quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A LINGUAGEM NÃO-VERBAL E A ENTREVISTA DE EMPREGO


Quero falar sobre um assunto que venho recebendo sempre muitos pedidos de dicas: "Como se portar numa entrevista de emprego".

A entrevista de emprego é aquele momento que temos para mostrar nosso "melhor", "vender nosso peixe".
Depois de ter sido escolhido entre milhares de currículos, você conseguiu finalmente a oportunidade de mostrar seu melhor. Em minha experiência na área de recursos humanos e entrevistando inúmeros candidatos para os mais variados cargos, sei que os candidatos ficam nervosos, não conheço uma pessoa que passe por uma entrevista de emprego e não fique ansiosa. Portanto você é uma pessoa NORMAL. Ufa! Ainda bem.
A questão aqui é, o quanto se fica ansioso e o quanto se deixa transparecer e perder o controlo da situação. Como assim?
Sim alguns candidatos roem as unhas, balançam as pernas, mexem nos cabelos, olham o relógio incansavelmente, atitudes que demonstram ansiedade pura. Dá pra melhorar isso? Com certeza.
O corpo fala como já dizia o saudoso psicólogo e professor Pierre Weil autor do livro de mesmo nome " O Corpo Fala". Então todo mundo se pergunta, o que fazer então?
Penso que cabe ao entrevistador "quebrar o gelo" e deixar o candidato à vontade. Muitas vezes um comentário sobre o tempo, o clima mesmo(se está sol ou a chover), algo bem trivial, já faz com que a pessoa se sinta mais ambientada.
Actualmente muitos candidatos chegam para uma entrevista com gestos pouco naturais, como um aperto de mão que quase quebra seus dedos, digo pois aconteceu comigo. Outro candidato olhava tanto para os meus olhos e pude perceber que não estava sendo natural. Parei a entrevista imediatamente e lhe disse, seja espontâneo. Ele falou , li em revistas de gestão que tinha que olhar nos olhos do entrevistador, apertar sua mão com força para transmitir segurança, não mexer as pernas, etc... Eu o acalmei e disse sim desde que sejam movimentos naturais, nada forçado, por favor.
O que buscamos num profissional? Profissionalismo, não alguém que simule ser alguém que não é.
Há que se trabalhar a insegurança, a timidez e o auto-controlo.
Muitas vezes alguns candidatos fazem anedotas(piadinhas de extremo mau gosto, diga-se) fora de hora, tudo para forçar uma situação de simpatia. Desnecessário e perigoso. Muito cuidado!
Como posso mudar esta situação? Seja natural, seja você mesmo. Nunca vou cansar de dizer isso.
Treine em casa, na frente do espelho, com o marido, com a esposa, com a família, mãe, pai, namorado, estude seu currículo, pense nos seus objetivos, no que busca, por que gostaria de trabalhar naquela empresa? ouça o entrevistador. Veja se a empresa serve para você e não apenas o contrário. Sabemos que num momento de crise as opções são menores, mas crise é oportunidade. SEMPRE!
Ah! Um último item importante que queremos num candidato, é a Inteligência Emocional(IE). É um item cobiçado em qualquer profissional, mas este é um assunto para uma próxima postagem.



terça-feira, 28 de setembro de 2010

POR QUE GRITAR? (Gandhi)

POR QUE GRITAR? (Gandhi)    Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos: 

"Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?"

"Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles. "Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?" Questionou novamente o pensador. "Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo.

E o mestre volta a perguntar: "Então não é possível falar-lhe em voz baixa?" Outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.

Então ele esclareceu: "Vocês sabem por que se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?

O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.

Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?

Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê?

Porque seus corações estão muito perto.

A distância entre elas são pequenas.

Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas." Por fim, o pensador conclui, dizendo: "Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegara um dia em que a distancia será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".

Agora levem esta idéia para o seu trabalho...

domingo, 12 de setembro de 2010

NÃO ESPERE!


GOSTO MUITO DESTE SÍMBOLO: SMILE
SORRIA SEMPRE!



