Depois de quatro meses chegamos ao final da Formação Comunicação Interpessoal e Assertividade naA.S.D.G (Associação Social e de Desenvolvimento de Guifões).
Foi um curso extenso, com muito conteúdo, muitos exercícios práticos, onde podemos todos trabalhar a comunicação que é a base de todas as relações. Foram momentos muito especiais para todos, de grandes aprendizados não apenas para a vida profissional.
Meu desejo é que possam levar cada um dos temas que lá vimos para uma comunicação cada vez mais assertiva, com inteligência emocional, com respeito, alegria, sorrindo muito mais para se ter uma vida mais plena e feliz. A alegria, o sorriso, a boa disposição, a vontade de aprender, de auxiliar e de partilhar são características que a equipa da A.S.D.G já possuíam e que vieram apenas aperfeiçoar ao longo dessa formação. Quero deixar meu sincero agradecimento por esses momentos mágicos pelos quais passamos juntos, com a certeza que cada um de vocês contribuiu na minha caminhada como ser humano, como formadora e coach, que de facto reforçaram o brilho nos meus olhos, a alegria e o meu sorriso. Faço tudo com muito amor, porque amo o que faço! Obrigada pelas lindas flores, esses lindos girassóis que já estão iluminando minha casa e a minha vida como vocês. GRATIDÃO! Até sempre!
É já nesta sexta que acontece mais uma edição das Sextas Temáticas, com o tema : "Gerir Emoções na Vida Pessoal e Profissional" e venho convidá-los a participarem, partilharem vossas experiências connosco.
Onde? Lá na sede da Competências e as vagas são limitadas.Telefone: 224 077 544 Morada: Rua Tomás Ribeiro, 120 - 1º Esq - Matosinhos - Junto ao Metro Matosinhos Sul Visite o site http://competencias.com.pt/index.php
Olá à TODOS! Venho aqui agradecer à todos os que participaram das Sextas Temáticas com o tema Adversidade - Como lidar com situações problema, realizado dia 20 de setembro. Foram momentos fantásticos de muita troca, partilha, aprendizados e com a certeza que após nos tornarmos conscientes de nossas emoções, conseguimos gerir melhor as situações adversas que ocorrem em nosso dia a dia. OBRIGADA À CADA UM DE VOCÊS! Em breve estaremos novamente a nos reunir para trabalharmos um novo tema. Um até breve com muita alegria e energia!
Queridos amigos e leitores do blog, venho convidar à TODOS para participarem do Evento Sextas Temáticas com o tema: "Adversidade. Como lidar com situações problema" É já nesta sexta na sede da Competências e as vagas são limitadas. Garanta já seu lugar. Telefone: 224 077 544 Morada: Rua Tomás Ribeiro, 120 - 1º Esq - Matosinhos - Junto ao Metro Matosinhos Sul Visite o site http://competencias.com.pt/index.php
A respeito de outra pessoa, não pense ser superior porque ela tem defeitos e você não. Todos têm mais qualidades do que defeitos. Saiba apreciar as qualidades e faça uma to de respeito e amor. Quanto mais identificar os pontos positivos dos outros, quanto mais amá-los, mas vem deles igual consideração. A boa consideração gera a boa consideração e a má, gera a má; é a lei da reciprocidade, do intercâmbio. Se se dedicar a anotar e se prender aos defeitos deles, sentir-se-á atraído a ser como eles, fazendo mal a si mesmo. É um grave defeito não ver os próprios defeitos. Do Livro: Otimismo todo dia Lourival Lopes
Como ser mais assertivo em nossa vida? Assertividade ainda é uma palavra que é bastante confundida com agressividade, e nem de longe é verdade. Pois quem é assertivo fala o que é preciso falar no momento certo, para a pessoa certa, no local certo, sem se alterar e sem ser passivo, respeitando o outro.
A mensagem abaixo vem nos trazer uma excelente reflexão.
