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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Saia da Rotina!

Imagem retirada de http://www.soumaisfranca.com.br/?p=materia&co=1223&t=rotina
Um amigo muito próxima tem uma frase que é mesmo para se pensar, "Rotina é fazer as coisas sem consciência". De facto, é quando agimos no "piloto automático". 
Pesquisando sobre o tema, me deparei com o vídeo abaixo que é por si só inspirador e vai fazer pensar sobre o tema ROTINA e o que pode ser feito para sair dela e quebrar padrões repetitivos. Lembra-te depende apenas de ti dar o primeiro passo para mudar sua rotina, ter mudanças significativas e transformar sua vida para melhor. Inspire-se e saia da rotina.
Vamos ao vídeo. 

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Notícias Positivas na Televisão

Imagem retirada de http://www.helpothers.org/story.php?sid=37675
 Depois de alguns dias de intenso trabalho com uma Formação em Criatividade e Solução de Problemas, onde eu e a Eveline Cunha tivemos a oportunidade de trabalhar com um grupo de pessoas fantásticas numa empresa em Braga. Acordei hoje fora do meu horário habitual(sempre muito cedo) e liguei a televisão, algo que não fazia há mais de quinze dias. Não sou fã de televisão e passo bem sem a mesma por muito tempo. 
Só que hoje de manhã fui surpreendida pela positiva. Os quinze minutos finais do telejornal Bom Dia Portugal na RTP1, foram surpreendentes apenas de boas notícias. Sim isso mesmo, só notícias positivas. Sempre tive a impressão de que se você assiste ao telejornal pela manhã, fica sem ânimo até para sair da cama, as notícias como sabemos,variam entre tragédias, futebol, crise económica, violência e pouca coisa que se preste. 
Vou espreitar amanhã de novo, para comprovar minha teoria. Será que as boas notícias são deixadas apenas para o horário que a maioria das pessoas já está no trabalho, existe alguma intenção com isso? Acredito que sim. Por isso cabe a nós selecionar bem o que vamos ou não assisitir.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Divulgando: CarpeGym - Soluções Saudáveis

Ano novo, a iniciar, desejo sincero de cuidar da saúde,  mudar a alimentação, enfim melhorar a qualidade vida. Aliar a prática de atividade física é fundamental para alcançar o objetivo de se ter um corpo mais saudável.
Por isso divulgo aqui no blog para vocês queridos amigos e leitores do blog, a Plataforma Vibratória CarpeGym.
MARAVILHOSOS resultados obtidos na sua saúde, com a Plataforma vibratória CarpeGym.
Recomendo!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Aqui e Agora

Venho refletindo há algum tempo sobre o que é estar no momento presente. Visto que estamos ora pensando no nosso ontem, como foi o passado, o que nos ocorreu há dez anos atrás ou mais. Muitas vezes lamentando o que ocorreu ou deixou de ocorrer ou estamos pensando no futuro, o que virá, como será, o que faremos, em plena ansiedade. Raras vezes estamos no momento presente. Observem-se e vejam se sentem o mesmo.
Se vamos fazer algo, habituamo-nos de forma errada, a fazer duas a três coisas ao mesmo tempo. Claro que é impossível e não se faz nada bem feito. Estamos no computador a responder um e-mail, e muitas vezes, falando com alguém no telefone. Sinceramente, isso não é estar nem em um lugar, nem em outro. 
Estava num concerto e vi algumas pessoas ao meu lado enviando sms ou a telefonarem para outras pessoas, em plena apresentação dos músicos. Fazemos isso constantemente e não percebemos em outras áreas da nossa vida e ainda dizemos, mas estou prestando atenção no que que você diz. Não é verdade.
Chegou o momento de estarmos inteiros naquilo que estamos fazendo no momento, seja comer, conversar, responder um e-mail, ouvir, prestar atenção. Com toda a certeza nos sentiremos inteiros, a mente desacelerada e acalma.
Deixo a excelente reflexão do Yehuda e vejamos quantas vezes agimos de igual forma e tomemos consciência para podermos mudar.

Estar Presente
"Fazer com que as pessoas sintam que estamos ao lado delas e que podem contar conosco, significa estarmos totalmente presentes: física, mental, espiritual e também emocionalmente.
Às vezes fingimos que estamos ao lado da pessoa, mas nossa mente pode estar pensando em outras coisas que precisamos fazer.
Pessoalmente, isso é um grande desafio para mim. Posso estar mandando mensagens de texto para cinco pessoas enquanto escrevo um e-mail e tento, ao mesmo tempo, assistir a um filme com minha mulher, que me diz: "Você não pode estar realmente presente fazendo todas essas coisas ao mesmo tempo." Por mais que eu diga a ela que eu consigo e que isso é possível, a verdade é que eu sei que não é.
Se quisermos realmente compartilhar, não podemos estar absorvidos com outras coisas".
Yehuda Berg