NÃO ESPERE

Não espere um sorriso para ser gentil.
Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de um amigo.
Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar.
Não espere ter muito para compartilhar um pouco.
Não espere a queda para se lembrar do conselho.
Não espere a morte para dizer o quanto ama alguém.
Não espere ter tempo para poder servir.
Nem espere a separação para se reconciliar.
Não espere... Pois você não sabe o tempo que ainda tem.
A vida é uma oportunidade ímpar.

Cada dia é único. Cada manhã é diferente. Cada noite tem sua beleza especial. Por isso, não podemos nos deixar acomodar, desanimar, deixar que a vida nos leve, ao invés de nós conduzirmos a vida.

Por isto tudo, não espere.


Autor desconhecido -
Fonte: www.reflexao.com.br

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

DIVULGAÇÃO DE CURSOS DE EXTENSÃO UNILASALLE- NITERÓI- RJ


É com orgulho que aproveito este espaço para estreitar minha parceria com a renomada Universidade UNILASALLE de Niterói e apresentar a Coordenadora dos Cursos Extensão e da Empresa Junior desta mesma faculdade.





Juliana Benício é graduada em:

Engenharia de Produção (UFF), possui Mestrado em Economia (UFF) e doutoranda em Engenharia de Produção (UFF), especializada em Organização Industrial. Coordena a extensão e a Empresa Junior da Faculdade La Salle-RJ.



A extensão La Salle-RJ tem como principal objetivo oferecer ao aluno uma capacitação extra curricular capaz de enriquecer a formação do indivíduo como profissional e cidadão. Os cursos de extensão La Salle prezam pela qualidade de seu corpo docente e pela valorização do ser humano.

Segue breve descrição dos cursos de extensão oferecidos pela La Salle RJ. Para maiores informações e inscrições acesse:
www.lasallerj.org/extensao

* Básico em Licitações e Contratos - O curso em questão destina-se a apresentar os aspectos e nuanças que envolvem as práticas do ambiente público, pois, ao contrário das empresas particulares que dispõem de ampla liberdade para contratar (obras, serviços, compras, alienações...).

*Aprendendo .NET e Windows Formas -
As empresas atualmente possuem uma grande necessidade de praticidade. No mercado tecnológico existem várias tecnologias disponíveis para o desenvolvimento de sistemas neste aspecto e uma das mais requisitadas

*Modelagem Feminina em tecido plano - Possibilitar o aluno a interpretar as formas e volumes do corpo humano através da estrutura da modelagem apresentada em 6 módulos:Blusas, Saias, Calças, Golas, Mangas e Acabamentos.

*Preparação de Monografias - O curso vai preparar o aluno de graduação a elaborar o seu projeto de pesquisa e a sua monografia de final de curso utilizando o processo metodológico mais adequado, aplicando as normas da ABNT.

* Produção de Petróleo e Gás Natural Offshore - O desenvolvimento da produção de petróleo e gás natural, bem como o processamento destes fluidos para fornecer os derivados e as fontes de energia necessárias para suportar o crescimento da economia, é objeto de estudos e análises de uma equipe multidisciplinar, cabendo ao profissional da Engenharia de Processamento a concepção e o projeto das alternativas para as plantas de processo ou unidades de processamento.

*Gestão empreendedora de Negócios de Pequeno Porte - Proporcionar aos participantes as condições básicas necessárias para o desenvolvimento da atividade empreendedora por meio do estudo das atitudes, comportamentos e da gestão competente e sustentável da atividade.

*Como Falar em público e Perder a Timidez - Este curso permite desenvolver habilidades para falar em público, permitindo em curto espaço de tempo minimizar a inibição e ampliar suas possibilidades de verbalização em público nos mais variados contextos.

*Administração de Marketing - O Marketing é uma ciência que permite ao profissional identificar necessidades e desejos e propor soluções. Através da Administração de Marketing é possível analisar, diagnosticar, propor e realizar ações que levarão o profissional a conseguir seus melhores resultados na captação e fidelização de clientes.

