

Mas, não foi exatamente isso que aconteceu nesta época do ano passado?

O que aconteceu de fato? Por que não fizemos aquele regime? Por que não fizemos os exercícios prometidos? E aquele curso que tanto queríamos? Afinal, por que nossas promessas não foram cumpridas e as metas não foram alcançadas?

Promessas e intenções não são atitudes. Muitas pessoas fazem promessas para o ano novo, mas se esquecem que só a ATITUDE pode concretizá-las.

Promessas são apenas palavras, até começarem a ser cumpridas por nossas atitudes.

O primeiro grande equívoco é confundir desejo com vontade. A maioria de nós apenas deseja. Muitos, inclusive, desejam intensamente... Mas desejo é algo apenas potencial. Sem o exercício da vontade o desejo não se realiza.

A diferença entre desejo e vontade é:

Desejo é um estado da mente e está ligado a expectativas.

Vontade é um atributo da mente e está ligada a atitude.

Se o seu "querer" estiver na esfera do desejo, ele pode não se realizar, porque você não estará tomando nenhuma atitude na direção da sua realização.

Nossos votos, promessas e metas são expressões de nossos desejos, demonstram o que queremos em potencial, mas somente a atitude materializa este "querer".

Nossa vontade é o exercício das nossas atitudes.

Por exemplo, o princípio cristão "bem aventurados os homens de boa vontade" demonstra muito bem esta diferença. As bem aventuranças são consequência da boa vontade, ou seja, das atitudes corretas. Não basta querer, é preciso agir!

Muitas pessoas buscam a felicidade, mas não percebem que suas atitudes estão muitas vezes no sentido contrário à felicidade que buscam.

Para este ano que se inicia, de nada adiantará fazermos novas promessas ou apenas acreditar que cumpriremos as que não realizamos no ano que passou – é preciso reformar nossas atitudes!

A chave para reorientar nossas atitudes consiste em 3 pilares: Abandonar, Manter e Adquirir:

Abandonar as atitudes que nos afastam da realização de nossos objetivos.

Manter as atitudes necessárias para alcançar nossos objetivos pelo tempo necessário para que possam surtir efeito e trazer resultados.

Adquirir os conhecimentos e adotar as atitudes que nos faltam para realizar nossos sonhos.

Se você deseja ser feliz precisa abandonar a tristeza.

Para desenvolver uma nova competência não podemos ser imediatistas, precisamos manter nossos esforços pelo tempo suficiente para sedimentar nossas conquistas.

Para construirmos a melhor versão do futuro precisamos desenvolver a melhor versão de nós mesmos, e isso inclui adquirir conhecimentos e desenvolver atitudes que ainda não temos.

Abandonar, manter e adquirir são três grandes ferramentas para que, no final deste novo ano que se inicia, não nos encontremos frustrados por não ter cumprido as promessas e votos que fizemos.

Para este novo ano não fique refém de promessas, desenvolva novas atitudes: atitudes vencedoras!

Feliz ano novo, feliz vida nova!


Por Carlos Hilsdorf - economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Considerado um dos melhores palestrantes do Brasil na atualidade. Palestrante do Congresso Mundial de Administração (Alemanha) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor do best seller Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero, e do sucesso 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira. Referência nacional em desenvolvimento humano.

Site: www.carloshilsdorf.com.br – Twitter: www.twitter.com/carloshilsdorf

ACEITAÇÃO

Conhecem a sensação característica das segundas-feiras de manhã, o pensamento no chefe, as tarefas que nos desagradam e têm de ser feitas, arrumar os papéis no escritório, ou simplesmente limpar a casa, o encontro com aquela pessoa terrível que não podemos evitar… já para não falar na sensação subjacente contínua de irritação, vazio, culpa, ou uma simples inquietação subtil… ou ainda aquelas reacções inesperadas que, por mais que façamos, não conseguimos controlar… E então, neste momento especial do ano, decido:

- Tenho de me livrar de tudo isto!

Talvez que para muitas pessoas seja uma surpresa o que vou dizer: o primeiro passo é deixar as coisas como elas estão. O remoer mental a procurar soluções não adianta, pelo contrário, pode agravar a situação. Estamos tão habituados a resolver qualquer situação no mundo físico através das faculdades cognitivas, raciocinando sobre a solução, que queremos resolver da mesma maneira os problemas pessoais e relacionais através de um diálogo interno. A questão é que, este remoer automático no campo pessoal e das relações, agrava, em geral, ainda mais as sensações limitadoras e pode aumentar os sentimentos de culpa resultantes da nossa incapacidade para resolver questões emocionais internas.