sábado, 5 de janeiro de 2013

A Psicologia Positiva e a Felicidade

Imagem retirada de http://youcanalso.wordpress.com/tag/psicologia-positiva/
A influência das emoções negativas tais como angústia, raiva, medo, ansiedade, tristeza têm um peso fortíssimo na vida de uma pessoa, não duvidemos. Só que "esquecemos" da influência das emoções positivas tais como, satisfação, alegria, plenitude, bom humor, gentileza, alegria, generosidade e gratidão. Por muito tempo a Psicologia e a Psiquiatria estudaram incansavelmente o lado negativo das emoções e pouco se sabia sobre o que as emoções positivas causavam ao indivíduo. Isto mudou quando um grupo de psicólogos, psiquiatras, neurocientistas entre outros pesquisadores do mundo científico, decidiram se debruçar sobre o estudo das emoções positivas e sua influência na vida diária das pessoas. Nascia assim a Psicologia Positiva, que tem Martin Seligman, psicólogo americano autor de diversos livros sobre o tema Felicidade como um dos seus precursores.  Os livros de Seligman são:
Felicidade Autêntica, O Que Pode Mudar, A Vida Que Floresce e Aprenda Otimismo.
É possível aprender a ser feliz? Sim. Não tenhamos dúvidas.
Como? Através da mudança de atitude perante sua vida. Pois nos tornamos pessoas mais produtivas, equilibradas e satisfeitas, em resumo mais felizes. É um trabalho consigo próprio, de se abrir, de se permitir de deixar florescer o seu melhor. Experimente, você pode ser feliz sim.
Não há fórmulas mágicas para se conquistar uma felicidade autêntica. O que é facto, pessoas mais felizes se preocupam mais com o outro, saem do seu mundo narcisista, de estar em contato apenas com "os seus sentimentos". 
Lembremos que felicidade é uma conquista diária e que somos responsáveis por encontramos essa felicidade que não deve ser condicionada,k por exemplo só sou feliz se tiver a casa xpto , emprego abc, uma esposa/marido/filhos idealizados . Pois é possível ser feliz tendo ou não tais elementos, dependerá de você fazer essa escolha.
A vida de quem se considera feliz nem de longe é um "mar de rosas", a pessoa aprende a lidar com as adversidades que a vida lhe impõe e supera essas situações com resiliência.
Convido vocês a assistirem o vídeo abaixo de Martin Seligman no TED,  para que possam conhecer um pouco mais sobre a Psicologia Positiva e os elementos da felicidade.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Decisão - Ou Isto ou Aquilo

Toda a gente em algum momento da vida já precisou tomar uma decisão. Pode ser algo muito sério que mudaria sua vida para sempre ou algo menos complexo como decidir se comeria um doce na sobremesa ou no lanche da tarde, mas tudo passa por uma decisão.
Pequenas decisões irão compor sua jornada. Algumas pessoas querem tomar "a grande decisão" por julgarem que é com ela que suas vidas mudarão para sempre e esquecem que há que se fazer um percurso de muitas decisões, não há uma única resposta certa, infalível, certeira. Mesmo que se tenha tomado uma determinada decisão numa dada altura da vida e não tenha sido a melhor, é possível mudar o rumo, alterar a jornada por mais que pareça que não há saída. Sempre há. Pode ser que não seja a saída idealizada, mas existe. 
Decidir por isto ou aquilo,mas decidir para ser mais feliz.
Esta poesia era uma das minhas preferidas na minha juventude, por isso partilho e é pura reflexão sobre DECIDIR.
                                                 Ou isto ou aquilo - Cecília Meireles

Ou se tem chuva e não se tem sol,
ou se tem sol e não se tem chuva!
       Ou se calça a luva e não se põe o anel,
       ou se põe o anel e não se calça a luva!
        Quem sobe nos ares não fica no chão,
     quem fica no chão não sobe nos ares.
      É uma grande pena que não se possa
      estar ao mesmo tempo nos dois lugares!
                Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
      ou compro o doce e gasto o dinheiro.
    Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…
e vivo escolhendo o dia inteiro!
    Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Dicas O Que Fazer Antes de Sair do Trabalho


As dicas abaixo não são minhas mas considerei-as muito pertinentes e por isso decidi partilhar.

Foram retiradas na íntegra do site:

http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/14-coisas-que-voce-deve-fazer-antes-de-sair-do-trabalho/59111/

Vamos as dicas:


14 coisas que você deve fazer antes de sair do trabalho


Infomoney - 01 de setembro de 2012, às 10h30min

Pior que sair do seu trabalho estressado é saber que amanhã estará batendo o mesmo ponto. Normalmente, não se pode mudar o futuro a curto prazo, mas há coisas que você pode fazer que deixará o final de seu dia muito menos exaustivo.
“Terminar o dia bem disposto é fundamental, pois isso determinará como você irá começar o dia seguinte”, analisa a especialista em ambiente de trabalho para a Forbes, Lynn Taylor.
Para ela, tudo irá interferir na produtividade do profissional.Se terminar o dia bem também irá garantir um olhar para trás com um sentimento de realização e satisfação, fazendo você acordar mais fácil dia seguinte para recomeçar a rotina, acrescenta a autora do livro “Blind Spots: The 10 Business Myths You Can’t Afford to Believe on Your New Path to Success”, Alexandra Levit.

Para obter esses benefícios e tornar sua vida mais saudável e realizada, a Forbes levantou junto a especialistas, 14 dicas do que você deve fazer no final do seu expediente de trabalho, confira:

1. Avalie a sua lista de coisas para fazer

Faça uma relação do que você fez durante o dia e do que ainda tem em pendência. “Se você não está satisfeito com sua produtividade, planejar o que você precisa fazer e quando precisa entregar fará você ter uma noção de tempo para colocar tudo em ordem”, disse a coaching de carreira, Anita Attridge. Se você pode fazer algo rapidamente antes de sair, utilize esse tempo. Isso vai poupar preocupações antecipadas na manhã seguinte.

2. Reveja sua agenda para o dia seguinte

Você precisa estar ciente de quaisquer reuniões ou atividades importantes do próximo dia. Ainda pode usar esta oportunidade de programar o tempo em seu calendário para realizar os demais itens da lista. “Pense no que você está mais ansioso para realizar amanhã. Isso vai ajudar a deixar para trás o que aconteceu hoje, irá enriquecer o seu humor e colocar um ponto final no seu dia de trabalho”, sugere especialista em empregabilidade, David Shindler.

