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terça-feira, 15 de maio de 2012

Currículo - Cuidado Mentiras Podem Destruir Sua Carreira

Falar sobre a elaboração do currículo, auxiliar os candidatos com suas dúvidas de como preparar um currículo ideal fazem parte do meu trabalho como Consultora de Recursos Humanos. 
É importante frisar  que dar destaque as suas qualidades, habilidades e competências não significa inventar que fez algo que não fez seja um curso xpto ou exerceu uma função fictícia. Tudo para incrementar e chamar a atenção do selecionador. Não caia nisso, é perigoso e mortal para sua carreira. 
Se quem está a fazer a seleção do currículo tiver experiência e um detector de mentiras afiado, poderá colocá-lo em uma situação terrível e caso não aconteça nada e você for "bem sucedido" com o que contou, poderá ser desmascarado com o passar dos meses e até anos depois, num lindo dia de sol, onde a pessoa que mentiu nem "lembrava" mais do assunto ou achou que ninguém se lembraria mais. Ledo engano, a verdade vem à tona. 
Minha motivação em escrever sobre esse tema mais uma vez aqui no blog foi ter lido que o CEO da Yahoo foi demitido do cargo por possível mentira no currículo. Segundo informações ele que dizia ter feito a faculdade de Ciência da Computação e na realidade tinha concluído apenas Contabilidade.
Quando entrevistando candidatos a uma vaga de emprego, fico atenta ao que a pessoa escreveu no currículo,  mas não só isso, pois é claro que isto pode ofuscar. Se o selecionador não fizer uma entrevista por competências e investigar, pedir exemplos algo no estilo conte-me mais sobre esse tema, conte-me em que ano foi isso (para ver a veracidade dos factos) não observar, olhar, ouvir atentamente e sentir o candidato, pode estar comprando "gato por lebre"(ditado muito comum no Brasil). A pessoa que está na sua frente para ser entrevistada está em sua grande maioria tensa, nervosa, preocupada em ter uma boa performance, só que isto não é suficiente para esquecer de falar a verdade.
Nos inúmeros processos seletivos que já fiz peguei inúmeras mentiras, algumas grandes como um candidato a gerente de marketing que dizia que tinha um MBA feito na Inglaterra, quando na verdade tinha feito um curso de extensão de 3 dias aproveitando que estava de passagem por aquele país, outra que dizia que falava inglês com fluência mas na hora da prova oral, confessou que não tinha, uma que dizia ser formada em Psicologia mas não apresentava o diploma, um que dizia que estava desempregado mas na realidade trabalhava há anos numa empresa, seu eu forçar a memória vou lembrar de tantos que dava para escrever um livro.
Façamos agora uma análise profunda será que seu currículo tem algumas "mentirinhas" supostamente inofensivas? Volto a dizer MUITO CUIDADO pois pode terminar muito mal.
Veja os links de algumas notícias sobre a demissão do CEO da Yahoo.


http://info.abril.com.br/noticias/mercado/yahoo-anuncia-saida-de-ceo-apos-fraude-em-curriculo-13052012-8.shl


http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Acao/noticia/2012/05/ceo-do-yahoo-pode-ser-demitido-por-erro-no-curriculo.html

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=556627


sábado, 12 de maio de 2012

Entrevista de Emprego - 5 dicas importantes



Muitas pessoas me escrevem em busca de uma fórmula mágica, de dicas infalíveis para  uma entrevista de emprego. Infelizmente não existe um manual de instruções pronto, que servirá para toda e qualquer situação, mas podemos estar mais adequados e preparados para uma entrevista de emprego.
É um assunto que está em voga, seja cá em Portugal independente de crise, no Brasil ou para qualquer país onde se pretenda trabalhar.
Creio que as dicas abaixo são genéricas e servem para qualquer situação, posso chamar um guia de bom senso, onde se consegue adaptar para as próximas entrevistas de emprego que venham participar.


1- Cuidado com sua apresentação pessoal
A entrevista é um momento onde você deverá causar uma boa impressão visual, antes mesmo de cumprimentar o entrevistador. Costumo dizer que a pessoa não precisa estar vestida com roupas de grife, mas sim de forma cuidada, limpa em resumo apresentável. Dependendo do cargo e da empresa em questão roupas mais formais ou menos. Por exemplo para alguém que vá ser entrevistado ara uma vaga de advogado roupas formais como fato(terno no Brasil), para um designer que vá ser entrevistado numa agência de publicidade nada impede que esteja de calças de ganga(jeans no Brasil), se optasse por ir de fato(terno) seja considerado formal demais. Veja como precisamos estar atentos a esses detalhes. Os cuidados com unhas, cabelos, maquilhagem(maquiagem) para mulheres, são os mesmos para qualquer tipo de empresa. 


2- JAMAIS usar decotes, transparências, sais ou vestidos curtos, é sabido que se está indo ao trabalho não à praia. Baixe a bola do seu lado sexy e esqueça o visual de "Carmem Miranda" cheia de balangandãs com muitas pulseiras, acessórios que façam barulhos. 


3- Deixe o entrevistador abordar o tema salário
Aguarde o que o selecionador tem a dizer sobre salário. Muitas vezes o candidato sequer ouve a proposta e sai logo a dizer que não aceita ganhar menos que seu último salário. Tenha paciência e espere o que a empresa tem a oferecer.


4- NUNCA fale mal do seu emprego atual ou anterior
Mesmo que seu chefe seja uma serpente venenosa, a empresa não seja a melhor do mundo. Seja profissional e resista a tentação de falar mal. Se perguntarem porque quer sair, diga que quer enfrentar novos desafios, que já não vê possibilidades em crescer na empresa.


5- FUJA dos clichês
Evite os jargões,"meu maior defeito é ser perfeccionista", "eu visto a camisola(camisa)", "trabalho bem em equipa". Em vez dessas frases prontas, dê exemplos de situações que demonstrou suas competências e capacidade em solucionar problemas. Isso é que demonstrará que estará pronto para entrar para uma nova oportunidade profissional.