CONFERÊNCIAS DE COACH - BARCELONA E MADRID


Divulgando Conferências gratuitas de Coach que acontecerão nas próximas semanas em Barcelona e Madrid.




quinta-feira, 9 de setembro de 2010

SUPERE O MEDO DE FALAR EM PÚBLICO - ENTREVISTA COM FLÁVIA MELLO



Abro espaço no blog, para uma secção chamada ENTREVISTAS.
Inaugurando o espaço, convidei uma especialista no assunto "Falar em Público".

Jornalista e Professora Flávia Mello, é Licenciada em Comunicação Social e Jornalismo, pela Universidade Federal Fluminense(UFF) Pós graduada em Marketing e Docência do Ensino Superior pela Universidade Cândido Mendes, actuando há mais de 10 anos em Rádio, TV, Jornal, Assessoria de Imprensa e Comunicação, além de ministrar cursos de Oratória e de Como Falar em Público, Produção de Eventos e palestras em todo o Brasil. Tem trabalhos realizados em Empresas de Navegação e na PETROBRAS, como professora actua no ensino superior e em cursos de extensão no SENAC-RJ,Centro Universitário Plínio Leite, Universidade Estácio de Sá e UNILASALLE.

1- É fácil vencer o medo de falar em público ou existem casos que "não tem jeito"?

Aprender a falar em público é como aprender a andar de bicicleta, dirigir, cozinhar é preciso apenas querer! Tudo se torna fácil quando você acredita nisso. A sua mente pode facilitar ou dificultar o processo de aprendizagem. Muitos alunos me procuram e falam durante muito tempo perfeitamente, contam histórias (com uma narrativa brilhante), sorriem, estendem o papo para os que estão em volta e ainda sim se dizem tímidos porque ouviram isso a vida inteira e o pior acreditaram!

2- De que forma uma pessoa extremamente tímida pode perder o medo de falar em público? Como isto é possível?

Claro que é possível! Em meus cursos trabalho muito a descontração, a alegria, a integração entre os alunos. Isso facilita e muito o processo de aprendizagem, pois já foi comprovado que quanto mais sem tensão e feliz o ser humano estiver, mais ele apreende as informações passadas. Alegria, treinamento e estudo são o meu lema. O maior exemplo disso é quando estamos em uma bela praia, com um sombra agradável, uma água de coco, amigos ao lado e lemos um tema como " A importância ingestão da água para o ser humano". Lemos a matéria e a comentamos naturalmente para todos os presentes. Nesse momento, cada um faz um comentário e depois fechamos o assunto tranquilamente. Coloca esse mesmo assunto em uma reunião de trabalho ou sala de aula, onde o líder causa uma pressão estressante em cima de você dizendo: - O senhor terá que apresentar o assunto" A importância da água para o ser humano" para toda a sua equipe de trabalho, em meia hora, e além disso o senhor terá que abrir em sua palestra espaço para perguntas. COMO VOCÊ SE SENTIRIA? O simples se tornou difícil pela pressão. No meu curso, você aprenderá a se ver livre dessa pressão e a realizar o seu ofício com tranquilidade e firmeza.

3- Qual a importância no mundo atual de uma pessoa saber falar em público, independente da carreira que ela siga?

Independente da carreira , falar em público é muito importante! A comunicação faz parte do nosso cotidiano. Se nós observarmos, falamos em público quase que diariamente. Todas a vezes que falamos existem uma, duas, três pessoas ou mais pessoas nos observando. Sem perceber já estamos falando em público.Quando aprendemos a falar em público, mudamos a nossa postura corporal e mental. Passamos a nos conhecer e a conhecer o outro muito melhor. Falar em público ou para o público é um exercício maravilhoso, pois dessa forma saímos de um pequeno mundo para um mundo muito maior e mais rico de conhecimentos. Nesse processo, você passa a descobrir que o SER HUMANO é a maior riqueza existente no planeta. Falar em público também significa OUVIR O PÚBLICO e é aí que está a grande riqueza e prazer desse aprendizado.