Agir Impulsivamente
Não existe um livro de regras para nos tornarmos a melhor versão de nós mesmos, porque o processo de cada um é diferente. Por exemplo, se uma pessoa geralmente se engaja em discussões e confrontos, talvez precise aprender a ser paciente e a encontrar o caminho do meio termo, da conciliação. Aqueles que evitam confrontos a qualquer custo talvez precisem aprender a falar o que pensam e a impor seus pontos de vista. Resistir ao ímpeto de agir impulsivamente é a maneira de nos tornarmos mais evoluídos.
Imagem retirada de http://diegoditrix.blogspot.pt/2011_10_01_archive.html
Você está limitando sua vida? Pode calhar de você pensar que atingiu seu limite, que não é capaz de mudar, que só os outros são capazes, que tudo "tem de ser assim", não é verdade. Fica este pensamento para reflexão: "Se não levantar os olhos, poderá pensar que já atingiu o ponto mais elevado"
Você costuma se escutar? E escutar os outros? Tem o hábito de falar muito ou é mais de ouvir? Num mundo onde estamos sempre a ser estimulados a falar, a sermos extrovertidos, muitas vezes nos perdemos falando sem parar numa "verborragia" sem fim. Desde criança somos estimulados a falar, falar e falar. Escutar? Quase nunca. Silenciar? Não um silêncio forçado, mas o silêncio da mente, que se aquieta, que silencia, se educa. Custei a perceber isso, pois desde sempre fui estimulada a falar, afinal tenho também o traço de personalidade ser extrovertida, falta de percepção que aquietar, escutar e silenciar é o nosso estado natural. É quando estamos no aqui e agora concentrados no que o ouro diz, ouvimos sem julgamento, sem nossos preconceitos, sem ter que dizer algo. É uma das competências fundamentais do Coach, a chamada Escuta Activa ou Escuta Estruturada. Percebo hoje uma diferença brutal entre o barulho que existe e que convivi ao longo da minha vida no Brasil, talvez por ter vivido nas duas maiores cidades do país, São Paulo e Rio de Janeiro(não justifica, mas ajuda a perceber que o estímulo é muito maior), lembro-me de algumas vezes estar com amigos em restaurantes no Rio de Janeiro e que estávamos quase a gritar por tanto barulho e não tinha música no recinto, mas todos achavam "normal". O estranho é que a gente se "acostuma" com o barulho e não percebe se não tiver muito atento. Como é óbvio tive um estranhamento ao chegar em Portugal, que é sensivelmente mais silencioso, senti falta do barulho... Como pode? Isso mesmo. Pode ser que o inverno mais rigoroso, a densidade populacional infinitamente menor, enfim, podemos ter n explicações para que o país seja dotado de mais SILÊNCIO e QUIETUDE.Sim o barulho exterior afecta o interior e vice-versa, é um facto, mas é preciso aprender a aquietar esse barulho interno, a nossa mente. Vivemos num mundo de estímulos, de barulho, lembro-me de conversar com uma amiga há muitos anos que dizia detestar trabalhar em escritórios amplos onde todos estavam "juntos" e ela quando precisava falar algo com o marido ao telefone ficava constrangida e tinha que sussurrar ao telemóvel ou saía da sala, visto que a privacidade era zero. É muito mais complicado se concentrar com barulho, seja no trabalho, em casa ou seja lá onde for. Mas o melhor de tudo é saber que apesar de todo o barulho do mundo, podemos desenvolver esta habilidade, o silêncio, que pode se traduzir na quietude, na percepção de que não é necessário ter sempre algo a dizer ou ter sempre a última palavra. Fui confrontada com essa questão muitas vezes por algumas pessoas próximas que tiveram a coragem de me apontar, mas demorei a perceber o que estavam a tentar me mostrar pois ainda não via isso. Creio que muitas pessoas não percebiam, por também estarem no mesmo barulho interno. Podemos nos justificar com é parte da minha personalidade, é importante no meu trabalho, afinal uso a fala, silêncio parecia antipatia, o que nem de longe é verdade. Não importa o que era, o importante é perceber que algo não ia bem e que teve que ter uma