Desde já SUCESSO!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Empresas europeias contratam Engenheiros Portugueses

Crise realmente é uma palavra que está associada a Oportunidade, como diz o ideograma chinês. 
Uma Feira que está a decorrer em Lisboa está a contratar engenheiros portugueses que estejam dispostos a imigrarem para países como Noruega, Dinamarca, Suécia, Finlândia entre outros. É uma oportunidade de ter melhor qualidade de vida nos melhores países do mundo para viver, sair do desemprego em Portugal, ter perspectiva de progressão de carreira e muito mais.
As empresas que contratam oferecem toda a infra-estrutura necessária para uma efetiva mudança. Existe todo o apoio para levar a família, o necessário para iniciar uma nova vida.
Por que essas empresas estão interessadas nos engenheiros portugueses? 
A formação nas Universidades portuguesas é de excelente qualidade, os profissionais portugueses falam inglês com fluência, trabalham muito bem em equipa e característica principal não são arrogantes. Característica essa que faz a diferença em qualquer ambiente mas no profissional tem um peso maior. 
Aceda o site http://www.noruega.org.pt/News_and_events/Eventos/Feira-de-Emprego-para-Engenheiros/
Aproveitem esta oportunidade, você poderá mudar sua vida.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Entrevista de Emprego - O que não fazer

É um vídeo interessante e muitos podem pensar que trata-se apenas de uma tirada de humor, nada disso. É extremamente corriqueiro presenciar situações como as quais assistirão no vídeo.
Vale a pena conferir e se preparar para não cometer tais gafes!
Assistam e comentem.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Dicas para Entrevista de Emprego

Recebo muitos pedidos de leitores e amigos querendo dicas de como se preparar para enfrentar uma entrevista de emprego.
O que devo falar? O que não falar? O que o selecionador quer saber quando faz certas perguntas?
A entrevista pode iniciar numa ligação que o recrutador faça ao candidato. Ali ele já pode estar pré-entrevistando o candidato, pode falar um pouco da vaga, mas de modo geral, ele quer saber se as informações contidas no currículo são reais, se ele está trabalhando ou não, se possui interesse na vaga em questão. Poucas são as empresas ou consultorias de RH que dão informações sobre salário, benefícios e nome da empresa. Aí muitas pessoas dizem, "o recrutador não me adiantou quase nada". É mais comum do que se pode imaginar. Mas muitas vezes a vaga em questão na empresa X, ainda está ocupada. Então é um processo que corre em absoluto sigilo ou não. Depende do que fica acordado.
A primeira coisa que recomendo é, escute quem ligou, ouça as informações com atenção. Se estiver no trânsito e não puder atender no momento, peça o contato e retorne.
Após ouvir as informações, faça perguntas, como onde fica a empresa, cargo, benefícios, salário, horário de trabalho, como disse anteriormente pode ser que a pessoa não possa falar e dirá que é para o candidato participar de uma entrevista.
Se você conseguir chegar nessa etapa do processo seletivo, saiba que já foi selecionado duas vezes, primeiro pela triagem do currículo e segundo pela entrevista por telefone. Algumas empresas hoje já aplicam provas online, onde o candidato faz até da sua própria casa, ou responde um questionário. Muitas vezes é um processo eliminatório.
Passou por essa fase ou não teve esse processo? Vamos seguir para a entrevista pura:
O candidato deve chegar com um antecedência de uns 10 minutos antes da entrevista. Para dar tempo de se acalmar, pois sabemos que é um processo que gera ansiedade, estando desempregado ou não.
Se o candidato tiver informações sobre qual é a empresa, vá ao site da mesma, pesquise mais. Isso demonstra que você está interessado em saber da empresa onde poderá vir a trabalhar.
Estude seu currículo, lembre-se de informações que não estão mencionadas, mas que sejam relevantes. Faça uma análise do seu percurso profissional.
Seja objetivo nas respostas, não é necessário contar todos os detalhes, fale da sua experiência, ressalte suas qualidades, lembre-se que é na entrevista que "vendemos nosso peixe".
Cuidado para não falar demais.
Nunca fale mal da empresa, dos colegas, do chefe. Já tive perguntas de pessoas que dizem, então eu vou mentir? "Saí da empresa por conta do chefe que me odiava" ou "briguei mesmo, afinal eu tinha a razão". A impressão não é das melhores ao ouvir isso de um candidato. Penso que ele pode ter razão, que a empresa anterior era péssima, mas é importante a gente não sair "metralhando" informações que as vezes não foram pedidas. Eu digo sempre que não existe fórmula certa, resposta certa, pois não sabemos o que o selecionador quer. É subjetivo? O melhor é ter bom senso.
Será que caso você consegue falar sem mágoas do empregador? Consegue ser profissional?
A fórmula do sucesso é ser você mesmo, se conhecer, saber seus pontos fracos e pontos fortes. Trabalhar para o seu aperfeiçoamento.Se fizer tudo e não for o seleciondao para a vaga, é porque algo melhor o espera.
Tenha um pouco mais de paciência e não desista. Você irá conseguir em breve!
Sucesso!