3. Check-list com seu chefe e colegas

Após listar todas suas atividades pendentes e achar que talvez não consiga realizá-las até o final do dia, converse com o seu chefe e veja com ele se algum prazo pode ser prorrogado. Esta também é uma boa oportunidade para checar prazos e confirmar se todos estão na data e horário certos.

4. Organização

Ninguém é tão produtivo com uma mesa, gavetas e agendas desorganizadas. A situação piora quando você vai embora e não sabe onde estão suas chaves, o telefone que terá de ligar no dia seguinte ou o crachá de acesso. Esses minutos perdidos deixam qualquer profissional estressado no final do dia. A dica de organização também serve para a caixa de e-mail e os diversos post-it distribuídos ao redor de seu computador.

5. Hora certa

O final do dia é o melhor momento para lidar com a papelada e tarefas que não requerem ligações ou reuniões (atividades que exigem mais tempo). "E-mails, relatórios, memorandos e projetos são melhor tratadas quando telefonemas, textos e outras distrações desaparecem", diz Taylor.

6. Assuntos dominados

Certifique-se de amarrar todas as tarefas soltas para que você possa realmente desligar quando sair do trabalho. Não deixe nada suspenso, se pode ser rapidamente resolvido. “Não há nada pior do que ter aquela sensação de algo incompleto na cabeça”, diz Woodward.

7. Faça outra lista de afazeres

Determine o que você deve fazer no dia seguinte e ter um plano de como e em quanto tempo realizará essas tarefas. Você provavelmente vai atualizar ou expandir sua lista de afazeres na manhã seguinte. "Qualquer coisa que você pode fazer para ter um bom começo de manhã vai ajudar a atingir dias mais produtivos e uma carreira mais feliz”, afirma Taylor.

8. Reflexão sobre o dia

A maioria das pessoas não faz isso, mas deveria. Saber o que deu certo e o que deu errado e pensar sobre como melhorar sua produtividade ou relação com colegas e chefe traz soluções inimagináveis para grande parte dos problemas que “lhe tiravam o sono”.

9. Rotina

É muito importante criar rotinas e rituais no trabalho, pois ajuda a nos sentirmos satisfeitos ao final do dia com nossas realizações. Também, ao longo prazo, as tarefas vão ficando cada vez mais fáceis e sistemáticas, o que diminui as chances de se esquecer de algo importante. Ter o hábito de tratar bem seus colegas de trabalho, também te faz bem ao final do dia.

"Nós tendemos a pensar sobre a importância de dizer bom dia para começar o dia, mas nos esquecemos de que dizer boa noite pode ser tão importante quanto. Fará bem a todos dizer um adeus apropriado, em vez de apenas silenciosamente ir embora. Isto fica triplamente importante se você é o supervisor ou chefe", diz Kerr.

10. Nota positiva

Se algo deu certo em seu dia, se algum cliente fechou contrato ou seu colega te fez rir, deixe um agradecimento a eles. “A ideia é encontrar algo positivo que faz você se sentir bem com o seu trabalho e ter certeza de que ir embora é a última coisa que estará em sua mente", diz Wooodwad.

11. Economize

Ajudar o meio ambiente não faz mal a ninguém, muito pelo contrário. Desligue as luzes e equipamentos, não custa nada.

12. Desconecte-se

Não tenha medo de desligar seu smartphone, tablet ou os alertas de e-mail. Seu trabalho se limita as horas cumpridas e não aos finais de semanas, feriados ou tarde da noite, em casa.

13. Deixe seu estresse atrás da porta

Quando fechar a porta do trabalho, não pense nas preocupações que ficaram lá dentro, isso não ajudará em nada, só te fará perder o resto do dia. "Sua família precisa de você presente e bem, por isso faça o que puder para garantir que o estresse permanece no escritório”, afirma Woodward.

14. Vá para casa

Às vezes não é a empresa, o chefe, o trabalho ou os colegas que fazem péssimo o final do expediente, mas sim você mesmo. Geralmente, os workaholic esquecem que têm uma vida após o trabalho, e mesmo achando que está tudo bem por estar trabalhando, uma hora o cansaço bate e você poderá culpar a empresa.

Shindler acrescenta: "Não fique apenas para fazer sala com o chefe mas também não vá embora só porque você pode. Seus colegas podem depender de você. Faça as coisas certas, mas as faça direito".

terça-feira, 10 de abril de 2012

Meditação em Instantes

Quando muitas pessoas ouvem a palavra meditação pensam sempre em algo difícil e complexo, que exige grande preparação mental. Também já pensei que fosse assim, enganei-me.
A meditação serve para que acalmemos nossa mente e em consequência nos acalmemos. O estado meditativo deve ser o nosso estado normal. Ouvi algumas vezes e é assim que muitas vezes ainda me pego, com minha mente vagando, com pensamentos pulando como um "macaco de galho em galho", longe do agora, do momento presente, gerando com isso uma ansiedade que vai crescendo, tomando corpo e forma.
Estar consciente disso me ajuda muito, a perceber este estado de atenção, estar no presente, no agora. Serve para qualquer momento de nossas vidas, uma prova difícil, uma entrevista de emprego ou uma apresentação em que estejamos mais preocupados.
Para quem não conhece e queira experimentar, sugiro este vídeo simples e instrutivo.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Dica de livro Felicidade