4- Por que a maioria das pessoas sentem medo de expor suas ideias em público? Muitas vezes ouvimos das pessoas:” eu até sei sobre o assunto mas na hora "h" senti um branco e não saiu nada”. O que é possível fazer para que isto não ocorra?

Como eu já havia dito na segunda resposta temos que aprender a relaxar para que a nossa mente produza de forma eficaz. Depois treinar, treinar, treinar... fazer a apresentação em frente ao espelho, filmar, apresentar para sua família, amigos, bonecos... todo o treinamento é válido. Conheça o assunto profundamente e mãos-a-obra. Lembre-se: Humanos são passíveis de erro. VOCÊ É HUMANO E FALARÁ PARA HUMANOS!

Aprender a sorrir de si mesmo é muito gostoso. Deixar o orgulho de lado e praticar a Oratória. Errou, sorria! Relaxe e continue!

5- Para ser um bom comunicador a pessoa precisa ser um bom ouvinte?

Com certeza! Além disso, deve também estudar muito sobre liderança e comportamento humano. Um bom líder deve agir em prol do bem comum.

6- Existe algo em comum entre o Marketing Pessoal e o medo de falar em público?

Existe sim. Como você poderá comunicar ao público ou ao mercado de trabalho os seus talentos se você NÃO FALAR?

7- Em sua prática pessoal e profissional como vê que a auto-confiança, a inteligência emocional, o auto-domínio e uma atitude mental positiva influem para que a pessoa consiga ter uma boa comunicação.

Como eu já havia dito, a auto confiança, o equilíbrio da inteligência emocional que leva ao auto-domínio e a atitude mental positiva são peças fundamentais para o desenvolvimento da ótima comunicação.

Em meus 10 anos de trabalho, já treinei milhares de pessoas e nesse processo pude observar que no desenvolvimento da Oratória a paixão por si mesmo e pelo outro fazem parte do grande segredo do desenvolvimento da "Arte de falar em público".

Convido você Elis Dias, quando sair de Portugal e voltar ao Brasil, para nos visitar e nos prestigiar com sua honrada presença e ao seu público especial deixo o meu convite: Venham fazer o curso " Como falar em público e perder a Timidez", no Brasil, na universidade UNILASALLE, Niterói-RJ. A estrutura da universidade é maravilhosa! Lá vocês terão auditório, microfone, sala de aula com computadores com telas de LCD e telão para o palestrante.

Inscrições pelo site: http://www.lasallerj.org/extensao_in.php?curso=126

O curso vai de 09 a 30 de setembro.

Espero por todos vocês lá!




sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O SE E O QUASE - SÍLVIO T. CORRÊA

Olá à todos,

Andei sumida do blog por esses dias, dando atenção para a família e amigos que vieram nos visitar aqui no Porto, afinal ainda é verão na Europa.

Recebi esse texto e estou a refletir pois quem não conhece, conheceu ou ainda tem uma postura "a la Astolfo" perante à vida, vamos refletir e mudar. Me lembrei da hiena Hardy, alguém se lembra do desenho?

Ótimo fim de semana.


O SE E O QUASE

por Silvio T Corrêa

Não fazia muito tempo e Astolfo quase havia conseguido ser promovido. Se aquele pneu não tivesse furado no dia da reunião com o melhor cliente da empresa, se aquele maldito cafezinho não tivesse caído no seu terno e se o cliente pudesse ter esperado, apenas, mais meia horinha …

Mas agora era diferente. Ele sabia que estava quase lá, quase, faltava pouco. Na verdade já poderia estar, se não fosse, novamente, pelo seu carro velho que resolveu dar problemas, novamente. Ele pensava: “Se eu pudesse ter um carro novo !”

Tudo bem, Astolfo era um cara persistente, apesar de lamentar que, se aquela multinacional, há 15 anos, tivesse lhe contratado, tudo seria diferente. Quase que ele tinha conseguido.