domingo, 15 de maio de 2011

Filme The Company Men


Vou falar sobre diversos filmes que assisti aqui no blog. Sim a blogueira aqui ama cinema(também). Falarei de filmes que tratam de assuntos ligados à área de Recursos Humanos, foco também desse blog, mas não só como já sabem.
Vou iniciar pelo excelente "The Company Man" em português o título foi "Homens de negócios".Que tem como questão central a crise económica de 2008 que levou os Estados Unidos a uma recessão que perdura até hoje.
Uma empresa com mais de 30 anos de existência passa a sofrer um processo de "downsizing"(diminuir de tamanho) pois está sendo comprada por outra companhia e com isso as demissões começam a acontecer. A história gira em torno de 3 personagens principais todos alto executivos da empresa GTX, que tem os atores Tommy Lee Jones, Chris Cooper e Ben Affleck( que conseguiu me convencer no papel de executivo).
Ben Affleck é o Diretor de Vendas da GTX que ganha mais de 180 mil dólares por ano, vive com sua família no mais perfeito estilo "american way of life" e de repente vê sua vida desmoronar com sua demissão.
Não quero entrar nos detalhes do filme, pois vale a pena conferir.
Mas vou falar sobre sua busca por uma recolocação profissional. Ele passa os primeiros dias numa empresa que passa uma ideia de ser de Outplacemant(recolocação) onde tem dinâmicas de grupo, etc. Lá ele conhece diversos profissionais na mesma situação que a dele. O filme aborda as diversas entrevistas, as dificuldades encontradas mesmo sendo um profissional muito qualificado com um MBA, só que descobre que não só ele possuía um, mas inúmeros candidatos do país inteiro com currículo igual ou melhor que o dele. As coisas passam a correr mal e o dinheiro vai acabando, um estilo de vida caro, custa muito dinheiro e mesmo sem querer acaba tendo que aceitar um emprego fora de sua área de atuação, pegando no pesado na empresa de construção do cunhado interpretado por Kevin Costner(excelente atuação).
Quantos profissionais no mundo não passam ou passaram por situações semelhantes?
O final do filme é muito bom, vale a pena assistir e refletir que relação é essa que muitos profissionais possuem com seu trabalho. Você é o seu trabalho? O dinheiro que ganha? Os bens de consumo que adquire com ele? Como está sua relação com sua família, amigos? Existe algo além na sua vida se perdesse seu emprego hoje? Como você se viraria se a partir de hoje passasse por uma situação como a de Bobby Walker(Ben Affleck)?.
Vale a reflexão.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Currículo digital e perfil na web facilitam processos de seleção

Fonte: Valor Online

Que o currículo em papel está praticamente extinto não é novidade. Enviá-lo a uma empresa para se candidatar a uma vaga soa hoje quase tão ultrapassado quanto usar os termos "holerite" e "bilhete azul". Toda grande corporação passou a oferecer em seu site a opção de cadastro de currículos e de candidatura às vagas anunciadas - quase sempre o sistema é terceirizado, desenvolvido por uma empresa especializada. "O currículo digital facilitou o trabalho de seleção dos departamentos de recursos humanos e aumentou as possibilidades para que um profissional encontre quem valorize seus atributos", diz o gerente de marketing da Vagas Tecnologia, Luís Testa.

A Vagas tem cerca de 1.300 empresas clientes, incluindo 45 das 100 maiores corporações brasileiras. No site central, o vagas.com.br, quem está à procura de emprego pode cadastrar o currículo e checar, gratuitamente, as oportunidades disponíveis. A empresa administra mais de 4 milhões de cadastros no site geral e outros 44 milhões nos bancos de dados exclusivos de cada cliente. O negócio tem se mostrado tão promissor que a Vagas deve dobrar o número de funcionários neste ano - de 80 para 150 - e conseguiu multiplicar por quatro o faturamento desde 2007, passando de R$ 3,3 milhões para R$ 13,3 milhões em 2010. A receita se origina dos contratos de licenciamento para uso do software de cadastro e gestão de currículos. Uma das novidades, oferecida às parceiras a partir do final de 2010, é um software que publica automaticamente no Twitter oficial da empresa interessada cada nova vaga anunciada por ela.

A substituição do papel pela versão digital não elimina os preceitos básicos de um bom currículo - sintetizar, de forma organizada e clara, os principais dados pessoais, profissionais e educacionais do candidato a um emprego. Curiosamente, no entanto, o uso da tecnologia está trazendo de volta alguns aspectos tradicionais. Um deles é a possibilidade de incluir informações que vinham sendo descartadas diante da orientação geral de produzir documentos sucintos, de no máximo três páginas, pois ninguém teria tempo para ler mais do que isso.

Outro aspecto que voltou a ser valorizado nos currículos são as indicações de pessoas que já trabalharam com o profissional, tanto como superiores quanto como pares. "Um currículo precisa ser sóbrio, e não autopromocional. Muito mais apropriado do que dizer que 'faz e acontece' é incluir o contato de três ou quatro boas referências, de preferência relacionadas aos dois últimos empregos", diz o diretor de operações da Robert Half no Brasil, William Monteath. A consultoria oferece em seu site modelos de currículos virtuais.

Muitos profissionais estão empenhados em tirar proveito da internet. Por enquanto é uma postura mais encontrada entre aqueles que trabalham com TI, mas a tendência é que essa preocupação se amplie gradualmente para as demais áreas. Keith Matsumoto, 30 anos, analista de inteligência de mercado da Alog Data Centers, uma provedora de infraestrutura de TI, fez a "lição de casa": criou um site em que trata de assuntos profissionais, estruturou um perfil sóbrio no LinkedIn e não dá derrapadas nos demais sites de relacionamento dos quais participa. "A internet é o mais público de todos os lugares, porque é vigiada por milhões de pessoas, 24 horas", diz. O esforço foi recompensado há um ano e meio, quando a Alog chegou a ele justamente fazendo pesquisas pela rede. A mesma estratégia está sendo adotada pela empresa para preencher as 40 vagas em aberto - com 410 funcionários neste momento, a Alog vem apresentando crescimento na receita em torno de 20% ao ano. "Fazer sondagens de perfis na internet se tornou parte da nossa rotina aqui no RH. Estamos sempre à procura de profissionais antenados", diz a coordenadora de treinamento, Fernanda Oliveira.