Então a saída desta situação, como há muitos anos se afirma nos livros de auto-ajuda e cursos de desenvolvimento pessoal, seria a repetição afirmativa de pensamentos positivos. Em vez de remoer pensamentos negativos, dirija-se de forma positiva àquilo que quer: por exemplo, ser livre, ter paz interior, ser feliz, calmo e confiante, em equilíbrio connosco e com os outros, sobretudo, em balanço com o que sentimos que há de mais essencial em nós… O que é melhor! Mas infelizmente, na maioria das vezes, também não funciona. E aqui a razão é mais subtil. Pensamos que nos estamos dirigindo de forma positiva para o que queremos, não estando conscientes do diálogo interno automático que tem raízes profundas em nós. Por detrás das afimações positivais mais ou menos racionais, uma voz íntima diz: - não quero mais a prisão, nem o vazio, nem o reboliço interior, nem a insegurança, nem o medo - uma voz que é a expressão de uma criança ferida, desesperada por atenção e elogio, pelo reconhecimento e colo que lhe faltaram. Ora as determinantes das nossas sensações e comportamentos, não são os pensamentos mais ou menos conscientes mas sim, sem que demos por isso, a voz interior que escapa, em grande parte, ao nosso controlo consciente e que é a expressão da dor que não queremos sentir. O que fazemos, na realidade, é fugir a esta dor, à custa de muito esforço e desperdícios de energia.

As pessoas empregam diversas maneiras para se afastar da dor. A maioria consiste em sedativos para acalmar os sintomas desconfortantes, muitas vezes temporariamente, o consumo generalizado na sociedade actual, não só o consumo de drogas com nomes oficiais de drogas, para além do álcool e tabaco, mas das outras todas – televisão, viagens, roupas, carros, cursos de desenvolvimento pessoal, livros de auto-ajuda, alguns movimentos ou técnicas espirituais, comemorações religiosas, política, profissão, no fundo, tudo o que a sociedade de consumo oferece, pode servir.

Há também práticas terapêuticas que pretendem neutralizar a emoção negativa dos acontecimentos que estão na origem dos nossos infortúnios. Ora como os nossos infortúnios, registados no nosso corpo e alma, já podem vir de gerações e gerações passadas, há aqui um bom negócio. Claro que tais práticas podem oferecer, não só alívio e insight, como transformar e levar a uma maior abertura, calma e flexibilidade. Podem-se até, excepcionalmente, experimentar momentos de congruência interna e mesmo o contacto com algo mais profundo que vai além das construções intelectuais ou de emoções específicas. Na verdade, o caminho da nossa “libertação” parece, inevitavelmente, empregando linguagem metafórica, fazer-se através da queda de muros de prisões internas sucessivas.

Sem pretender ser exaustivo, posso nomear ainda outras formas de ajuda para a transformação do desconforto. Pode trabalhar-se directamente com o pensamento cognitivo. Há pessoas especializadas, por exemplo, dentro da filosofia e da psicologia cognitiva, que nos ensinam a pensar melhor. Na PNL (Programação NeuroLinguística) pretende-se, em grandes linhas, acompanhar as pessoas num processo contínuo de tomada de consciência da sua experiência subjectiva, destilando estruturas e processos de comunicação interna e externa e utilizando essas estruturas para a mudança. Outras formas de tomada de consciência da nossa experiência subjectiva, funcionamento da nossa mente, processos de transformação na nossa vivência da vida, são as práticas milenares de meditação e Yoga, sobretudo, no meu entender, as práticas mais tradicionais vindas do Budismo.

Nas formas de transformação pessoal que, tanto dentro das práticas milenárias de meditação, como na medicina comportamental que nos vem da América como ajuda no combate ao stress, tal como nas mais modernas formas de psicologia cognitiva à volta dos temas depressão e dor, e também dentro de uma visão da PNL, a palavra-chave é, cada vez mais, “aceitação”. E, para evitar mal-entendidos, não se trata aqui de “resignação”, mas justamente de algo que parece não ser nada fácil: em vez da luta interior e com os outros, trata-se da aceitação activa das coisas como elas são. Desde que se não faça isso, luta-se contra o que se não quer (guerra, crise, terrorismo, crime, doença…) que é a forma generalizada do pensamento negativo. E assim se reproduz o que já está mais que desgastado, entrando em jogo a velha lei: “ quanto mais luta contra o que não quer, mais justamente acabará por recebê-lo de presente”.