mudança drástica e mudar exige de nós muita vontade. Deixo algumas questões para reflexão: O silêncio te incomoda? O que você sente ao estar em silêncio? Como se sente em estar ao lado de pessoas quietas? Já esteve em sítios (lugares) silenciosos o que aconteceu com sua mente? Percebe se tem sempre que dizer algo? Tem sempre que emitir uma opinião por todo e qualquer assunto? O silêncio é uma prece, uma oração, uma meditação, encontramos nosso ser maior. É só prestar atenção, pois nos fará estar no agora, no momento presente, nos religando à algo Maior, à Fonte. Ajuda à todos seja na sua vida pessoal ou profissional. Numa entrevista de emprego ou numa dinâmica de grupo não é aquele que fala mais que é o mais bem sucedido. Portanto cuidado para não ser inconveniente falando sem parar. Voltarei a escrever sobre escutar e silenciar aqui no blog, é um tema que não se esgota. Otema Escutar e Silenciar foi muito bem apresentado noTED por Julian Treasure, um especialista em sonoplastia, que fez uma apresentação brilhante e que diz que contra o barulho do mundo, devemos dar o nosso SILÊNCIO. Deixo o vídeo para que possamos ouvir com nosso silêncio interior.
O filme Em busca da Felicidade (The Pursuit of Happyness) não é recente, é de 2006. Já assisti incansavelmente, já usei trechos em formações / treinamentos / palestras e cada vez que revejo vêm junto as emoções mais positivas. A história foi baseada em fatos reais. Um pai de família que não tem dinheiro, perde a casa onde mora e é deixado pela esposa. Will Smith como Chris Gardner(em um dos seus melhores papéis como ator) e Jaden Smith (o filho de Will na vida real) como Christopher, encarnam com tanta veracidade, tanta emoção o que é alguém passar por momentos desafiantes, de pura aflição, mas não perder a esperança, a força, conseguir manter a positividade, o foco, a coragem, a perseverança e a resiliência. É um filme para refletir e pensar que é possível passar por qualquer situação por mais dolorosa que seja com dignidade, sem se transformar em vítima e sair mais forte ao final. Quem me conhece sabe que não sou piegas e fico a dizer apenas "pense positivo" que tudo se resolverá, óbvio que não. Se a pessoa continuar a pensar positivo apenas é pouco provável que algo aconteça. Temos que nos mover, assim como Chris faz no filme. O filme arranca muitas lágrimas, é de uma beleza de uma força sem igual. Além de nos dar a certeza que é possível sim ser mais feliz se nos mobilizarmos para isto. Lembre-se, vá atrás dos seus sonhos! A frase mais marcante que Chris Gardner diz ao filho: " Nunca deixe que alguém te diga que não pode fazer alguma coisa. Nem mesmo eu. Se você tem um sonho, tem que correr atrás dele, tem que protegê-lo. As pessoas que não conseguem vencer, dirão que você não vai vencer. Se quer alguma coisa, vá e lute por ela, ponto final".
Martin Seligman é o "pai" da Psicologia Positiva, numa entrevista à Revista Época(Brasil) ele diz que manter o sorriso no rosto está ao alcance de qualquer um.
Ele lançou o livro Florescer (Flourish - título em inglês), no Brasil, ( não vi aqui em Portugal, deve chegar em breve) que diz que as emoções positivas estão muito valorizadas hoje em dia, além de que há várias maneiras de viver bem ou florescer.
O link da entrevista de Martin Seligman na RevistaÉpoca:
A forma como cada profissional encara aspectos da carreira guarda relação direta com a cultura e com a sociedade nas quais ele está inserido. Assim, brasileiros são mais preocupados com a carreira do que europeus, que priorizam a qualidade de vida. Os brasileiros também estão entre os poucos que consideram o crescimento profissional e maiores responsabilidades como motivadores para a mudança de emprego, mesmo com igual remuneração. As conclusões são da pesquisa sobre mercado de trabalho elaborada pela consultoria Robert Half, que ouviu executivos do Brasil, Áustria, Bélgica, República Checa, Dubai, França, Alemanha, Itália, Luxemburgo, Suíça e Holanda.