Maurício Oliveira | Para o Valor, de São Paulo


quinta-feira, 24 de março de 2011

Seminário O Novo Mercado de Trabalho

Fiquei muito feliz em ser convidada para dar meu depoimento para o Seminário " O Novo Mercado de Trabalho". Agradeço a querida Fátima Regina, Consultora, Cientista Social e Professora. Partilho com todos vocês.

Olá meus queridos amigos e amigas.
Gostaria de um depoimento de vcs. sobre o Mercado de Trabalho hoje, conforme suas diferentes visões para ampliar os olhares e as possibilidades de capacitação de meus alunos nas comunidades. Tenho realizado um seminário na conclusão dos cursos sobre esse tema "O Novo Mercado de Trabalho" e, ter suas opiniões , tornará mais rico, polêmico e produtivo ainda esses encontros. A visão de especialistas de RH de segmentos diversos, cientistas sociais atuando em áreas distintas e consultora olhando o mercado brasileiro do outro lado do oceano, amiga Elis.
Bem, se puderem, retornem as questões a seguir.
Obrigada, beijos, alegria e muito amor para vcs.
Fátima Regina

1 - Conforme o mundo do trabalho hoje, onde estão presentes a instabilidade, os avanços tecnológicos provocando de um lado a morte de algumas profissões e por outro, a criação de novas profissões, flexibilidade, especialização ...
como o jovem deve se posicionar, o que eles devem focar para movimentos promissores na busca profissional ?

Elis - Em primeiro lugar, devem descobrir o que gostam de fazer, suas aptidões, seus interesses, conversar com profissionais da área pretendida, se possível ver como funciona o dia a dia daquela profissão. Muitas vezes o jovem, escolhe uma profissão pelo "glamour" e ao se dar conta que no dia a dia, algumas das atividades daquela profissão escolhida são rotineiras e enfadonhas, fazem com que a pessoa veja que também existe um outro lado, que muitas vezes não vemos. Outro ponto importante é não escolher uma profissão porque supostamente irá "pagar mais", "tem muitas vagas" isto é sazonal, pode ter muitas vagas num determinado momento e depois? Se escolher uma profissão pensando apenas na questão financeira, isto por si só não se sustenta para sempre, o prazer em fazer algo que se goste, trará ganhos nunca antes imaginados.

2 - Nas questões relativas a especialização ou conhecimentos de vários corpos de saber, que caminho vcs aconselham esses jovens seguirem (especializar ou diversificar) ?

Elis- No mundo globalizado que vivemos hoje a impressão é que temos que saber de tudo um pouco. Não, não temos como ter todos os saberes. Ninguém se torna "PHD" em todas as áreas, há que se escolher uma e estudá-la com afinco, mas abrindo sempre para olhar o que está fora do seu domínio de saber. Ler sobre outros assuntos fora de sua área e fazendo paralelos com ela, faz com que o profissional seja mais criativo. Ampliar sua mente sempre.

3 - O que vcs. conhecem e podem colocar sobre a transição dos processos seletivos com base em gestão por competências para gestão de valores ? Tendência de vaguarda ou apenas um modismo ?
Elis - Os processos seletivos baseados na gestão por competências buscam ser o menos distante da subjetividade, nem sempre se consegue, pois selecionar alguém, não é uma tarefa trivial. Acredito que a gestão de valores vem complementar e ampliar a visão de que as pessoas são por si próprias seres humanos. O conceito de "recurso humano" está cada dia mais em desuso e a gestão de valores corrobora este fato. O desenvolvimento e a gestão de valores humanos contribui para o desenvolvimento pessoal e da empresa, não acredito que seja modismo, é uma tendência positiva que veio para ficar.

4 - Se vc. fosse responsável hoje em sua instituição por um programa de gestão do conhecimento, quais as iniciativas que julga essenciais para incentivar as pessoas e para sucesso na educação continuada (desde o grupo de jovens aprendizes até as lideranças) ?
Elis - Primeiramente perceber que o conhecimento se dá em diferentes instâncias. Sugeriria a aprendizagem através das redes sociais, cursos e-learning, workshops, criação de um grupo de pessoas que partilhasse conhecimentos na organização e fóruns de discussão.

domingo, 6 de março de 2011

DIFICULDADE EM ENCONTRAR PROFISSIONAIS - Parte III

Algumas Universidades tem vagas a sobrarem em certos cursos, seja por falta de qualificação dos alunos que não possuem uma boa base e não conseguem entrar ou permanecer no curso até o seu término, ou até, por desconhecimento dos cursos. Me lembro que ao fazer o trabalho de orientação profissional com jovens muitos desconheciam que poderiam fazer um curso técnico ou até cursar uma faculdade com cursos tecnológicos. Estes últimos que são diferentes das licenciaturas e bacharelados, e são específicos para uma área de atuação.
Há que se fazer um trabalho de esclarecimento urgente.
Há vagas!