Um olhar mais compreensivo para comportamentos, sensações e crenças (não funcionais) como ponto de partida, é facilitado nos modelos da Programação NeuroLinguística:

Primeiro: aspectos não funcionais como agressividade, sensação de inferioridade, medo, desmotivação, orgulho, culpa, perfeccionismo, tristeza, controlo, inquietação, falta de auto-estima, etc., não são propriamente “eu”, mas partes de mim, fora do meu controlo racional;

Segundo: estes aspectos indesejáveis possuem uma intenção positiva, objectivos significativos. Cada pensamento, sensação ou acto de um aspecto de nós (agressividade, perfeccionismo, timidez…), pretende atingir uma hierarquia de objectivos significativos, que vão, por exemplo, de coragem, segurança, tranquilidade e bem-estar, até estados essenciais de Ser, como Amor, Plenitude ou Nirvana. Isto é algo de que, em geral, não nos apercebemos conscientemente. Um exemplo de uma hierarquia de objectivos: a parte agressiva em nós, age como age, para conseguir, possivelmente, a atenção do outro, ser respeitada, fazer-se ouvir, sentir-se segura, encontrar paz, tranquilidade e atingir o bem-estar, em última análise, até talvez, um estado de Paz, Plenitude ou Amor. Tudo intenções com significados altamente positivos, culminando com estados essenciais de Ser.

Estes significados essenciais positivos dos comportamentos, pensamentos, sensações do que catalogamos como indesejável, colocam a situação problemática numa nova dimensão ou acabam, até mesmo, por neutralizá-la, tal como num crente se dissolvem os seus problemas perante a manifestação divina do Amor. Quanto mais abrangente é a vivência do significado (Amor, Plenitude), mais profundas as transformações. É o que acontece no processo da “Transformação Essencial”, desenvolvido por Connirae Andreas, uma psicoterapeuta americana que fez parte do primeiro grupo de PNL formado por Bandler e Grinder, grupo esse a quem se deve o desenvolvimento da PNL até ao que hoje é.

Não se pretende directamente neutralizar o indesejável. Procura-se encontrar soluções alternativas ecológicas, para realizar as nossas intenções positivas, em que a tomada de consciência e a aceitação dos aspectos indesejáveis de nós, são o ponto de partida. Este parece-me um dos pontos mais essenciais da metodologia. Só a partir daí se pode dar a ruptura no nosso processo automático de funcionamento mental, processo esse de que, em geral, não temos consciência. A guerra é a constante nas nossas vidas. Reagimos de forma sonâmbula e automática, nas organizações, nas relações, durante as nossas actividades pessoais. Temos olhos que não vêem, ouvidos que não ouvem, como está escrito na velha parábola. De vez em quando despertamos. Despertamos, para logo depois o automatismo da luta contra o que é, se apoderar novamente de nós. Somos máquinas de desejo, robots, em luta connosco e com o mundo, irrequietos, muitas vezes em pânico, lutando, numa ilusão contínua de controlo. O remoer mental na procura de solução para um problema pessoal, tentar livrar-se de qualquer sensação indesejável, não leva longe. É curioso que tanto na medicina comportamental (Jon Kabat-Zinn), como na psicologia cognitiva ACT e MBCT (Steven C. Hayes, Spencer Smith, Zindel V Segal, J. Mark G. Wiliams, John Teasdale e outros), as palavras “aceitação” e “atenção plena e intencional no aqui e agora sem julgamentos” se estão a tornar as palavras-chave dum novo paradigma para uma nova vivência de nós e do mundo. Só então pode nascer a diferença.

Se queremos o novo em nós e no mundo, há que parar drasticamente com a forma como lidamos connosco. O primeiro passo é pois, de forma activa, aceitar as coisas como elas são, a começar por nós próprios, em vez da luta e remoer que agrava as sensações desconfortáveis. Em vez da repetição automática de velhos padrões, poderão, então, surgir novas escolhas e abrir-se o caminho para uma transformação mais radical. E talvez, um dia, se dê uma ruptura ainda maior. Talvez entremos no estado de Ser Pleno aqui e agora, nos estados essenciais de Totalidade, Paz, Amor. Isso só pode acontecer, dizem os entendidos, a partir de uma maneira mais compreensiva, respeitosa e terna de lidarmos connosco, sem luta contra as diversas partes de nós, nem exigências de recompensas imediatas.