Diariamente somos todos bombardeados por todo tipo de notícia, em sua maioria por notícias negativas, tragédias e todo tipo de violência.Não que não haja boas notícias, mas as que vendem mais, que dão "Ibope" como dizemos no Brasil, são as desgraças, as "fatalidades", a miséria humana de modo geral, atrai a atenção ainda de nós humanos. Então vem a grande pergunta, é possível ser feliz?
Creio que em tudo que o ser humano faz é em busca de felicidade. Mesmo que muitas vezes esteja em busca de uma felicidade passageira, que não se sustenta a longo prazo, mas o objetivo era ser feliz.
Então vem mais uma pergunta, o que é ser feliz? É uma pergunta muito simples, com uma profundidade de resposta que vai variar para cada ser humano deste mundão. Escrever sobre esse tema é bastante complexo, dá excelentes discussões, levanta o véu sobre muito do que está em todos nós. Como é um assunto recorrente na minha vida pessoal e profissional, afinal as pessoas querem ser mais felizes em suas profissões, em suas vidas, com os amigos, com a família e com a vida de modo geral. Então ando sempre a pesquisar sobre o tema.
Há algum tempo atrás estava numa feira de livros aqui no Porto e me deparei com um livro que me chamou a atenção, Felicidade de Thomas D´Ansembourg. Foi daqueles livros que se lê uma, duas, três vezes e queremos dividir com os amigos, com a família.
Ele aborda no livro algo que no dia a dia nos defrontamos, que atire a primeira pedra quem nunca condicionou ser feliz a alcançar algo. Só posso ser feliz quando tiver com a vida que sempre sonhei, após comprar a casa, o carro, casar, me formar, for promovido e claro que para alcançar tal feito entramos num ritmo de vida alucinante que não nos permite, muitas vezes, de apreciarmos os verdadeiros momentos de alegria que surgem em nossa vida. Entramos no piloto automático, quando damos por nós, estamos em baixa, sufocados, tristes, isolados, parecemos "hamsters correndo na roda", atrás de uma felicidade que teima em não chegar nunca.
O autor identificou armadilhas anti-felicidade em que tropeçamos em nossa vida, como identificá-las e desarmá-las. Como bombas, granadas mesmo. Não pensem que é um livro fácil, exigirá um olhar profundo para dentro de si próprio.
Se está disposto, deixo a dica.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Alimentação e Qualidade de Vida pela Psicóloga Mariangela Venas

O texto abaixo é de autoria da querida amiga e psicóloga Mariangela Venas e impressiona por ser um tema atual, com uma necessidade de discussão nas diversas camadas da sociedade.
Abro espaço no blog para refletir sobre o tema.

SEU FILHO TEM FOME DE QUE?

Alimentação & Qualidade de Vida

Nos meus tempos de primário, hoje o equivalente ao ensino fundamental, não me lembro de muitas crianças gordinhas, as poucas eram vítimas da crueldade infantil e os pais logo se ocupavam de colocá-las em alguma atividade física, para que seus filhos não fossem vítimas de chacotas. Além disso, brincávamos muito de polícia e ladrão (não, não era politicamente correto, mas corríamos muito e isso fazia uma grande diferença!), tinha o pique-pega e a peteca - nossa amiga inseparável. Com isso, de maneira geral, éramos todos magros, uns mais outros menos...

Aos treze anos não pensávamos em dietas e referências calóricas, comíamos com vontade e disposição alimentos variados. Éramos apenas crianças ou adolescentes, preocupados com notas de provas, com gincanas nos colégios, com as primeiras paixonites... enfim, levávamos a vida de forma mais simples. Até que apareceram os avanços tecnológicos, as mudanças nas estruturas familiares, uma série de inovações boas na essência, mas que se tornaram ruins pela prática abusiva e irrefletida. O tempo, melhor dizendo, a falta de tempo virou argumento para tudo: Nada mais de sucos naturais, o mundo agora é prático, é alta tecnologia: Sucos artificiais invadiram a infância. Preparar uma saladinha, um refogadinho de legumes - quem se lembra dos deliciosos refogadinhos da vovó?? Sem chance, não temos tempo! Vamos comer uma pizza e pronto.

As mulheres foram para o mercado de trabalho. Ponto para as mulheres, já era hora de mostrar capacidades e habilidades encobertas pelo lavar, passar e arrumar a casa. Mas algo ficou desarrumado nesta nova ordem. Não há tempo para cuidar de crianças, de nutrir crianças, nutrir no sentido amplo, nutrir com alimentos saudáveis e nutrir de afeto, apoio, sensação de segurança. Enfim, é preciso ter tempo para ter crianças. Esta é a contradição maior dos tempos modernos. Os filhos acabam vindo por uma pressão biológica, por uma pressão social, até por um desejo real e legítimo, mas quando nascem, algumas vezes, se percebe – tardiamente – que eles não se encaixam na agenda... e fica tão complicado cuidar...Leonardo Boff, em seu livro Saber Cuidar (1999), diz: “Alimentamos a profunda convicção de que o cuidado, pelo fato de ser essencial, não pode ser suprimido nem descartado. Ele se vinga e irrompe sempre em algumas brechas da vida. Se assim não fosse, repetimos, não seria essencial.”

Com ausência da figura de autoridade nas famílias e com a presença de tantos artifícios para adoçar a vida, as crianças e os adolescentes comem de tudo em uma ânsia de suprir carências de vitaminas e de afeto. Comem de tudo, e muito!

Como compatibilizar uma intensa vida profissional, com as necessidades dos nossos filhos? Creio que já temos plena noção do engodo do “Não importa quanto tempo destinamos aos nossos filhos, importa a qualidade do tempo”. Sejamos honestos: filhos precisam de tempo e muito tempo! Não apregôo o retorno de mães devotadas exclusivamente ao lar, mas lanço a questão: Nossos filhos têm fome de que?!

e-mail: mvenas@gmail.com

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Uso do Telemóvel(Celular) e o aumento dos casos de câncer

A pesquisa foi feita por 31 pesquisadores em 14 diferentes países e os resultados foram divulgados pela OMS(Organização Mundial de Saúde) ontem. Só que muito antes disso eu já tinha minhas dúvidas em me expor ao uso exagerado dos famigerados telemóveis como chamamos aqui em Portugal os telefones celulares.
Quem me conhece bem, sabe que eu não gosto de usar telemóvel, é algo do tipo, ah! não tem jeito(aff!) tem que falar mesmo? Prefiro e-mail ou um sms se for o caso.