sábado, 5 de março de 2011

sexta-feira, 4 de março de 2011

DIFICULDADE EM ENCONTRAR PROFISSIONAIS - Parte I

Aqui em Portugal ao longo desses quase dois anos que cá estou o que mais ouço em termos de trabalho é que "não há emprego", a "crise económica" está a assolar o país, "as medidas de austeridade", "desemprego", "os cortes nos benefícios sociais" e tudo o mais, sim em parte é verdade, mas em parte. Conto sempre que mesmo com o país em crise, tenho vários exemplos, inclusive o meu, de ter bastante trabalho na minha área apesar da crise económica, como assim? (Voltarei a falar sobre isso num post futuro).
Como venho do Brasil que viveu crise e desemprego por tanto tempo e só agora começar a vislumbrar uma "luz no fim do túnel", eu já não me assusto e vejo que crise é oportunidade mesmo. Há de se ter mais criatividade nesses momentos, mais resiliência, força e coragem para enfrentar tantos percalços, só que é acredito que como o Brasil está a crescer economicamente, Portugal também irá retomar o crescimento.
Aproveito o espaço do blog para divulgar alguns vídeos de uma série de reportagens que foram feitas há poucas semanas num Jornal brasileiro e que mostram que se a Economia do país aquece, passa-se a ter mais vagas do que pessoas a procurar emprego.
O que acontece é que mesmo com vagas a sobrarem, ou com o chamado, pleno emprego, muitos continuam desempregados por falta de qualificação profissional.
Muitos profissionais que estavam há pouco tempo de se reformarem(aposentarem) eram "convidados" a aderir aos PDV(Plano de demissão voluntária) das empresas para darem lugar aos jovens, que muitas vezes eram recém saídos das Universidades e não tinham experiência. Tudo pelo novo. Quantos profissionais excelentes conheci, que me diziam, "sou velho não sirvo mais para esta empresa" e foram cuidar de abrir seu próprio negócio ou viraram consultores. Bastou a economia aquecer e o país estar a sofrer um apagão de mão de obra qualificada, imediatamente algumas empresas tiveram que incluí-los de volta aos quadros da empresa.
Portanto a frase: "Não há mal ou bem que dure para sempre" é perfeita.
O lema para a vida de qualquer profissional em qualquer área é estudar sempre. Estar atualizado, não se acomodar e o principal manter uma atitude positiva.
A crise não durará para sempre.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Dinâmica de Grupo, há controvérsias

É um dos assuntos mais polêmicos em RH.

Retirado de www.canalrh.com.br

Muitos candidatos não gostam de dinâmica de grupo, mas especialistas em RH a defendem

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

por Lucas Toyama

Maria Augusta Jordão não pode ouvir falar em dinâmica de grupo. Reservada, ao longo de um processo seletivo para uma empresa do setor de telemarketing, ela precisou se apresentar na frente de um grupo de 20 pessoas, fazendo malabarismos com três bolas de tênis ao mesmo tempo em que respondia perguntas elaboradas pela equipe avaliadora. A justificativa para a atividade era a de testar sua concentração e habilidades manuais. “Foi um absurdo e totalmente desnecessário”, conta. Ela até passou para a etapa seguinte, no entanto, desistiu da vaga. “Não saí na hora porque o clima era muito tenso e eu fiquei intimidada, mas assim que deixei a dinâmica, decidi não voltar nunca mais”, explica.

O caso de Maria Augusta e sua opinião sobre o que com ela aconteceu são mais comuns do que se pensa. Há sempre uma historinha em relação às dinâmicas de grupos e, junto delas, um sem-número de pessoas que as odeia. “A técnica da dinâmica de grupo é ainda uma caixa-preta para a maioria dos candidatos, portanto é natural sentir desconforto diante de uma situação que você não entende e não pode administrar”, afirma Jacqueline Resch, consultora em RH.

Ela destaca, no entanto, que, se bem conduzida, a dinâmica torna-se uma importante ferramenta de seleção. “As pessoas muitas vezes não entendem a relação dos exercícios que fazem com aquilo que irão fazer na empresa ou com as competências requeridas para o cargo. Se bem utilizadas, elas são um excelente instrumento de avaliação do aspecto comportamental do candidato”, diz. “Contudo, há ainda aqueles que não se sentem à vontade em se expor diante de um grupo desconhecido”, relata. Para esses, o jeito é avaliar a pertinência do exercício e, friamente, tomar uma decisão, consciente das implicações dela – entenda-se, a eliminação no processo seletivo.

Para Elaíce Farias Shinoda, da Steer Recursos Humanos, consultoria especializada na seleção de profissionais “as atividades em grupo solicitadas durante o processo são capazes, sim, de mostrar características e habilidades que serão necessárias para determinada vaga”. Ela, contudo, concorda que pode haver exageros, evidência de um processo mal elaborado. “O que queremos observar nesses processos é interação entre os candidatos. Vamos buscar sinais de liderança, capacidade de trabalho em equipe ou o contrário, tudo dependendo do perfil que a vaga em questão exige”, diz Elaíce.

Veja o que as especialistas apontam como vantagens e desvantagens das dinâmicas de grupo:

Vantagens

- Oportunidade de demonstrar seu comportamento e como se relaciona em grupo.

- Em entrevistas individuais, os candidatos não têm tantas chances de emitir opiniões e exteriorizar aspectos de comportamento como liderança, empreendedorismo, criatividade, capacidade de atuar em situações-limite.

- A dinâmica pode ser aproveitada para candidatos conhecerem outras pessoas, trocarem ideias, fazerem networking.

- A cada dinâmica, o candidato consegue aprimorar sua capacidade de se incluir e de trabalhar em grupo.

- Por ser um processo de várias horas, a dinâmica não permite que o candidato se porte de uma maneira “treinada” por muito tempo. A real essência de cada um sempre vem à tona.

Desvantagens

- Algumas empresas dão explicações superficiais sobre o processo e não dão feedback quando a seleção termina, o que não agrega ao processo de aprendizado do candidato que procura emprego.

- Muitas pessoas na mesma dinâmica e apenas um selecionador para observar o comportamento de todos pode ser ruim. O ideal é trabalhar com números menores de pessoas, de forma que o observador consiga avaliar e dar atenção a todos.