O diretor da Robert Half para a América Latina, Ricardo Bevilacqua, ressalta que algumas características dos brasileiros em relação à carreira se assemelham mais aos povos asiáticos do que aos europeus. Para 34% dos brasileiros e 37% dos profissionais de Dubai, por exemplo, assumir responsabilidades e ter melhores condições para o desenvolvimento da carreira são motivadores para a troca de emprego, considerando a mesma remuneração e o mesmo pacote de benefícios. Os percentuais dos dois países ficaram bem acima da média mundial, que foi de 24%. Países como Áustria, República Checa, Suíça e Holanda ostentaram índice ainda mais baixo: apenas 20% dos entrevistados disseram que mudariam de emprego em troca de condições de aprimoramento profissional e maiores responsabilidades. A busca por qualidade de vida justificaria a mudança de emprego para 37% dos entrevistados na média de todos os países pesquisados. No Brasil, esse aspecto é importante para 32% dos entrevistados. Em Dubai, a relevância cai para 11%. Naquele país, os profissionais consideram a reputação da marca da empresa como o segundo atrativo para a troca de emprego, com 27% de preferência.
Nos países europeus, por outro lado, a perspectiva de qualidade de vida afeta a decisão de mais de 40% dos entrevistados na maioria dos países: França (44%), Bélgica, Holanda e Itália (42%), República Checa (41%) e Suíça (40%). A qualidade de vida influenciaria menos a decisão de austríacos (39%), luxemburgueses (33%) e alemães (26%).
Diferenças culturais
O CEO global do Great Place to Work, José Tolovi Jr., entende que o resultado da pesquisa confirma uma diferença cultural que pode ser percebida em uma simples visita a empresas brasileiras e europeias. “Para os europeus, o trabalho é um mal necessário, pois o lazer é que realmente motiva o ser humano. No Brasil e em outros países da América Latina, assim como nos Estados Unidos, existe uma maior valorização do esforço para se superar crises ou para se obter sucesso na vida e na carreira”, observa. Ele faz questão de ressaltar, porém, que essa é uma tendência cultural e não uma regra aplicável a 100% nem dos brasileiros, nem dos europeus. Tolovi comenta que as diferenças no comportamento profissional também são afetadas por contingências econômicas, históricas e sociais mais amplas. Ele observa que, no Brasil, por exemplo, é possível ascender socialmente por meio do trabalho, enquanto, na Europa, as classes sociais são mais estáveis, com poucas diferenças salariais, o que desestimula o esforço extra. Além disso, o europeu, de modo geral, quer ganhar o justo para viver dentro de seus referenciais sociais e aproveitar ao máximo a vida, enquanto outros países acreditam que o esforço pode resultar em melhoria de vida. “É basicamente uma questão de ambição e nós, das Américas, somos muito mais ambiciosos do que os profissionais da Europa”. No Japão, por outro lado, há uma espécie de ambição coletiva. Tolovi informa que lá, “trabalha-se muito, e duro, porque o país e a empresa, nessa ordem, são mais importantes que a família”.
Para o consultor científico do Instituto Qualidade de Vida, Artur Zular, a diferença da relação entre carreira e qualidade de vida para europeus e brasileiros tem raízes culturais relacionadas com a maturidade histórica dos países e com a percepção de futuro. “O Brasil é um país jovem e imaturo, no qual as pessoas chegam ao mercado de trabalho muito cedo e com uma ansiedade pelo crescimento, a ponto de colocar a carreira muito acima da qualidade de vida e até da própria saúde”.
Zular acredita que isso advém de uma sensação de insegurança em relação ao futuro. “Os brasileiros só começaram a acreditar agora que têm um futuro. Antigamente, as pessoas morriam trabalhando”, lembra. Na Europa, por sua vez, o padrão cultural é mais consolidado e os indivíduos pensam no bem-estar biopsicossocial no presente e no futuro. Por isso exigem mais qualidade de vida agora, visando garantir sua manutenção por mais tempo.