Não sou dependente dele, graças à Deus e não deixo de fazer nada por não estar com ele. Se me ligarem tem secretária eletrônica, retorno a todos os recados.
Minha boa e velha agenda de papel está sempre comigo e me salva muitas vezes por tê-lo esquecido em casa(pois às vezes tinha algo anotado lá), o que ocorre com grande frequência. Um ato falho, deve ser, pois vivo esquecendo.
Uma pesquisa como essa tem um respaldo científico e não dá para ignorar.
Falar por necessidade, para trabalhar e para resolver situações rápidas, é uma "mão na roda".
Não, eu não sou avessa as novas tecnologias que facilitam a nossa vida, o que não faço é deixar me levar por todas as novidades que os media(mídia) nos empurram goela abaixo, nesse frenesi de novidades.
O que acho anormal e agora comprovadamente perigoso é ver como as pessoas estão solitárias mesmo no mundo todo. Quantas vezes no Rio de Janeiro eu entrava nas Barcas indo pra Niterói ou o contrário e sentava alguém por perto e ia o trajeto inteiro(15 a 20 minutos) falando sem parar sobre nada com alguém do outro lado da linha, algo do tipo e aí, como está o tempo, fulano você viu isso ou aquilo(amenidades de modo geral), deixa eu te contar e falava em alto e bom som sua vida para quem quisesse ou não escutar. Eu ficava me corroendo e pensando, por que a pessoa não aprecia o mar, as belezas naturais, a Baía da Guanabara, o Pão de Açúcar, não medita um pouquinho ou até lê um livro nos 20 minutos que se seguia. Impossível, a pessoa tem que falar. Mas isto será assunto para um outro post que virá em breve.
E aqui em Portugal quem disse que seria diferente, já ouvi pessoas aos gritos no metro, no autocarro(ônibus)... É sou chata hehehehe!(podem dizer leitores amigos), assumo, levanto e procuro outro lugar, se possível em outro vagão.
Enfim... vejamos se com o resultado da pesquisa há uma mudança de hábitos. Sou otimista, acredito que sim.
Faça sua parte fale o mínimo no telemóvel, sua saúde agradece.
A matéria na íntegra:





domingo, 1 de maio de 2011

domingo, 13 de março de 2011

Gestão do Tempo

Este vídeo nos faz refletir como a vida passa rápido, num minuto mesmo.
Traz reflexões, como o que temos feito com nosso tempo? Estamos utilizando-o com qualidade? Estamos a correr contra o tempo ou somos um parceiro do tempo?
A dublagem em português foi feita por Flávio Siqueira que tem um blog incrível, com muitas matérias interessantes. Vale conferir!

quinta-feira, 10 de março de 2011

quarta-feira, 9 de março de 2011

Se um cachorro fosse professor...

Recebi esta fofice sem igual de uma amiga, que posso dizer é minha irmã de alma(expressão que amei).
Clique em cima da imagem para conseguir ler.




terça-feira, 1 de março de 2011

Limpeza Emocional

1. Responsabilize-se pelo que você está sentindo. Quando você se percebe reagindo emocionalmente a outra pessoa geralmente está refletindo alguma característica que você ainda não reconheceu inteiramente na sua própria natureza. Quando você aceita a responsabilidade por suas emoções e deixa de ser um grande conjunto de reflexos condicionados você não vai ser mais vulnerável às opiniões de cada pessoa que você encontra.

2. Identifique a emoção. “Eu sinto…..” Pode ser raiva, tristeza, dor, traição, rejeição, desesperança, etc. Defina e descreva tão claro quanto possível o que você está sentindo.

3. Testemunhe um sentimento em seu corpo. Emoções são pensamentos associados com as sensações físicas. Nossos pensamentos disparam reações corporais, liberando químicas, que tem vida nelas mesmas. A expressão fisiológica de estresse não pode ser instantaneamente descartada. Ao invés da energia da emoção deve ser dissipada antes que a emoção possa ser mais processada. Simplesmente observe o sentimento. Permita sua atenção envolver a sensação em seu corpo. Pela simples experiência da sensação física parte da carga emocional vai se dissipar permitindo a você ouvir a mensagem que a emoção carrega.

4. Liberar a emoção. Tente escrever ou verbalizar sobre seus sentimentos. Faça um diário com esse propósito. Permita que memórias de situações similares despertem e escreva sobre elas também. Use a linguagem que melhor descreve o que você está sentindo. Permita expressar-se completamente sobre como você se sente na situação.

5. Libere emoções através de um ritual. Andar, alongar-se, dançar livremente, ouvir musica, respire profundamente – qualquer coisa que lhe ajude a descarregar a emoção de sua fisiologia. Permita ao seu corpo desintoxicar-se. Reconheça essa liberação em voz alta permitindo que gentilmente deixe seu corpo.

6. Compartilhe a emoção com mais alguém. Identifique um bom ouvinte, alguém que possa ser empático sem tentar resolver ou julgar seu problema. Permita-se estar confortável com essa pessoa.

7. Rejuvenesça! Faça alguma coisa boa para si mesmo. Uma massagem, ouvir musica, comprar-se um presente, comer uma refeição deliciosa. Nutra-se. Demanda consciência e comprometimento com o crescimento pessoal enfrentar o processo de liberação emocional. Assim recompensa-se pelo seu bom trabalho.