Astolfo sabia que era hora de olhar pra frente. Ele sabia que podia conseguir se ninguém o atrapalhar, se fizer as escolhas corretas, se não deixar se envenenar por qualquer colega, se as preocupações com o dinheiro não o atormentarem, se o carro não der problema, se não cair um temporal, se o sol não estiver muito quente, se o mercado não esfriar, se o concorrente não atrapalhar seus planos, se o mosquito da dengue não o picar, se …

Se e Quase. Palavras que deveriam ser banidas do vocabulário, ao menos na hora de analisar os nossos planos, sonhos, erros e fracassos. Se temos um sonho, com o “se” podemos concretizá-lo, ir mais longe, ganhar o mundo, mas continuará sendo sonho. Precisamos agir e fazê-lo com consciência, com um mínimo de planejamento pois, caso contrário, teremos vários “quase” até conseguirmos chegar lá, se é que chegaremos.

Muitas vezes não conseguimos seguir em frente pois os “se” da nossa vida ficam nos atormentando. O passado tem serventia como aprendizado, jamais como desculpa. Como dizia Taiguara: “Que o passado abra o presente para o futuro, que não dormiu e preparou o amanhecer.”

Sempre que pensar em um “se” ou um “quase”, como desculpa, ignore-o solenemente. A mentalidade do “quase” deixa graves sequelas. É o aguilhão do fracasso. A mente fica poluída com o “quase” e acabamos por plasmar a realidade: o “quase”acontece novamente.

E não é que o Astolfo conseguiu. Conseguiu fechar o contrato com o cliente e quase conseguiu a promoção, se a empresa não tivesse contratado um novo funcionário para ser o supervisor da equipe.
A própria empresa achou que Astolfo iria quase conseguir.

Ps: Recomendo os textos do Silvio Corrêa, em:

http://silvio.correa.nom.br/blog/?p=239#ixzz0wKxey600

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Doze Conselhos para ter um infarto feliz

Não resisti recebi um e-mail sobre como ter um enfarto e achei tão interessante "as dicas" pois preconizam aquilo que "devemos fazer" caso decidamos mesmo ter um infarto.
Partilho com todos.

PARA TER UM INFARTO FELIZ !!!

Dr. Ernesto Artur - Cardiologista
Quando publiquei estes conselhos 'amigos-da-onça' em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.


1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.


2 Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.


3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.


4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.


5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.


6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranquila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes...


7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.


8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro , enferruja!!. .risos)


9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado... Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.


10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.


11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.


12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.


Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.

Duvido que voce não tenha um belo infarto se seguir os conselhos acima e eu conheço muita gente assim!!!


quinta-feira, 5 de agosto de 2010

EMPRESAS MAIS HUMANAS - SIM É POSSÍVEL

Informação muito importante que gostaria de partilhar:

Empresas já ajudam os colaboradores a serem pais melhores
quarta-feira, 4 de agosto de 2010