Vou falar sobre diversos filmes que assisti aqui no blog. Sim a blogueira aqui ama cinema(também). Falarei de filmes que tratam de assuntos ligados à área de Recursos Humanos, foco também desse blog, mas não só como já sabem.
Vou iniciar pelo excelente "The Company Man" em português o título foi "Homens de negócios".Que tem como questão central a crise económica de 2008 que levou os Estados Unidos a uma recessão que perdura até hoje.
Uma empresa com mais de 30 anos de existência passa a sofrer um processo de "downsizing"(diminuir de tamanho) pois está sendo comprada por outra companhia e com isso as demissões começam a acontecer. A história gira em torno de 3 personagens principais todos alto executivos da empresa GTX, que tem os atores Tommy Lee Jones, Chris Cooper e Ben Affleck( que conseguiu me convencer no papel de executivo).
Ben Affleck é o Diretor de Vendas da GTX que ganha mais de 180 mil dólares por ano, vive com sua família no mais perfeito estilo "american way of life" e de repente vê sua vida desmoronar com sua demissão.
Não quero entrar nos detalhes do filme, pois vale a pena conferir.
Mas vou falar sobre sua busca por uma recolocação profissional. Ele passa os primeiros dias numa empresa que passa uma ideia de ser de Outplacemant(recolocação) onde tem dinâmicas de grupo, etc. Lá ele conhece diversos profissionais na mesma situação que a dele. O filme aborda as diversas entrevistas, as dificuldades encontradas mesmo sendo um profissional muito qualificado com um MBA, só que descobre que não só ele possuía um, mas inúmeros candidatos do país inteiro com currículo igual ou melhor que o dele. As coisas passam a correr mal e o dinheiro vai acabando, um estilo de vida caro, custa muito dinheiro e mesmo sem querer acaba tendo que aceitar um emprego fora de sua área de atuação, pegando no pesado na empresa de construção do cunhado interpretado por Kevin Costner(excelente atuação).
Quantos profissionais no mundo não passam ou passaram por situações semelhantes?
O final do filme é muito bom, vale a pena assistir e refletir que relação é essa que muitos profissionais possuem com seu trabalho. Você é o seu trabalho? O dinheiro que ganha? Os bens de consumo que adquire com ele? Como está sua relação com sua família, amigos? Existe algo além na sua vida se perdesse seu emprego hoje? Como você se viraria se a partir de hoje passasse por uma situação como a de Bobby Walker(Ben Affleck)?.
Eleita pelo Great Place to Work em 2011, a Cisco Systems Portugal, foi escolhida como a melhor empresa para se trabalhar com menos de 100 funcionários no país.
Num momento de crise econômica conseguir reter talentos é um ato heróico.
Nós geralmente valorizamos as pessoas que apresentam a resposta em vez de consagrarmos aqueles que se dedicam a fazer as perguntas certas
Com o passar do tempo, algumas frases se tornaram proibidas a todos que vivem o dia a dia nas empresas, pois os riscos decorrentes de tais manifestações são reconhecidos como muito elevados para quem pretende se manter no local onde trabalha.
Quando foi a última vez que você ouviu alguém afirmar "eu não sei" ou "o erro foi meu" em sua organização? Possivelmente, até tenha pensado que esta pessoa surtou momentaneamente ou então que se tratava de um profissional inexperiente e sem o mínimo senso de autoproteção.
No entanto, situações como esta precisam ser analisadas por outro prisma. A cultura organizacional da grande maioria das empresas brasileiras não valoriza a importância daqueles que dizem "eu não sei" ou mesmo quem faz questionamentos recorrentes, mas sim os profissionais que têm a capacidade de responder as questões elaboradas por outrem.
Você mesmo deve lembrar como era apreciado na escola quando conseguia responder a alguma pergunta do professor e os olhares de reprovação ou deboche que lhe eram dirigidos ao indagar algo que esclareceria o assunto a todos de uma única vez, mas ninguém arriscaria examinar publicamente.