Faz-me lembrar palavras de Krishnamurti. O que é preciso é deixar a nossa janela aberta, “… e a brisa vem quando vier. Se esperamos que a brisa venha porque abrimos a janela, ela nunca virá”.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

FELIZ 2011!

Foi a mensagem mais linda que recebi e partilhao
Dedicado a você que perto ou distante fez e faz parte de minha vida e que, mora eternamente em meu coração.
Dentro em breve estaremos no último dia do ano de 2010...e depois da meia-noite, virá o Ano Novo...

O engraçado é que, teoricamente, continua tudo igual...

Ainda seremos os mesmos.

Ainda teremos os mesmos amigos/amigas.

Ou o mesmo emprego.

As mesmas dívidas (emocionais e/ou financeiras).

Ainda seremos fruto das escolhas que fizemos durante a vida.

Ainda seremos as mesmas pessoas que fomos este ano...

A diferença, a sutil diferença, é que quando o relógio nos avisar que
é meia-noite, do dia 31 de dezembro de 2010, teremos um ano INTEIRO pela frente!
Um ano novinho em folha!

Como uma página de papel em branco, esperando pelo que iremos escrever.

Um ano para começarmos o que ainda não tivemos força de vontade,
coragem ou fé para...

Um ano para perdoarmos um erro, um ano para sermos perdoados dos
nossos....

365 dias para fazermos o que quisermos...

Sempre há uma escolha...

E, exatamente por isso, eu desejo que vocês façam as melhores escolhas
que puderem.

Desejo que sorriam o máximo que puderem.

Cantem as músicas que quiserem.

Abracem bem apertado. Curtam muito. Queiram bastante.

Sonhem com anjos e sejam por eles protegidos.

Agradeçam por estarem vivos e terem sempre mais uma chance para
recomeçar.

Agradeçam as suas escolhas, pois certas ou não, elas são suas.

E ninguém pode ou deve questioná-las.

Quero também agradecer aos amigos/gas

Aos que me 'acompanham' desde muito tempo. Aos que eu fiz este ano.

Aos que eu escrevo pouco, mas lembro muito.

Aos que eu escrevo muito e falo pouco.

Aos que moram longe e não vejo tanto quanto gostaria.

Aos que moram perto e eu vejo sempre.

Aos que eu dou a mão, quando me pedem ou quando me parecem um pouco
perdidos.

Aos que ganham e perdem.

Aos que me parecem fortes e aos que realmente são.

Aos que me parecem anjos, mas estão aqui e me dão a certeza de que este mundo é mesmo bom.

Grato por fazerem parte da minha história. Desejo a todos umAno Novo com muita paz, felicidades, prosperidade e, principalmente, bastante saúde.


Desejo que esse ano novinho de folhas em branco você possa escrever uma linda história.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

É HORA DE MUDAR DE EMPREGO?

Para uma reflexão antes do ano que vai iniciar.

Retirado de www.canalrh.com.br

por Arthur Chioramital

Uma pesquisa internacional promovida pela Bumeran, especializada em RH, com profissionais de diversos segmentos, revelou que mais de 90% estão insatisfeitos com seus empregos. O mundo atual exige dos profissionais a constante preocupação com a gestão de suas carreiras. Promoções, capacitações e mudanças de emprego fazem parte de um plano muitas vezes traçado durante a graduação. Diante desse cenário é importante saber reconhecer quando a trajetória dentro de uma companhia não oferece mais oportunidades de crescimento e ascensão.

De acordo com o mestre em administração de empresas e coordenador do curso de gestão de RH da Universidade Metodista de São Paulo, Luciano Venelli, o profissional precisa estar atento à forma com que se relaciona com sua rotina de trabalho. “Irritação, falta de prazer ao realizar as atividades cotidianas e diminuição na contribuição nos projetos são sinais de que algo não vai bem.” Quando esse cenário se apresenta é hora de analisar o que se deseja mudar na situação atual e o que deve ser feito para preencher as lacunas que existem. “O profissional precisa ter em mente o plano de carreira que ele traçou para si. É esse plano que deve servir de base para decidir se a mudança de emprego é o próximo passo a ser dado”, completa Venelli.