Como grandes atores shakespearianos desempenhamos papéis através do curso de nossa vida. Como pai, mãe, amante ou amigo, cada papel tem um começo, um meio e um fim. Quando nos entendemos como observadores eternos dos papeis que desempenhamos podemos desfrutar cada parte sem sermos obscurecidos tanto pelas cenas boas como pelas ruins.

(Autor desconhecido)


terça-feira, 17 de agosto de 2010

Doze Conselhos para ter um infarto feliz

Não resisti recebi um e-mail sobre como ter um enfarto e achei tão interessante "as dicas" pois preconizam aquilo que "devemos fazer" caso decidamos mesmo ter um infarto.
Partilho com todos.

PARA TER UM INFARTO FELIZ !!!

Dr. Ernesto Artur - Cardiologista
Quando publiquei estes conselhos 'amigos-da-onça' em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.


1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.


2 Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.


3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.


4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.


5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.


6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranquila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes...


7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.


8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro , enferruja!!. .risos)


9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado... Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.


10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.


11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.


12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.


Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.

Duvido que voce não tenha um belo infarto se seguir os conselhos acima e eu conheço muita gente assim!!!


quinta-feira, 5 de agosto de 2010

EMPRESAS MAIS HUMANAS - SIM É POSSÍVEL

Informação muito importante que gostaria de partilhar:

Empresas já ajudam os colaboradores a serem pais melhores
quarta-feira, 4 de agosto de 2010

por Daniela Lessa

Conciliar a atividade profissional e a vida familiar sempre foi o dilema das mulheres, habitualmente encarregadas da maior parte dos cuidados com os filhos. No entanto, a exigência da sociedade em relação à participação dos pais na educação das crianças e nas atividades do lar está aumentando. Uma demonstração de que essa ideia ganha consistência é o aumento da concessão, por parte do Poder Judiciário, da guarda compartilhada dos filhos entre pai e mãe nos casos e separação; outra é a ampliação de benefícios relativos ao fato de se ter filho, antigamente concedidos apenas às mulheres, também aos homens.
Segundo consultores, as iniciativas de ampliar benefícios ainda são escassas e, normalmente, partem da proposta dos empregados e não das próprias empresas, mas há exceções. A indústria de defensivos agrícolas Fersol concede, desde 2003, licença-paternidade de até três meses, sendo dois meses de licença e um de férias, e auxílio-creche de até um salário mínimo mensal, enquanto a lei determina que o auxílio seja de R$ 150 reais por mês. Além disso, a empresa está discutindo internamente a concessão do benefício de estabilidade de emprego para os pais enquanto sua mulher estiver grávida.
O presidente licenciado da empresa, Michael Haradom, acredita que essas iniciativas são importantes para que se possa efetivamente promover uma igualdade de gênero na sociedade e quebrar o ciclo vicioso no qual apenas a mãe cuida do bebê e o pai é o provedor da casa. “Essa estrutura faz com que as crianças aprendam que os dois sexos são diferentes, o que acaba por reforçar a diferença de gênero”, reflete o executivo. Assim, em sua visão, conceder a licença-paternidade é uma forma de garantir que o pai seja visto como alguém que cuida, faz carinho e é tão responsável quanto a mãe pelo desenvolvimento da criança.
A concessão do auxílio-creche além do estabelecido por lei também tem uma razão de ser. “Se a criança fica na creche e depois com avó, tia, parente etc., oferecemos R$ 200 de auxílio; mas se a criança vai para uma escola que tem creche, oferecemos R$ 515 (que é o salário mínimo) porque queremos incentivar a ida da criança para um ambiente no qual ela se socialize e se desenvolva em vez de ficar em casa vendo televisão”, explica Haradom.

Pais "grávidos"
A estabilidade de emprego para os pais “grávidos” e as demais iniciativas têm o objetivo de demonstrar que a empresa acolhe o empregado que tem família e que ela não é um empecilho para a formação e o crescimento dessa família.

Segundo Haradom, os benefícios oferecidos pela companhia estão alicerçados por sua visão de gestão, segundo a qual a empresa tem uma série de direitos comerciais, mas também tem obrigações e responsabilidades com a sociedade. “As empresas dizem que sua contribuição é dar empregos e pagar impostos, mas não se pode glamourizar essa contribuição porque ninguém dá empregos; as empresas criam postos de trabalho para produzir bens dos quais elas mesmas se apossarão da maior parte do valor; assumir compromisso social é contribuir para o bem-estar das pessoas, para a justiça de gênero e social etc.”, afirma.
Contrário à idéia de que conceder benefícios compromete a lucratividade da empresa, Haradom explica que é melhor ter um funcionário com uma baixa planejada do que ele ter que sair em situações de urgência. No caso das licenças paternidade e maternidade, o executivo explica que o fato da criança ter o apoio do pai e da mãe nos primeiros meses de vida faz com que as crianças tenham um desenvolvimento mais saudável física e mentalmente e, consequentemente, seus pais sejam menos solicitados para levá-los a médicos ou a reuniões escolares por mau comportamento, por exemplo.

Além disso, colaboradores satisfeitos são mais produtivos e, finalmente, na visão de Haradom ao gerir a empresa de forma socialmente responsável, o empresariado contribui para as futuras gerações. “O lucro está em tudo, está em ter uma sociedade melhor para nossos filhos e netos e isso é muito mais significativo do que o que pode estar em um cofre”, resume.