Candidatos muito tímidos, que têm dificuldade de se expor em público e dizer opiniões podem perder lugar para um profissional que pode ser até menos competente, porém mais desinibido. Caberá sempre ao selecionador saber identificar as reais qualificações e atitudes dos candidatos presentes.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

MANTENHA SUA EMPREGABILIDADE EM ALTA

Retirado de www.canalrh.com.br

Como se manter atraente para o mercado de trabalho

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

por Marina Gaspar

Não basta ser competente, é preciso ser atrativo ao mercado de trabalho. É o que garante Laerte Cordeiro, especialista da Laerte Cordeiro Consultores em Recursos Humanos, ao indicar que os profissionais devem ficar atentos ao seu nível de empregabilidade. "Empregabilidade é o nível de atendimento, por parte de qualquer executivo, das contínuas e mutáveis exigências profissionais impostas pelo mercado de trabalho", diz. A receita para os executivos atuais é, então, manter um conjunto integrado de qualificações que as empresas procurem, seja no mercado ou em seu próprio quadro de funcionários. "Hoje em dia, não basta ser competente e ter conhecimento técnico na área de opção para assegurar alta empregabilidade. O mercado exige também a competência gerencial que leva a resultados e a competência humana e cultural que resulta numa relação produtiva com pessoas e organizações", explica.

O problema, segundo o especialista, é que muitas vezes as pessoas só se preocupam com a empregabilidade na hora que têm de procurar um novo emprego. "A recomendação é que todo executivo procure testar sua empregabilidade e aprenda a enfatizar seus pontos fortes. A acomodação pode levar a um desastre na carreira."

Dicas

Para ajudar a manter a empregabilidade nas alturas, o especialista dá cinco dicas de ouro:

- Ver e ser visto é essencial. Ir a eventos de headhunters ajuda a saber o que o mercado esperado profissional e, assim, se preparar para se encaixar em vagas futuras.

- Estar de olho nas vagas de emprego, mesmo sem estar procurando uma nova posição, é importante. O profissional fica a par do que o mercado exige na hora de trazer um novo funcionário ao quadro.

- Congressos, simpósios, reuniões, palestras e fóruns que tragam ao conhecimento o que as empresas de determinada área espera de seus executivos é de grande importância. Também, pesquisar em livros e revistas especializados em gestão de pessoas ajuda a saber sobre as inovações dos processos de recrutamento e o que os recrutadores entende como bons profissionais.

- Manter o currículo turbinado é fundamental. Assistir a cursos e a palestras em sua área de atuação permite ao executivo estar bem-preparado para alçar novos voos.

- Manter abertos os canais de networking para que as pessoas informem o que acontece à volta, no mercado de trabalho, e o que as empresas requisitam, é outra atitude recomendada.

Empregabilidade a mil

Estas são algumas características que fazem parte do repertório de um profissional com a empregabilidade a mil:

- Alta escolaridade formal.

- Investimento pessoal no aprimoramento profissional.

- Conhecimentos sólidos em tecnologia da informação.

- Proficiência em inglês e espanhol.

- Experiência profissional.

- Trajetória coerente de ascensão hierárquica.

- Competência no relacionamento interpessoal.

- Bons conhecimentos gerais.

- Bom relacionamento interpessoal.

- Visão globalizada.

- Conhecimentos de técnicas gerenciais modernas


domingo, 6 de fevereiro de 2011

CONSULTORIAS DE RH EXAGERAM NA DOSE

Li uma matéria no site do Jornal O GLOBO que me deixou preocupada. Consultorias de RH brasileiras a darem conselhos sobre como conseguir uma promoção ou como deve ser o comportamento do funcionário no ambiente de trabalho, algo como, "seja o primeiro a chegar ao trabalho e o último a sair". "copie os seus superiores nos seus e-mails que enviar pela manhã, tarde e a noite para mostrar seu esforço" ou ainda se estiver em São Paulo e tiver um sotaque muito carregado de outros estados, "inspire-se nas apresentadoras de jornais" e adote um sotaque neutro...
Há ainda barbaridades como "não dê uma má notícia ao chefe", "não demonstre emoções, seja racional" e "não tenha as mãos frias para um processo seletivo e por aí vai.
SOCORRO! VIVA A DIVERSIDADE, AS DIFERENÇAS!
Não concordo e que fique muito claro que temos que ter muita parcimônia e bom senso com o que lemos na internet, senão dá pra enlouquecer. Deu pra rir muito com as informações, como em tudo na vida vamos tirar o lado positivo.
Vejam a matéria na íntegra no link abixo e divirtam-se com os exageros:


quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

É HORA DE MUDAR DE EMPREGO?

Para uma reflexão antes do ano que vai iniciar.

Retirado de www.canalrh.com.br

por Arthur Chioramital

Uma pesquisa internacional promovida pela Bumeran, especializada em RH, com profissionais de diversos segmentos, revelou que mais de 90% estão insatisfeitos com seus empregos. O mundo atual exige dos profissionais a constante preocupação com a gestão de suas carreiras. Promoções, capacitações e mudanças de emprego fazem parte de um plano muitas vezes traçado durante a graduação. Diante desse cenário é importante saber reconhecer quando a trajetória dentro de uma companhia não oferece mais oportunidades de crescimento e ascensão.

De acordo com o mestre em administração de empresas e coordenador do curso de gestão de RH da Universidade Metodista de São Paulo, Luciano Venelli, o profissional precisa estar atento à forma com que se relaciona com sua rotina de trabalho. “Irritação, falta de prazer ao realizar as atividades cotidianas e diminuição na contribuição nos projetos são sinais de que algo não vai bem.” Quando esse cenário se apresenta é hora de analisar o que se deseja mudar na situação atual e o que deve ser feito para preencher as lacunas que existem. “O profissional precisa ter em mente o plano de carreira que ele traçou para si. É esse plano que deve servir de base para decidir se a mudança de emprego é o próximo passo a ser dado”, completa Venelli.

A estagnação também deve ser encarada como um sinal de perigo. “Se o profissional se encontra há muito tempo na mesma posição, mas seus pares estão crescendo e assumindo outras responsabilidades, alguma coisa está fora de lugar”, explica a sócia da Search Consultoria em Recursos Humanos, Ilana Lissker. A estrutura da empresa, sua política de contratações e plano de carreira também devem ser observados. “O colaborador tem de prestar atenção se a estrutura onde ele se encontra oferece oportunidade de crescimento; algumas empresas têm como política não contratar internamente, mas trazem profissionais do mercado, por exemplo”, alerta Ilana. E completa.