A estagnação também deve ser encarada como um sinal de perigo. “Se o profissional se encontra há muito tempo na mesma posição, mas seus pares estão crescendo e assumindo outras responsabilidades, alguma coisa está fora de lugar”, explica a sócia da Search Consultoria em Recursos Humanos, Ilana Lissker. A estrutura da empresa, sua política de contratações e plano de carreira também devem ser observados. “O colaborador tem de prestar atenção se a estrutura onde ele se encontra oferece oportunidade de crescimento; algumas empresas têm como política não contratar internamente, mas trazem profissionais do mercado, por exemplo”, alerta Ilana. E completa.

“Nesses casos, vale a pena considerar seriamente ir atrás de novas oportunidades.”

É o caso do administrador de empresas Rafael Pioto, que trabalha na área administrativa de uma empresa de automação de sistemas de segurança desde 2008. “Eu comecei trabalhando na parte contábil, com o tempo passei a assumir novas responsabilidades; agora, também sou responsável pelo Departamento de RH e Auditorias.” Segundo Pioto, estrutura da empresa é o principal fator de insatisfação. “Trabalho em uma empresa familiar, por isso, o espaço para desenvolvimento da minha carreira é limitado e as promoções são quase impossíveis.”

De acordo com os especialistas, conhecer os objetivos estratégicos da companhia e saber se eles estão alinhados com os objetivos pessoais é fundamental. Observar se a formação pessoal vai ao encontro do perfil de atuação da empresa também conta pontos na hora de avaliar se ainda há chances de ascensão na carreira dentro daquela instituição. “É importante observar e avaliar para onde a empresa cresce e investe e ver se as oportunidades estão na sua área”, afirma Venelli.

Planejando a mudança

Uma vez tenha concluído que o cenário atual não oferece mais oportunidade de melhoria na carreira, é chegada a hora de planejar o que fazer. Caso o relacionamento com o gestor seja positivo, vale a pena sentar e expor o problema. Muitas vezes, a questão pode ser resolvida internamente com uma mudança de área. “O diálogo sempre é válido, mas é importante não colocar o gestor contra a parede; o ideal é já chegar com algumas ideias e sugestões de outras áreas em que você poderia atuar, sempre munido de informações que comprovem que você está bem preparado para ocupar aquela vaga”, explica Ilana.


Estar munido de informações é sempre recomendável, independentemente do caminho que se pretenda seguir. Também é importante ficar atento aos rumos e movimentos do mercado de modo a conseguir planejar seus próximos passos, pois esse é um dos ingredientes fundamentais para manter uma carreira de sucesso. “Você pode mudar de função, de empresa ou os dois, o importante é que a mudança seja planejada”, declara Venelli.

Manter-se atualizado em relação ao cenário da área em que se atua é recomendável, inclusive, para evitar chegar a uma situação de insatisfação extrema. Isso porque o mau momento pode dificultar a mudança de emprego. “A mudança não deve estar atrelada a uma situação ruim”, declara Ilana. “O ideal é movimentar a carreira antes de chegar a uma situação limite”, completa.

Como identificar se o fim está próximo

Muitas vezes, o profissional desconfia de que algo não vai bem no ambiente de trabalho, mas não consegue identificar o quê nem a extensão do dano. O Canal Rh conversou com especialistas e preparou algumas dicas para ajudar a identificar quando a trajetória dentro de uma organização está perto do fim.

Se você sente que não está mais contribuindo, provavelmente não está mesmo

Se você é deixado de lado em promoções ou tarefas interessantes ou elas sempre são oferecidas ao pessoal subalterno é um sinal óbvio. Com frequência, a informação é afixada no mural. Você só precisa parar, dar um passo atrás e ler.

Você parou de crescer

Se você não está mais aprendendo diariamente, não está fazendo coisas novas e não está progredindo é hora de partir. As luzes vermelhas devem acender se você está na mesma função há dois ou três anos e não enfrentou nenhum desafio significativo durante esse tempo.

Você não faz parte da visão global

A maioria dos diretores traça um roteiro para o rumo que pretende dar às suas organizações nos 12 a 60 meses seguintes. Se há muitos projetos a caminho que não abrangem sua área de expertise ou nos quais você, na melhor das hipóteses, desempenhará um papel insignificante, é um sinal de alerta. Além disso, se você foi relegado a uma função de do tipo commodity, que agrega pouco valor à organização ou pode ser terceirizada facilmente é hora de buscar uma nova oportunidade.