Rede de apoio familiar
Embora a visão de Haradom seja moderna e acolhedora às famílias, essa realidade não é a mais comum nas empresas, segundo afirma a consultora Célia Spangher, da Maxim Consultoria. Na sua experiência, o movimento tem sido o contrário: não só os pais têm pouca compreensão da empresa para levar os filhos a médicos ou para atender a demandas escolares das crianças, quanto as mulheres também não são compreendidas nessa necessidade. “A maioria precisa ter uma rede de apoio, com avós, irmãs, empregadas etc. ou vão sofrer com o descontentamento dos patrões”, afirma.

No caso do colaborador ser do sexo masculino, a incompreensão é ainda maior. Segundo Célia, a visão dos empresariado é sexista mesmo e o discurso dos gestores, embora velado, costuma ser: “Mas o seu filho não tem mãe?”. Ou seja: se os patrões se incomodam com as incumbências femininas da maternidade; se incomodam duas vezes mais com as incumbências masculinas da paternidade.
Ela ressalta, entretanto, que há uma tendência à humanização nas empresas e que algumas procuram oferecer maior qualidade de vida para os colaboradores e essas, diz, têm maior chance de sucesso no futuro, uma vez que há uma transformação na sociedade. “A empresa que abraça seu funcionário, faz com que este abrace o cliente e todos abracem o negócio da empresa”, analisa.
Célia também observa que a desconfiança de alguns patrões a respeito das justificativas dos colaboradores para faltas ou atrasos precisam ser avaliadas em conjunção com outros comportamentos. Segundo ela, um funcionário que mente e “mata a avó” para não ir ao trabalho já tem outros comportamentos de desleixo com suas atividades, dispersão e desinteresse e já está realmente insatisfeito.

Negociações coletivas
A advogada Ana Amélia Camargos, presidente da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo (AATSP), comenta que tem visto negociações coletivas em que são incluídos termos que garantem alguns direitos antes restritos às mães, também aos pais. Por exemplo, há uma presunção de que a falta para levar a criança ao médico é justificável, o responsável pela tarefa pai ou mãe. O auxílio-creche também têm sido fornecido para quem tem a guarda da criança, independente de ser homem ou melhor.
Segundo Ana Amélia, o fato é que não há propostas partindo das empresas, mas também há resistência por parte delas quando os colaboradores exigem os benefícios relativos à paternidade

Retirado do site: www.canalrh.com.br

sábado, 29 de maio de 2010

MAUS HÁBITOS vs BONS HÁBITOS

Recebi estas dicas de uma amiga por e-mail e decidi partilhar com vocês. Na literatura em geral existem muitos "manuais", livros, e-mails e revistas, sempre a nos dizer o que devemos fazer, como nos portar, o que falar seja numa empresa ou em nossas vidas. É possível ter todas as respostas? Acredito que não. Há de se fazer uma análise crítica sempre do que lemos, vemos e ouvimos. Não é aceitar sem pensar, só que muitos ainda o fazem. Refletir sempre.

Talvez essas dicas sejam facilitadoras, que é uma palavra que eu gosto muito e estão bem a calhar. Eu gostei.

Seguem as dicas do consultor Paulo Ricardo Mubarack:

MAUS HÁBITOS

Um profissional é o somatório de sua genética com o que aprendeu na família, na escola, na comunidade e nas empresas onde trabalhou. Tenho conhecido muitas pessoas com genética boa, mas com maus hábitos, o que acaba por prejudicá-las em suas carreiras. São pequenas mas desagradáveis atitudes que atrapalham muita gente e que acabam por desqualificar bons funcionários. Não basta ter conhecimentos técnicos ou gerenciais, é necessário APRENDER A TRABALHAR.

Raramente se ensina para alguém como trabalhar e isto independe da atividade de cada um. Vale para qualquer profissão. Vejamos alguns hábitos muito ruins e freqüentes em nossos profissionais:

NÃO ANOTAR: em alguns cursos, interrompo a aula e digo para minha platéia, que não toma nota de nada: "Vocês não estão assistindo a um show. Isto é um treinamento e quanto mais vocês anotarem, mais vocês aprenderão. Não adianta ficar de braços cruzados apenas me ouvindo".

NÃO UTILIZAR AGENDA: fico muito desapontado quando peço algo para uma pessoa ou quando marco uma reunião e ela não toma nota na agenda. Este mau hábito demonstra pouco caso com o compromisso assumido e aumenta a probabilidade do esquecimento.

NÃO OUVIR: hábito deplorável, muito comum em diretores e presidentes. Quando você fala mais do que ouve, você pára de aprender e fica obsoleto. Ouvir o que outros falam é uma atitude que demonstra inteligência e respeito.

NÃO DAR RETORNO: se um profissional não pode atender ao telefone ou responder imediatamente um e-mail, deve fazê-lo o mais rápido possível, preferencialmente no mesmo dia. Conheço pessoas que jamais dão retorno. Você tem que ligar uma segunda vez.

NÃO SER PONTUAL: péssimo hábito, identificador de absoluta falta de respeito. Há pessoas que SEMPRE se atrasam. Observe a cara ridícula desta gente quando entra em uma reunião ou em um curso e atrapalha a todos!

NÃO TER O MÍNIMO DE ETIQUETA: manifestar PRECONCEITOS, RACISMOS, atender o celular(TELEMÓVEL) no meio de um curso, manter conversas paralelas em uma reunião.

NÃO LER NEM ESTUDAR: profissionais que não sabem pesquisar nem ler nem estudar não são profissionais. São amadores que devem ser imediatamente descartados. Uma empresa não progride com gente ignorante trabalhando em sua equipe.

SER DEFINITIVO DEMAIS: é a característica do burro por convicção. Ele tem opiniões formadas sobre todos os assuntos e jamais se permite análise crítica. Como "sabe tudo", não aprende nada e permanece mergulhado em uma ignorância profunda.