Nós geralmente valorizamos as pessoas que apresentam a resposta em vez de consagrarmos aqueles que se dedicam a fazer as perguntas certas. Por conseguinte, também nas organizações, muitos dos colaboradores preferem ficar sem saber a questionarem o porquê das coisas.
Problema maior ainda existe em relação à outra frase destacada: "o erro foi meu". Estimo que inúmeras pessoas não tenham a coragem de reconhecer suas falhas, mesmo sabendo que esta seria a atitude correta, porque ao denunciarem os próprios erros ouvem apenas questionamentos de reprovação: "Como você pode ter deixado isto acontecer?" ou "Será que não vai aprender nunca?"
A lição que perdura para todos os demais trabalhadores que presenciam algo semelhante é: quando você cometer uma besteira fique quieto no seu lugar e, se necessário for, coloque a culpa em outro infeliz.
Quando as pessoas não se sentem seguras nem estimuladas a externar seus fracassos e inseguranças, abre-se espaço para que o ambiente seja inundado por posturas nas quais "esconder os problemas debaixo do pano" e torcer para que ninguém perceba ou se posicionar como vítima transforma-se em regra geral.
Se você é gestor, sugiro que comece a olhar de forma especial para quem evita respostas prontas nem tampouco utiliza justificativas esfarrapadas para explicar o trabalho que deixou de concluir a tempo. É claro que tais atitudes não credenciam o profissional desde já a uma promoção, mas revelam senso de responsabilidade, requisito fundamental para quem amanhã poderá ocupar uma posição de liderança.
As empresas devem ter a consciência de que inevitavelmente alguns erros serão cometidos e não haverá pessoas com respostas satisfatórias para uma série de perguntas. Todavia, se cultivarem um ambiente que favoreça o aprendizado contínuo e seus colaboradores forem estimulados a correr riscos calculados será comum escutar pessoas dizendo "eu não sei" ou "o erro foi meu" e além disso poderão comprovar que haverá um comportamento proativo ou reparador logo na sequência dos fatos.
E qual o primeiro passo para a mudança? As organizações precisam acompanhar de perto as atitudes de seus gestores. Quando os colaboradores percebem que os líderes diretos são os primeiros a encobertar erros ou se calar diante de determinada situação que requer posicionamento, eles compreendem que esta é a coisa certa a fazer naquele lugar. Ah, o contrário também é verdadeiro.
Wellington Moreira - Palestrante e consultor empresarial wellington@caputconsultoria.com.br
Flávia Mello me apresentou virtualmente e já estamos trocando experiências, vivências e projectos futuros para Brasil e Portugal. Renato é o que chamamos de dinâmico, inteligente e com uma alegria de viver que contagia. Estou a divulgar a entrevista realizada por Flávia Mello no seu blog de notícias que está no endereço:
RENATO KRESS: UM CASO DE TALENTO, AMOR A PROFISSÃO, AO ESPORTE E A VIDA!
Renato Kress é empresário, sociólogo, antropólogo e cientista político pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ; 2007), pós- graduado em comportamento organizacional (ESAB) e pós-graduando em psicologia analítica (Instituto Brasileiro de Medicina e Reabilitação; IBMR – 2010-2011). Trainer em Programação Neurolingüística pelo MetaForum, IN (International Association of NLP Institutes - Inglaterra) e DVNLP (Deutsch Verband für Neurolingüistisches Programmieren - Alemanha) desde 2005.
Trabalhou na área de treinamentos a público aberto com cursos básicos de PNL, tendo ministrado alguns “practítioners” e dois “masters” no período de 2005 a 2007. Ministrou cursos fechados às empresas Rica Alimentos, Wella Cosméticos, Honda e Fiat automóveis.