Você está sendo excluído

Se você é gerente Sênior ou ocupa outra função de destaque, os sinais de alerta incluem não ser chamado para participar de novas decisões de negócio ou ser excluído de reuniões formais ou informais do Comitê Executivo. A perspectiva é igualmente sombria se você é um profissional cuja contribuição em novos projetos é dispensada ou solicitada em bases limitadas.

Sua influência está diminuindo

Sem dúvida, um diretor tem mais influência em uma organização do que um gerente. Mas todos os profissionais possuem algum nível de influência dentro de suas equipes ou pelo menos entre seus próprios grupos de colegas. Se seu poder de persuasão estiver diminuindo, é hora de mudar.

Você não gosta mais do trabalho

Às vezes, as pessoas se mantêm em uma situação aquém da ideal só porque é mais confortável para elas. Você tem de assumir o controle. Se não está empolgado com os projetos nos quais trabalha, corrija-os. Se é totalmente engajado, apaixonado pelo que faz, e faz o que sabe, você se sente realizado e é recompensado.

Melhoria contínua não faz parte do mantra

Mudanças organizacionais ou a falta delas devem ser vistas como alertas na vida profissional. A estagnação dentro da organização ou do departamento é um bom exemplo. Se seu departamento usa as mesmas técnicas de desenvolvimento de aplicações há 15 anos e não se esforçou para atualizar sua abordagem, alguma coisa está errada. Se sua empresa não estiver disposta a investir em processos de melhoria contínua talvez seja hora de procurar uma empresa que esteja.

Os pastos verdejantes são realmente verdejantes

Se você chegou a uma encruzilhada em que se desiludiu com seu empregador atual por um motivo ou outro (longas horas de trabalho, promoções raras, insatisfação na carreira etc.) e recebeu uma oferta de emprego de outra empresa, está na hora de pular do barco. Quando você se depara com situações que não se resolvem sozinhas (você detesta ou não sente orgulho do que faz ou precisa falar alguma coisa com seu chefe, mas não fala porque sabe que não vai ajudar) está na hora de mudar de emprego. Neste caso, certifique-se de que não está pulando da frigideira para o fogo, de que está indo atrás de uma boa oportunidade, e não apenas deixando para trás uma oportunidade que se tornou ruim.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

CUIDADO COM A ZONA DE CONFORTO

Retirado do site www.secth.com.br

Você está confortável na empresa? Cuidado!

Tudo bem, impossível negar que estar confortável é objetivo de todos, mas que é um grande risco não há dúvida! Um dos exemplos que utilizo para demonstrar a importância da competitividade para o mercado em geral, parte do seguinte: Porque recordes mundiais normalmente são batidos em competições internacionais? Algumas opções:

1 - defendo o meu país;

2 - cobertura de mídia;

3 - importância do evento.

Mas a resposta que melhor atende é: porque estão presentes os melhores do mundo. Na largada, por exemplo, há competidores que tem uma retrospectiva de tempos melhores que os meus. Isto é, se naquele momento eu não fizer mais do que jamais fiz em qualquer outra competição, eu estou fora do jogo. É nesse momento que consigo fazer mais, consigo me superar e, bater o recorde mundial.
E assim foi descoberta a maior invenção para a competitividade das empresas. Chama-se “Concorrente”!

Se a concorrência é forte então minha empresa é forte, desenvolvida, competitiva. Se a concorrência é fraca, a minha empresa se acomoda! E isso vale para nós, profissionais! Então muito cuidado. Se estivermos nos comparando com perfis baixos podemos até nos sentir muito satisfeitos, por um tempo, mas na primeira solicitação de maior competitividade não conseguiremos enfrentar a situação.

O que estamos dizendo é que precisamos de fatos que nos mobilizem e nos mova para a ação. Esse comportamento de se acomodar é típico do ser humano. Precisamos de algo que nos incomode. Eventualmente nas palestras e cursos que desenvolvo comento com o público se não seria ótimo se não tivéssemos febre. A princípio alguns incautos afirmam que sim, seria ótimo. Mas, o que é a febre senão um aviso!

A febre é um sintoma que nos informa que algo não está bem. Que precisamos buscar respostas para essa disfunção. Se não houvesse febre teríamos a doença e não saberíamos. A febre é ruim? Não, a febre não é ruim, pode ser incomoda, mas ela nos avisa de problemas. É um sintoma, um alarme. O sintoma, portanto, pode ser incômodo, mas não é dispensável.