NÃO PERDER A PIADA: são aqueles caras engraçados que fazem todo mundo rir. Um circo de segunda classe talvez fosse o lugar mais adequado para esta gente. Ter bom humor é fundamental, mas estar sempre rindo e contando piadas (especialmente se for para debochar dos colegas ou da própria empresa) é característica de alguma patologia que mereceria ser investigada por um psiquiatra.

NÃO SE PREPARAR PARA UMA REUNIÃO: são profissionais que vão para reuniões e para cursos "de mãos abanando", sem qualquer tipo de preparo. Atitude deplorável, que prejudica a produtividade das atividades e atrapalha o grupo.

PROCRASTINAR: o popular "empurrar com a barriga". São os preguiçosos que sempre deixam algo para amanhã. Não fazem nada rápido e não tem senso de urgência.

SER ADEPTO DE FOFOCAS: expor a própria vida privada e a dos outros. A fofoca, embora possa parecer inofensiva, tem efeitos muito nocivos na produtividade e no ambiente de trabalho.

NÃO TER A VIDA FINANCEIRA ORGANIZADA: aquela velha máxima de deixar os problemas pessoais "atrás da porta" quando se entra no trabalho não funciona. Quem tem a vida financeira e pessoal desorganizada é um profissional de segunda linha, que frequentemente perde o foco e a capacidade de concentração no trabalho.

NÃO CUIDAR DA SAÚDE: noitadas, excesso de peso e falta de preparo físico não prejudicam apenas atletas, prejudicam qualquer profissional. Em um corpo cansado ou doente não existe lugar para o aprendizado e para a produção de boas atividades. Simples assim!

NÃO CUMPRIR COMPROMISSOS: se você precisa entregar um trabalho em uma data definida, você deve entregar, nada menos do que isto. Não cumprir prazos é fatal para um profissional. Não tem tempo? Não gosto e não quero ouvir esta desculpa "furada". Se não há tempo durante o horário normal, faça de madrugada, mas faça! Ensinar a trabalhar! Talvez seja a peça que está faltando no currículo das escolas e dos MBAs, no treinamento das empresas e nas conversas entre pais e filhos.

Fonte:

Paulo Ricardo Mubarack, consultor de gestão, qualidade, administração de pessoas, RH, ISO9001 e autor do livro "Empresas Nuas"

e-maiL:mubarack@terra.com.br

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Quem quer faz. Quem não quer arruma uma desculpa!

Recebi por e-mail e partilho.
Não me lembro onde li essa frase, mas passei a adotá-la em meu MSN e repetidas vezes “twitto” a mesma. Ela é muito verdadeira, direta e sincera. E por conseqüência acaba sendo dura para algumas pessoas também.
As empresas estão abarrotadas de pessoas que vivem dando desculpas do porque não conseguiram fazer as coisas. Nós sempre temos na ponta da língua um motivo chave que fez a gente não realizar aquela atividade. E na lista das milhares de desculpas possíveis a que tem sido mais freqüente é “não tive tempo”. Concorda?
Tirando as coisas que estão totalmente fora de nossa linha de controle ou atuação, as outras simplesmente não foram priorizadas ou escolhidas. Você não leu aquele livro porque teve preguiça. Você não retornou aquela ligação porque o cliente era chato. Você não concluiu seu dia porque colocou um monte de outras coisas na frente. Você não foi à academia porque estava com moleza naquele dia. Você não termina de escrever seu livro porque precisa revisar ainda mais. E assim a vida passa.
Se o pedido ou a atividade for por e-mail ainda mais fácil de recusar ou de empurrar para outra pessoa, afinal, o e-mail virou o grande “tirador da reta” corporativa que o homem inventou.

Para a maioria das pessoas, não é que está faltando tempo, o problema é que está sobrando desculpas. Quando a gente quer algo de verdade, quando a vontade ou a necessidade é maior do que tudo, a gente vai lá e faz. Que atire a primeira pedra quem nunca deu uma boa desculpa para alguém ou faltou na aula para ver o namorado(a). No começo do namoro é assim, depois de alguns anos, faltou tempo para comprar o presente de namoro (ou vira coisa de data comercial).
Eu ensino as pessoas a administrarem seu tempo e empresas a terem menos urgências. Mas isso não é uma tarefa fácil para a grande maioria. Eu ensino a planejar, a priorizar, a fazer com que a pessoa coloque suas atividades no Neotriad e fique com ele aberto o tempo todo para gerenciar o dia. Parece super simples, mas não é. Eu não tenho que vencer o vilão do tempo, eu tenho que vencer o vilão da zona de conforto. Aquele modus-operandi que todos nós temos, que é criado pela forma como nossos pensamentos são processados em nosso cérebro.

Esse modelo mental é que gera nossa preguiça, nossas desculpas, nossa falta de tempo e realizações. Como vencê-lo? Primeiro é se conscientizar de que você está lutando contra algumas décadas de um modelo antigo pré-estabelecido, contra apenas alguns dias de um novo modelo. Isso requer duas coisas: a primeira é persistência constante, ou seja, todo o dia se forçar a fazer um pouco desse novo modelo que você quer implantar. E o segundo, é achar um motivo forte que te motive a manter esse ritmo.
Por que você quer mais tempo? Quando essa pergunta estiver respondida de forma que realmente toque todas as partes do seu cérebro, da sua alma, do seu coração e do seu ser, pode ter certeza que você achou a forma de vencer seu velho modelo.
Quem quer fazer algo que realmente valha muito a pena, e achar um motivo para isso, vai acontecer, vai fazer. Caso contrário, você vai achar um excelente desculpa para deixar para depois.

Christian Barbosa
Acesse o www.maistempo.com.br e discuta com outras pessoas como começar a fazer.