por Daniela Lessa

Conciliar a atividade profissional e a vida familiar sempre foi o dilema das mulheres, habitualmente encarregadas da maior parte dos cuidados com os filhos. No entanto, a exigência da sociedade em relação à participação dos pais na educação das crianças e nas atividades do lar está aumentando. Uma demonstração de que essa ideia ganha consistência é o aumento da concessão, por parte do Poder Judiciário, da guarda compartilhada dos filhos entre pai e mãe nos casos e separação; outra é a ampliação de benefícios relativos ao fato de se ter filho, antigamente concedidos apenas às mulheres, também aos homens.
Segundo consultores, as iniciativas de ampliar benefícios ainda são escassas e, normalmente, partem da proposta dos empregados e não das próprias empresas, mas há exceções. A indústria de defensivos agrícolas Fersol concede, desde 2003, licença-paternidade de até três meses, sendo dois meses de licença e um de férias, e auxílio-creche de até um salário mínimo mensal, enquanto a lei determina que o auxílio seja de R$ 150 reais por mês. Além disso, a empresa está discutindo internamente a concessão do benefício de estabilidade de emprego para os pais enquanto sua mulher estiver grávida.
O presidente licenciado da empresa, Michael Haradom, acredita que essas iniciativas são importantes para que se possa efetivamente promover uma igualdade de gênero na sociedade e quebrar o ciclo vicioso no qual apenas a mãe cuida do bebê e o pai é o provedor da casa. “Essa estrutura faz com que as crianças aprendam que os dois sexos são diferentes, o que acaba por reforçar a diferença de gênero”, reflete o executivo. Assim, em sua visão, conceder a licença-paternidade é uma forma de garantir que o pai seja visto como alguém que cuida, faz carinho e é tão responsável quanto a mãe pelo desenvolvimento da criança.
A concessão do auxílio-creche além do estabelecido por lei também tem uma razão de ser. “Se a criança fica na creche e depois com avó, tia, parente etc., oferecemos R$ 200 de auxílio; mas se a criança vai para uma escola que tem creche, oferecemos R$ 515 (que é o salário mínimo) porque queremos incentivar a ida da criança para um ambiente no qual ela se socialize e se desenvolva em vez de ficar em casa vendo televisão”, explica Haradom.

Pais "grávidos"
A estabilidade de emprego para os pais “grávidos” e as demais iniciativas têm o objetivo de demonstrar que a empresa acolhe o empregado que tem família e que ela não é um empecilho para a formação e o crescimento dessa família.

Segundo Haradom, os benefícios oferecidos pela companhia estão alicerçados por sua visão de gestão, segundo a qual a empresa tem uma série de direitos comerciais, mas também tem obrigações e responsabilidades com a sociedade. “As empresas dizem que sua contribuição é dar empregos e pagar impostos, mas não se pode glamourizar essa contribuição porque ninguém dá empregos; as empresas criam postos de trabalho para produzir bens dos quais elas mesmas se apossarão da maior parte do valor; assumir compromisso social é contribuir para o bem-estar das pessoas, para a justiça de gênero e social etc.”, afirma.
Contrário à idéia de que conceder benefícios compromete a lucratividade da empresa, Haradom explica que é melhor ter um funcionário com uma baixa planejada do que ele ter que sair em situações de urgência. No caso das licenças paternidade e maternidade, o executivo explica que o fato da criança ter o apoio do pai e da mãe nos primeiros meses de vida faz com que as crianças tenham um desenvolvimento mais saudável física e mentalmente e, consequentemente, seus pais sejam menos solicitados para levá-los a médicos ou a reuniões escolares por mau comportamento, por exemplo.

Além disso, colaboradores satisfeitos são mais produtivos e, finalmente, na visão de Haradom ao gerir a empresa de forma socialmente responsável, o empresariado contribui para as futuras gerações. “O lucro está em tudo, está em ter uma sociedade melhor para nossos filhos e netos e isso é muito mais significativo do que o que pode estar em um cofre”, resume.

Rede de apoio familiar
Embora a visão de Haradom seja moderna e acolhedora às famílias, essa realidade não é a mais comum nas empresas, segundo afirma a consultora Célia Spangher, da Maxim Consultoria. Na sua experiência, o movimento tem sido o contrário: não só os pais têm pouca compreensão da empresa para levar os filhos a médicos ou para atender a demandas escolares das crianças, quanto as mulheres também não são compreendidas nessa necessidade. “A maioria precisa ter uma rede de apoio, com avós, irmãs, empregadas etc. ou vão sofrer com o descontentamento dos patrões”, afirma.