Mais do que isso, o incômodo é necessário e, desejável! Desejável porque nos permite focar e agir. A ação deve ser valorizada, sobremaneira, como o divisor entre a intenção e o resultado. Tudo na vida tem seu contraponto. Viver a vida é administrar esses altos e baixos perfeitamente normais e esperados.
A acomodação é um estado natural para a maioria dos seres humanos. É uma tendência, da mesma forma que procuramos o “estar confortável”. Não é mal por princípio, pois, conforme Jean Piaget afirmou, pode ser vista como uma adaptação ao meio, mas pode se tornar uma limitação auto-imposta e perigosa para o desenvolvimento em si.

A acomodação perigosa é aquela que nos tira os desafios do alvo e nos faz “aceitar” o que nos é imposto. Essa acomodação pode surgir por limitações auto-impostas (não consigo, não é para mim, é melhor não arriscar) e outras situações causadas, frequentemente, por uma baixa autoestima. Em outra situação pode ser causada por se ter facilidade em conquistar as coisas, ou, ao contrário, dificuldade excessiva para isso.

Interessante também é a acomodação causada por uma posição diferenciada por regalias como: disponibilidades de horários, ausência de pressão ou um salário muito bom (costumo dizer que o pior que pode acontecer á um bom profissional é um salário acima da média, porque lhe retira o desafio do crescimento e, ás vezes, até a contestação). Em suma, estamos sempre sendo atraídos para a acomodação e, consequentemente, a estagnação.

Precisamos ter pessoas, conosco, que não tenham visto o que já foi e que não se sintam acomodados pelo “status quo”. Aliás, temos que ter pessoas que se sintam incomodadas com a situação atual e com isso mobilizem-se para gerar o movimento de mudança.

As pessoas precisam de desafios, a criatividade precisa de espaço e as empresas precisam de pessoas criativas. Parece uma equação simples, mas demanda necessidades muito específicas e o comprometimento da gestão, da alta gestão, principalmente porque investe coragem e ação. E se ninguém tem feito por você nenhuma ação para liberá-lo da acomodação, faça você mesmo. Não espere o futuro chegar. Você tem que construí-lo hoje.

Bernardo Leite Moreira (Psicólogo, consultor empresarial, coaching, especialista em comportamento e transformação organizacional e desenvolvimento de gestores. Professor universitário em nível de Pós Graduação em diversas universidades. Diretor do Instituto de Desenvolvimento de Empreendedorismo – www.bernardoleite.com.br www.empreendermelhor.com.br - Autor dos livros: O Ciclo de Vida das Empresas e Dicas de Feedback)

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL!

Quando o mês de dezembro vai chegando , uma alegria maior invade meu coração, é o Natal chegando. É um mês de muitos encontros, tem sempre um jantar com amigos ou a festa de final de ano da empresa, encontros e mais encontros, é o amigo oculto ou secreto que está a acontecer. São apenas desculpas para celebrarmos o final de mais um ano, o fechar de mais um ciclo. É muito bom que possamos fazer isso ao longo do ano todo e não só no mês de dezembro.
Não me deixo invadir pelas compras desesperadoraas e pela febre de consumo que acomete muitos. Acho uma seca essa ânsia por consumir e no Natal então, lojas cheias, milhares de pessoas nas ruas. Não gostava nem quando morava no Brasil.

Para mim Natal é um período de reflexão, de encontro com a família e amigos.
Aqui na Europa então tudo é diferente do que víviamos no Brasil, primeiro pelo frio e a neve, é uma experiência diferente e muito válida.
Na minha família, a Noite de Natal, sempre foi um jantar melhorado. O que queremos mesmo é estarmos juntos e o principal, lembrar do aniversariante da noite: Jesus que muitas vezes foi substituído pela figura do Papai Noel ou como diz aqui em Portugal o Pai Natal.
Sim o Natal foi uma data inventada, ninguém tem ao certo a data exata que Jesus Cristo nasceu, é uma data simbólica. Para quem é Cristão comemoramos sim este simbolismo.
Que façamos desta noite um momento de paz, de reflexão de harmonia interior e entre as famílias.
DESEJO Á TODOS OS LEITORES DO BLOG UM EXCELENTE NATAL!