Criador e palestrante dos cursos patenteados “A Jornada do Herói”, “A Arte da Guerra Oriental”, “Estratégia em Ação” e “Liderança Corporativa e PNL”, todos mesclando programação neurolingüística, neurociências, antropologia, psicologia analítica e ciência política em treinamentos vivenciais e práticos. Criador e Diretor do Instituto ATENA – Arte em Treinamento Especializado e Neurolingüística Aplicada.
Ex-atleta profissional de ginástica olímpica e kung-fu. Escritor, contista e ensaísta compublicações nas áreas de ciência política – estratégia, tática e liderança -, literatura, programação neurolingüística, antropologia, história das religiões e mitologia. Kress tem como hobbys andar de bicicleta, criar receitas de café, escrever contos literários que podem ser encontradas no endereçohttp://www.cafecomconto2.blogspot.com/ (Que delícia essas receitas e esses contos, CONFIRA também o Café com conto), boxe e musculação. Atualmente pesquisa religiões comparadas na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Renato Kress dono do instituto Atena.
O Instituto ATENA é uma empresa de treinamento empresarial, político e pessoal criado por Renato Kress.
Atena significa: Arte. Segundo Kress, se procurarmos no dicionário etimológico a palavra deriva de artesanato, artesão, artifício que nada mais são que palavras que circulam pelo domínio do trabalho, da disciplina, da dedicação. Renato diz a programação neurolingüística é uma excelente estrutura dinamizante, um excelente motor para o aprendizado e a concretização de diversas tarefas. Ocorre que se não direcionamos esse aprendizado para nossas metas e questões reais do dia a dia (que demandem uma prática diária) nada mais estaremos fazendo que aprender "marcianês" para nunca irmos a marte. A neurolinguística deve sempre ser aplicada a algo, ou corre o sério risco de ser um acelerador de nossas trajetórias a lugar algum. Muito do que percebi como críticas à Programação Neurolinguística durante meus anos como aprendiz e como treinador está nessa dimensão prática do aprendizado. Meu primeiro mestre em PNL e grande amigo sempre me dizia: "O aprender está no fazer". É necessário incentivar o fazer fora da sala de aula, o fazer diário, o tornar a prática um hábito e o hábito uma segunda natureza. É esse o sentido da palavra "Arte" no nome ATENA, adquirir a maestria na dimanização da própria vida, nossos trabalhos, vida familiar e metas.
Compreendendo que o termo Programação Neurolingüística à primeira vista soa como um palavrão e, como tenho em casa uma coleção de mais de 40 dicionários sobre os mais variados temas (política, história, filosofia, arte, sociologia, símbolos, psicologia...) que uso para estudar, resolvi criar o Dicionário ATENA de PNL (http://www.institutoatena.com/dicionario.html) com todos os termos e algumas técnicas simples da PNL aplicada. Inspirado por idéias como a Wikipédia e o Google, resolvi abrir alguns conteúdos da PNL para familiarizar o maior número possível de pessoas com eles. Atualmente acabei de criar o Dicionário ATENA de Gestão Inteligente, enfatizando métodos, linguagem e estrutura gerencial que possa fugir da auto-sabotagem que a moda da hipercompetitividade desenfreada tem gerado nas empresas. Hipercompetitividade que é incentivada por empresas que não a praticam internamente, porque agem de forma estratégica para que seus concorrentes se sabotem e elas possam comprá-las no futuro. Esse dicionário faz parte de um outro projeto que inclui publicar a cada 6 meses um livro com o selo ATENA. O segundo livro já está sendo criado e é um material correlato com um dos cursos da ATENA. Atualmente estou investindo na criação de cursos que enfatizem o que eu tenho como diferencial na minha formação profissional: Estratégia (parte da ciência política, Maquiavel e sua escola), Liderança (parte da antropolgia e ciência política) e Arte da Guerra (ciência política, resolução de conflitos e trabalho com metas e prazos).
Apostila do curso da Atena, "A arte da guerra".
Não vejo limites para a ATENA além dos que percebo na minha criatividade pessoal, o que me leva a pensar que a ATENA não tem muitos limites, finaliza Renato Kress entusiasmado.