No caso do colaborador ser do sexo masculino, a incompreensão é ainda maior. Segundo Célia, a visão dos empresariado é sexista mesmo e o discurso dos gestores, embora velado, costuma ser: “Mas o seu filho não tem mãe?”. Ou seja: se os patrões se incomodam com as incumbências femininas da maternidade; se incomodam duas vezes mais com as incumbências masculinas da paternidade.
Ela ressalta, entretanto, que há uma tendência à humanização nas empresas e que algumas procuram oferecer maior qualidade de vida para os colaboradores e essas, diz, têm maior chance de sucesso no futuro, uma vez que há uma transformação na sociedade. “A empresa que abraça seu funcionário, faz com que este abrace o cliente e todos abracem o negócio da empresa”, analisa.
Célia também observa que a desconfiança de alguns patrões a respeito das justificativas dos colaboradores para faltas ou atrasos precisam ser avaliadas em conjunção com outros comportamentos. Segundo ela, um funcionário que mente e “mata a avó” para não ir ao trabalho já tem outros comportamentos de desleixo com suas atividades, dispersão e desinteresse e já está realmente insatisfeito.

Negociações coletivas
A advogada Ana Amélia Camargos, presidente da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo (AATSP), comenta que tem visto negociações coletivas em que são incluídos termos que garantem alguns direitos antes restritos às mães, também aos pais. Por exemplo, há uma presunção de que a falta para levar a criança ao médico é justificável, o responsável pela tarefa pai ou mãe. O auxílio-creche também têm sido fornecido para quem tem a guarda da criança, independente de ser homem ou melhor.
Segundo Ana Amélia, o fato é que não há propostas partindo das empresas, mas também há resistência por parte delas quando os colaboradores exigem os benefícios relativos à paternidade

Retirado do site: www.canalrh.com.br

terça-feira, 27 de julho de 2010

ENTREVISTA DE PETER SENGE

Peter Senge é autor do livro "A Quinta Disciplina" que trabalha o conceito de organização que aprende. O que seria isso? São as organizações que estão interligadas aos negócios e a aprendizagem de seus colaboradores.
Farei um breve resumo das cinco disciplinas críticas, antes que assistam o vídeo.

Domínio Pessoal: Os indivíduos passam a esclarecer e aprofundar sua visão pessoal, concentram sua energia em desenvolver sua paciência e em enxergar a realidade com objetividade. Comprometem-se com seu próprio aprendizado ao longo da vida. Começam por esclarecer o que realmente é importante para si próprio, chegando com isso a viver uma vida com as mais altas aspirações.

Modelos Mentais: A prática contínua do "aprender a virar o espelho para dentro". Faz com que as imagens internas do mundo sejam trazidas à tona e as mantenha sob rigorosa análise, de uma forma que podem ser analisadas, identificadas e como elas influem em nossa maneira de compreender as coisas e a agir.

Construção de uma visão partilhada: Desenvolver continuamente a habilidade de traduzir uma visão individualista em uma visão compartilhada, trazendo com isso "imagens do futuro" que estimulem o verdadeiro compromisso, além da mera aceitação.

Aprendizagem em equipe: A prática do diálogo em grupo, permite novas ideias e percepções que os indivíduos não conseguem ter sozinhos. Também detecta os padrões de defesa na forma de operação da equipa que minam a aprendizagem. Para Peter Senge as equipas e não os indivíduos são a unidade fundamental de aprendizagem nas organizações modernas.

Pensamento Sistêmico: Um quadro de referência conceitual, um conjunto de ferramentas desenvolvido ao longo dos últimos 50 anos para melhor compreensão dos fenômenos da realidade para esclarecer os padrões do todo. Ajuda-nos a ver e a modificá-los efetivamente quando desejarmos. Trata de reconhecer que as empresas e os outros feitos humanos são sistemas e como tal seus componentes estão conectados por fios invisíveis de ações, que muitas vezes levam-nos para manifestar seus efeitos um sobre os outros.
Com isso, ajuda-nos a compreender que os problemas, em vez de serem causados por algo ou alguém lá fora, podem ser efeitos das nossas próprias ações.
É a disciplina do Pensamento Sistêmico que nos ajuda especialmente a reconhecer as demais como integrantes de um todo interdependente é necessário. Por isso Senge a chama de a Quinta Disciplina.