“Nesses casos, vale a pena considerar seriamente ir atrás de novas oportunidades.”

É o caso do administrador de empresas Rafael Pioto, que trabalha na área administrativa de uma empresa de automação de sistemas de segurança desde 2008. “Eu comecei trabalhando na parte contábil, com o tempo passei a assumir novas responsabilidades; agora, também sou responsável pelo Departamento de RH e Auditorias.” Segundo Pioto, estrutura da empresa é o principal fator de insatisfação. “Trabalho em uma empresa familiar, por isso, o espaço para desenvolvimento da minha carreira é limitado e as promoções são quase impossíveis.”

De acordo com os especialistas, conhecer os objetivos estratégicos da companhia e saber se eles estão alinhados com os objetivos pessoais é fundamental. Observar se a formação pessoal vai ao encontro do perfil de atuação da empresa também conta pontos na hora de avaliar se ainda há chances de ascensão na carreira dentro daquela instituição. “É importante observar e avaliar para onde a empresa cresce e investe e ver se as oportunidades estão na sua área”, afirma Venelli.

Planejando a mudança

Uma vez tenha concluído que o cenário atual não oferece mais oportunidade de melhoria na carreira, é chegada a hora de planejar o que fazer. Caso o relacionamento com o gestor seja positivo, vale a pena sentar e expor o problema. Muitas vezes, a questão pode ser resolvida internamente com uma mudança de área. “O diálogo sempre é válido, mas é importante não colocar o gestor contra a parede; o ideal é já chegar com algumas ideias e sugestões de outras áreas em que você poderia atuar, sempre munido de informações que comprovem que você está bem preparado para ocupar aquela vaga”, explica Ilana.


Estar munido de informações é sempre recomendável, independentemente do caminho que se pretenda seguir. Também é importante ficar atento aos rumos e movimentos do mercado de modo a conseguir planejar seus próximos passos, pois esse é um dos ingredientes fundamentais para manter uma carreira de sucesso. “Você pode mudar de função, de empresa ou os dois, o importante é que a mudança seja planejada”, declara Venelli.

Manter-se atualizado em relação ao cenário da área em que se atua é recomendável, inclusive, para evitar chegar a uma situação de insatisfação extrema. Isso porque o mau momento pode dificultar a mudança de emprego. “A mudança não deve estar atrelada a uma situação ruim”, declara Ilana. “O ideal é movimentar a carreira antes de chegar a uma situação limite”, completa.

Como identificar se o fim está próximo

Muitas vezes, o profissional desconfia de que algo não vai bem no ambiente de trabalho, mas não consegue identificar o quê nem a extensão do dano. O Canal Rh conversou com especialistas e preparou algumas dicas para ajudar a identificar quando a trajetória dentro de uma organização está perto do fim.

Se você sente que não está mais contribuindo, provavelmente não está mesmo

Se você é deixado de lado em promoções ou tarefas interessantes ou elas sempre são oferecidas ao pessoal subalterno é um sinal óbvio. Com frequência, a informação é afixada no mural. Você só precisa parar, dar um passo atrás e ler.

Você parou de crescer

Se você não está mais aprendendo diariamente, não está fazendo coisas novas e não está progredindo é hora de partir. As luzes vermelhas devem acender se você está na mesma função há dois ou três anos e não enfrentou nenhum desafio significativo durante esse tempo.

Você não faz parte da visão global

A maioria dos diretores traça um roteiro para o rumo que pretende dar às suas organizações nos 12 a 60 meses seguintes. Se há muitos projetos a caminho que não abrangem sua área de expertise ou nos quais você, na melhor das hipóteses, desempenhará um papel insignificante, é um sinal de alerta. Além disso, se você foi relegado a uma função de do tipo commodity, que agrega pouco valor à organização ou pode ser terceirizada facilmente é hora de buscar uma nova oportunidade.

Você está sendo excluído

Se você é gerente Sênior ou ocupa outra função de destaque, os sinais de alerta incluem não ser chamado para participar de novas decisões de negócio ou ser excluído de reuniões formais ou informais do Comitê Executivo. A perspectiva é igualmente sombria se você é um profissional cuja contribuição em novos projetos é dispensada ou solicitada em bases limitadas.

Sua influência está diminuindo

Sem dúvida, um diretor tem mais influência em uma organização do que um gerente. Mas todos os profissionais possuem algum nível de influência dentro de suas equipes ou pelo menos entre seus próprios grupos de colegas. Se seu poder de persuasão estiver diminuindo, é hora de mudar.

Você não gosta mais do trabalho

Às vezes, as pessoas se mantêm em uma situação aquém da ideal só porque é mais confortável para elas. Você tem de assumir o controle. Se não está empolgado com os projetos nos quais trabalha, corrija-os. Se é totalmente engajado, apaixonado pelo que faz, e faz o que sabe, você se sente realizado e é recompensado.

Melhoria contínua não faz parte do mantra

Mudanças organizacionais ou a falta delas devem ser vistas como alertas na vida profissional. A estagnação dentro da organização ou do departamento é um bom exemplo. Se seu departamento usa as mesmas técnicas de desenvolvimento de aplicações há 15 anos e não se esforçou para atualizar sua abordagem, alguma coisa está errada. Se sua empresa não estiver disposta a investir em processos de melhoria contínua talvez seja hora de procurar uma empresa que esteja.

Os pastos verdejantes são realmente verdejantes

Se você chegou a uma encruzilhada em que se desiludiu com seu empregador atual por um motivo ou outro (longas horas de trabalho, promoções raras, insatisfação na carreira etc.) e recebeu uma oferta de emprego de outra empresa, está na hora de pular do barco. Quando você se depara com situações que não se resolvem sozinhas (você detesta ou não sente orgulho do que faz ou precisa falar alguma coisa com seu chefe, mas não fala porque sabe que não vai ajudar) está na hora de mudar de emprego. Neste caso, certifique-se de que não está pulando da frigideira para o fogo, de que está indo atrás de uma boa oportunidade, e não apenas deixando para trás uma oportunidade que se tornou ruim.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

FILME "EL METODO - O QUE VOCÊ FARIA?

O filme é uma adaptação da peça teatral "The Gronholm Method" muito conhecida e adaptada em Espanha.
Um grupo de sete candidatos para a uma vaga de emprego em Madrid, são levados para numa sala por uma secretária com sorriso artificial. Sentados lado a lado, nada é dito, nenhuma regra é passada, uma espécie de jogo começa. A partir daí os candidatos vão mostrando seus piores insitntos e que estão dispostos a "quase tudo" pela vaga. Mentir? Trapacear? Ser sincero o tempo todo? Será que estã sendo observados? Há câmeras de vigilância? Será que tem alguém do RH infiltrado entre os candidatos?
O filme prende a atenção, é facto, até a última cena, traz muitas questões para serem pensadas e repensadas pelos profissionais de Gestão com Pessoas e por todos que assistirem a película.
Idoniedade e ética, são os valores que as empresas procuram em todos os profissionais, será?

domingo, 31 de outubro de 2010

EMPREGO TEMPORÁRIO


Quando o mês de outubro vai chegando, as vagas de trabalho temporário começam a surgir e aí vem uma grande oportunidade de conseguir um espaço ao sol.
Muitas pessoas iniciam no mercado através de um emprego temporário de Natal.
Nos processos seletivos para trabalhos temporários em geral, são realizadas entrevistas coletivas. Por que isso ocorre? É uma forma "rápida" de selecionar um candidato.
Muitas perguntas me chegam: O que eu devo falar numa entrevista coletiva? Fale o necessário, nada de ficar querer ser o centro das atenções, falando sem parar. Não despreze jamais os outros candidatos.Valorize seus pontos fortes. Ninguém gosta de pessoas presunçosas que parecem saber tudo. Em resumo o que digo sempre: SEJA VOCÊ MESMO!
Lembre-se que o fato de ser mais tímido ou introvertido não é uma desvantagem, falar demais não é falar bem.(Falarei num outro post sobre a questão da timidez nas entrevistas de emprego).
Boa apresentação pessoal é imprescindível, unhas limpas, roupas limpas, discrição nas roupas para as meninas, nada de decotes, saias curtas.
No mais desejo boa sorte na entrevista e como a economia brasileira está aquecida tenho certeza que você tem grandes chances de terminar o ano empregado.

(Ps: Imagem retirada do site www.oilondres.com.br)

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A LINGUAGEM NÃO-VERBAL E A ENTREVISTA DE EMPREGO


Quero falar sobre um assunto que venho recebendo sempre muitos pedidos de dicas: "Como se portar numa entrevista de emprego".

A entrevista de emprego é aquele momento que temos para mostrar nosso "melhor", "vender nosso peixe".
Depois de ter sido escolhido entre milhares de currículos, você conseguiu finalmente a oportunidade de mostrar seu melhor. Em minha experiência na área de recursos humanos e entrevistando inúmeros candidatos para os mais variados cargos, sei que os candidatos ficam nervosos, não conheço uma pessoa que passe por uma entrevista de emprego e não fique ansiosa. Portanto você é uma pessoa NORMAL. Ufa! Ainda bem.
A questão aqui é, o quanto se fica ansioso e o quanto se deixa transparecer e perder o controlo da situação. Como assim?
Sim alguns candidatos roem as unhas, balançam as pernas, mexem nos cabelos, olham o relógio incansavelmente, atitudes que demonstram ansiedade pura. Dá pra melhorar isso? Com certeza.
O corpo fala como já dizia o saudoso psicólogo e professor Pierre Weil autor do livro de mesmo nome " O Corpo Fala". Então todo mundo se pergunta, o que fazer então?
Penso que cabe ao entrevistador "quebrar o gelo" e deixar o candidato à vontade. Muitas vezes um comentário sobre o tempo, o clima mesmo(se está sol ou a chover), algo bem trivial, já faz com que a pessoa se sinta mais ambientada.
Actualmente muitos candidatos chegam para uma entrevista com gestos pouco naturais, como um aperto de mão que quase quebra seus dedos, digo pois aconteceu comigo. Outro candidato olhava tanto para os meus olhos e pude perceber que não estava sendo natural. Parei a entrevista imediatamente e lhe disse, seja espontâneo. Ele falou , li em revistas de gestão que tinha que olhar nos olhos do entrevistador, apertar sua mão com força para transmitir segurança, não mexer as pernas, etc... Eu o acalmei e disse sim desde que sejam movimentos naturais, nada forçado, por favor.
O que buscamos num profissional? Profissionalismo, não alguém que simule ser alguém que não é.
Há que se trabalhar a insegurança, a timidez e o auto-controlo.
Muitas vezes alguns candidatos fazem anedotas(piadinhas de extremo mau gosto, diga-se) fora de hora, tudo para forçar uma situação de simpatia. Desnecessário e perigoso. Muito cuidado!
Como posso mudar esta situação? Seja natural, seja você mesmo. Nunca vou cansar de dizer isso.
Treine em casa, na frente do espelho, com o marido, com a esposa, com a família, mãe, pai, namorado, estude seu currículo, pense nos seus objetivos, no que busca, por que gostaria de trabalhar naquela empresa? ouça o entrevistador. Veja se a empresa serve para você e não apenas o contrário. Sabemos que num momento de crise as opções são menores, mas crise é oportunidade. SEMPRE!
Ah! Um último item importante que queremos num candidato, é a Inteligência Emocional(IE). É um item cobiçado em qualquer profissional, mas este é um assunto para uma próxima postagem.